segunda-feira, dezembro 26, 2011

PROJETO DE RADIO ONLINE PARA A VOSTU

Em Julho de 2011 iniciei um projeto piloto em parceria com a empresa desenvolvedora de games para redes sociais Vostu, para criação de uma "rádio online" a ser oferecida para os usuários dos seus games nas redes sociais Orkut e Facebook.

Montamos então o conteúdo para uma rádio com conteúdo falado + músicas, e fizemos uma bateria de testes com os games Café Mania e Mini Fazenda, e o resultado geral foi o melhor possível. O jogo com a rádio acoplada teve mais de 95% de aprovação, e recebeu muitos elogios dos envolvidos. Inclusive saiu uma reportagem num site americano sobre o nosso projeto, veja aqui.

Desde então, nos mobilizamos novamente em parceria para desenvolver a Fase 2 do projeto, em que passamos a ter a rádio funcionando 15 horas por dia (das 9:00 às 24:00), todos os dias da semana, mas agora para os games Mini Fazenda e Mega City, com atingimento de cerca de 1 milhão de DAU (daily active users) e 5 milhões de MAU (monthly active users).

A rádio hoje em dia tem 3 horas de conteúdo totalmente novo a cada dia, que fica se repetindo até completar as 15 horas. Normalmente são tocadas 1 ou 2 músicas a cada nova mensagem direcionada ao jogador, o que dá umas 45 músicas tocadas a cada intervalo de 3 horas, e cerca de 9 mensagens diferentes.

Durante a programação, o nosso locutor dicas e informações que melhoram substancialmente a experiência do usuário, além de ler e-mails e Tweets que são enviados pelos jogadores, e também de comentar sobre curiosidades sobre o jogo. O feedback tem sido o melhor possível, e novas funcionalidades e idéias já estão sendo discutidas entre a equipe do projeto e a Vostu para serem possivelmente colocadas em prática no início de 2012.
Atualmente, a seleção musical fica sob minha própria responsabilidade, onde uso minha experiência como DJ para fazer uma programação bem popular e eclética, que inclui gêneros como Hip Hop, House, Rock, Samba, Sertanejo, Reggae, e MPB. A seleção musical é constantemente revisitada para que tenha sempre novidades e sucessos das rádios FM.

A estrutura do projeto em questão também já foi adaptada para outras necessidades e plataformas, como por exemplo a ambientação de lojas, supermercados, hotéis, academias, e até mesmo para empresas que também querem montar uma rádio interna transmitida através da sua intranet, a fim de melhor se comunicar com seus funcionários, fazer endomarketing e repassar informações importantes do RH e dos resultados da empresa.

quinta-feira, dezembro 22, 2011

DJ FAUSTINHO

DJ Faustinho é um profissional de respeito, reconhecido por quem também tá no mercado! Irado! Veja aqui: http://www.portalelectromag.com.br/magazine/colunas.php?view=46


terça-feira, dezembro 20, 2011

SET MIXADO NOVO (NACIONAIS / CARIOCAS)

Gravei um set mixado novo hoje, pra quem curte música nacional, especialmente que rola aqui na CIDADE MARAVILHOSA. Segue o link logo abaixo, e o setlist mais abaixo ainda. Críticas e sugestões são bem-vindas. :)

01. Kid Abelha - Na rua na chuva na fazenda
02. Gal Costa e Nacao Zumbi - Barato total
03. Marcelo D2 - Desabafo
04. Fernanda Abreu - Salve Jorge
05. O Rappa - Pescador de Ilusoes
06. Fernanda Abreu - Rio 40 Graus
07. Ultramen - Divida (ao vivo com Marcelo Falcao)
08. Arte Popular e Jorge ben - Agamamou
09. Sandra de Sá - Olhos Coloridos
10. Seu Jorge - A doida
11. Cidade Negra - Solteiro no Rio de Janeiro
12. Jota Quest - Encontrar alguém
13. Tim Maia - Sossego
14. Barão Vermelho - Puro Extase
15. O Rappa - Mar de gente
BONUS: Biquini Cavadao - Chove chuva

DEMONSTRAÇÃO DA CONTROLADORA PIONEER DDJ-S1

Achei esse vídeo aqui no youtube com uma demonstração da utilização da controladora DDJ-S1 da Pioneer. O legal é que o DJ usa e abusa dos cue points, pra quem gosta de fazer apresentações ao vivo, e também demonstra as funcionalidades do JOG pra fazer scratches.


domingo, dezembro 18, 2011

COMO VENDER SEUS EQUIPAMENTOS DE SOM PARA DJ

Há mais ou menos 3 meses atrás eu tinha uma extensa lista de equipamentos de som para DJ, usados, aqui em casa, e pretendia me livrar deles. Consegui vender quase todos, e hoje só falta vender um dos itens (uma central de efeitos da Korg, modelo Kaoss Pad 3). Todos os outros foram vendidos.

Mas não foi uma missão fácil (embora nem tenha acabado ainda)... Pelo contrário, foi muito penosa, chata, dificil. Tinha horas que eu achava que nunca ia conseguir vender, e até pensei em aceitar a proposta de um amigo DJ que fez uma oferta no "pacote completo" com 40% de desconto, o que pra mim era demais. Achei melhor continuar anunciando os produtos nos sites de venda de produtos usados do que passar tudo pra frente de uma vez por quase pela metade do valor real deles. A persistência valeu a pena.

Acho que uma série de coisas influenciam a sua chance de vender um produto usado, e pra quem tá passando por situação semelhante, deixo aqui algumas dicas importantes que podem ajudar nessas horas de sofrimento.

1) Anuncie em vários sites e fórums ao mesmo tempo -- existem várias "comunidades" no Orkut e páginas e fan pages no Facebook específicas para compra/venda de equipamentos de som usados, é só procurar. Lá você pode encontrar possíveis interessados, e é um lugar que não cobra taxa de anúncio nem comissão de venda. Além disso você pode fazer novos contatos, trocar informações sobre equipamentos, e "falar" diretamente com o seu públic-alvo. Também é possível anunciar nos 3 maiores sites de vendas de produtos usados do Brasil, que são o Mercado Livre, o OLX e o BomNegocio.com. O Mercado Livre é o que eu menos gosto, porque cobra comissão e taxa de anúncio, e te obriga a usar o Mercado Pago, que é uma porcaria (além de ser ilegal, pelo fato de ser venda casada -- dizem!). Recomendo anunciar nos três pra ter uma visibilidade maior. 

2) Explique detalhadamente o estado do produto -- acho que o interessante neste caso é demonstrar ao comprador que você é uma pessoa extremamente cuidadosa (se for o caso, claro). Eu, por exemplo, procuro deixar claro que mandei fazer um hardcase da melhor qualidade pro equipamento (e que nunca saiu de casa sem o case), que tenho as caixas e manuais originais (pra provar que fui o primeiro dono, e que sou organizado, cuidadoso e zeloso), que nunca aluguei/emprestei o equipamento para terceiros (era pra uso próprio), e também procuro explicar que tipo de evento e com qual frequência eu os realizava (assim o comprador tem uma noção da "kilometragem" do aparelho). Também procuro informar se já realizei alguma manutenção, seja preventiva ou corretiva, se as peças são todas originais ou não, e também procuro colocar o máximo possível de fotos (do próprio aparelho, e NÃO de similares tiradas da internet), com a melhor resolução, para que o comprador possa ver e analisar todos os detalhes. Se possível também faça vídeos mostrando as funcionalidades do aparelho.

3) Faça um "follow up" no comprador, caso ele faça uma pergunta sobre o produto e logo depois "suma do mapa" -- eu costumo guardar os emails com as perguntas que me fazem, e uma vez por semana eu dou uma olhada nesses emails vendo quais foram as últimas informações passadas pelos possíveis compradores. Muitas vezes a pessoa dizia: "estou levantando uma grana, e segunda-feira que vem eu te procuro", mas raramente voltava a me procurar. O que eu fazia era justamente guardar esses emails e de tempos em tempos consultar pra ver se tinha alguém que tinha falado que ia retornar, mas não retornou. O meu papel era mandar um novo email perguntando: "e aí, resolveu alguma coisa?", ou um SMS, ou dar um telefonema, dependendo de cada caso. Acho que esse follow up ajuda bastante, porque se você não insistir até a pessoa falar "não, obrigado, eu não quero comprar", você nunca vai saber se ela realmente estava querendo comprar mesmo ou só queria encher o teu saco.

4) Tenha muita paciência -- essa é a dica mais importante. Como comentado no item 3, muitas pessoas que te procuram, na realidade, não têm a mínima condição financeira pra adquirir o aparelho que você está vendendo, algumas vezes, por milhares de Reais. Elas entram em contato com você e fazem uma oferta muito abaixo do valor do seu produto (vou comentar isso daqui a pouco), só por fazer, porque não tem dinheiro. Acho que o objetivo dessas pessoas é meio que fazer uma "masturbação mental", ou seja, elas ficam se imaginando comprando o seu produto de R$ 4 mil por R$ 1 mil (caso tivessem realmente R$ 1 mil), então elas ficam perguntando, negociando, pechinchando, fazendo ofertas malucas, mas no final das contas dali não vai sair negócio. Mas é difícil você detectar esse tipo de gente, então acho que o conselho é: pelo menos no início do contato, trate as pessoas com paciência, presteza, cordialidade, etc. Caso você detecte se tratar de um punheteiro cerebral, aí pode tratar o cara que nem comédia.

5) Tente vender o produto a um preço justo -- é difícil estimar o preço de uma mercadoria usada. Acho que basicamente o preço vai depender de uma série de coisas. Em primeiro lugar, caso o produto ainda seja comercializado NOVO, vale a pena conferir qual é o preço do produto Zero Kilometro na loja. Caso seja importado, é interessante analisar o preço de venda na loja aqui no Brasil, mas também o preço lá no exterior. Claro que nem todo mundo vai ter condição e tempo pra sair daqui do Brasil, pegar um avião pra Miami, comprar o produto lá e voltar; ou então comprar no Paraguai; mas tem muita gente que faz essa comparação, até porque hoje em dia tem frete aqui pro Brasil a um preço razoável. Geralmente a conta que se faz para se chegar ao preço do USADO em função do NOVO depende do tempo de uso, e do tipo de uso do produto. Se o uso for intenso, acho que vale a pena depreciar uns 20% por ano. Se for menos intenso, 15% ou 10%, dependendo do aparelho. Também é importante checar os preços dos concorrentes usados, e comparar com o seu. Lembre-se de levar em conta se o seu produto está muito bem cuidado ou não, o que poderia eventualmente justificar um preço maior do que o da concorrência. Outra coisa que influencia no cálculo do preço é a demanda do mercado, que tem épocas que está mais aquecida, menos aquecida, e isso também varia de acordo com a época do ano (em Dezembro as pessoas recebem seu décimo terceiro salário, então é uma época boa pra vender).

6) Não aceite ofertas muito agressivas -- se você fez uma precificação justa no item 5, não há nenhum motivo pra aceitar uma oferta de mais de 10% de desconto. Na minha opinião, 5% é o máximo de desconto que se pode dar. Eu já acho 10% muita coisa (a não ser que o mercado esteja muito fraco). Eu sei que algumas vezes bate um desespero, porque você já anunciou seu produto há uns 2-3 meses, e poucas pessoas entraram em contato, e todo mundo fez uma oferta muito abaixo do seu preço, e ninguém se interessou muito. Mas talvez conseguir vender um produto específico para DJ seja difícil mesmo, de forma que o tempo total decorrido do seu primeiro anúncio até a concretização da venda pode levar até uns 6 meses. Tenha calma e paciência, e seja firme com o comprador explicando as vantagens do SEU produto (como o estado de conservação). Faça de 5% a 10% de desconto pra ele ficar feliz, mas tome cuidado com as ofertas de parcelamento, cheque, trocas, etc. Veja abaixo.

7) Cuidado com a sua segurança -- na hora de passar seus dados pessoais, receber as pessoas na sua casa, aceitar parcelamentos ou cheques. Para não passar nenhum perrengue, recomendo receber os possíveis compradores na portaria do seu prédio (caso more em prédio), e avise antes ao porteiro que você vai receber uma pessoa estranha na portaria, e que é para ele ficar prestando atenção em tudo. Ao passar o seu endereço, não divulgue o seu apartamento (só o número do prédio), ou com quem mora -- avise ao comprador que ao chegar na portaria você estará esperando ele. Eu não recomendo também, em hipótese alguma, fazer parcelamentos ou aceitar cheques. Conheço VÁRIOS casos de amigos diretos meus que venderam nessas condições e levaram um "tombo". O ideal é receber o dinheiro à vista, em mãos.

8) Se não conseguir vender um "kit", separe-o em peças menores -- eu estava anunciando há um tempo atrás um kit contendo 2 caixas de som, 1 amplificador e 1 equalizador. Eu recebia muitas propostas pra comprar só o amplificador, ou só o equalizador, etc., mas eu nunca aceitava, pois achava que não conseguiria vender as caixas separadamente -- o que é uma inverdade. Quando eu percebi que dificilmente conseguiria encontrar uma pessoa precisando justamente do kit completo, exatamente ao que eu estava vendendo, é que eu resolvi vender as peças separadamente. Dessa forma, se você tem um "kit", seja ele de caixas + amplificador, de CDJ + mixer, ou qualquer outro, anuncie também os itens separadamente, e pondere sobre a possibilidade de aceitar ofertas para a compra de uma parte dos itens do kit. Inclusive muitas vezes você vai conseguir até mais dinheiro vendendo todas as peças separadas do que se vendesse tudo junto num pacote só, pense nisso!

terça-feira, dezembro 13, 2011

REVIEW BRAZUCA (EM PORTUGUÊS) DA CONTROLADORA PIONEER DDJ-S1

Pra quem queria ver as funcionalidades e saber algumas dicas sobre a controladora DDJ-S1 da Pioneer, nosso amigo DJ e colaborador do blog Mr. Roque Junior gravou dois vídeos e colocou no youtube, e eu disponibilizo abaixo pra vocês. Sigam o canal dele no youtube para receber as atualizações das próximas partes do review. Bom proveito!


terça-feira, dezembro 06, 2011

ONDE FAZER SUA FESTA PARA ATÉ UMAS 100 PESSOAS

Muita gente costuma me perguntar indicações de lugares para comemorar o aniversário, e geralmente querem a mesma coisa: um lugar bem localizado, com bom serviço, preços de mercado, que tenha cartela individual para controle de consumo e que se possa levar seu próprio DJ. Bem, eu mantenho a lista abaixo há um bom tempo, e agora divulgo a quem interessar possa. A ordem dos estabelecimentos foi aleatória, não quer dizer que um seja melhor do que o outro. 

1) Espaço OX no Leme (subsolo de um quiosque). Nunca fui, mas muita gente já me falou bem de lá. Dizem que é meio claustrofóbico, porque fica no subsolo e não tem janelas. Mas teria que ir lá visitar pra ver se é isso mesmo, e como estão as condições atuais do local, pois não sei como é a conservação (isso deve ser fator de ponderação, pois afinal o negócio fica na praia, e num subsolo). Não sei do preço, da qualiadde do som, mas vale a pena confirmar, pois parece ser um lugar bacana.

2) Espelunca Chic em Ipanema (na Maria Quitéria -- mas acho que mudou o nome do local. É na quadra da praia, em frente ao Empório, e para no minimo 70 pessoas). Esse é o local onde eu mais toquei como DJ em festas de amigos meus. Antigamente o contato lá era o Elson, no telefone 2247-8609. O som lá pode ser colocado bem alto, e geralmente a festa pode acabar tarde. O sistema de controle é por cartelas. Eu gosto de lá.

3) Nanquim Restaurante em Botafogo (do lado do Espaço Oi, ou algo assim). O espaço é bem legal, grande, e tem algum equipamento de DJ para usar (não sei exatamente qual, mas creio que pelo menos amplificador e caixas de som, e acho que CDJ e mixer também). Não lembro se as biritas eram muito caras. O unico inconveniente da festa é que no inicio o som tinha que ficar um pouco mais baixo porque estava tendo um espetáculo na casa ao lado, e nao poderíamos atrapalha-los. Outra coisa ruim foi que a festa tinha horario determinado pra acabar, e eles nao deram nem 1 minuto a mais, entao o pessoal que fez a festa lá ficou meio puto. O som é muito bom e alto.

4) Mensateria na Barra (Restaurante, bem legal pra fazer festas, mas é LONGE da zona sul). Eu acho legal lá porque a infra é muito boa, tanto de comida, bebida, estacionamento, segurança, Etc. Eles têm um "kit festa" com decoração também, bem bacana. Tem televisões pra colocar fotos antigas suas, se voce quiser. O som pode ser bem alto lá, e tem um clima maneiro. O problema é que é na Barra (longe?), e eu acho que é meio caro o aluguel. Vale a pena confirmar os detalhes.

5) Literato Gourmet, em Ipanema (2 andares, ambientes separados, mas os preços são caros). Minha irmã fez aniversário lá, e quando você aluga o espaço voce tem direito a 2 andares. O andar de baixo tem mesas e cadeiras, televisão, funciona como um lounge, pras pessoas conversarem. O andar de cima é onde fica o DJ, e tem um bar mais voltado pra biritas, e tem o banheiro, e o clima de festa. O problema de lá é que não podia, pelo menos na época, colocar som muito alto, porque o teto é daquele tipo retrátil, então não confinava muito o som. Depois de certa hora de festa tem que diminuir consideravelmente o volume. O sistema de controle de biritas é por cartela, mas achei o tempo de espera para fazer o pagamento no caixa muito alto (só tinha uma pessoa atendendo). Outra coisa que ouvi pessoas reclamando é sobre o preço muito caro das biritas, parece que uma caipirinha era R$ 20, algo assim.


6) Hotel Ipanema Plaza (Cobertura). Parece que é o lugar com melhor visual e estrutura. Eles têm esquema de mesa de frios/quentes, etc. O som pode ser alto, mas até o limite que eles determinam, e justamente por isso, segundo eles, nao se pode levar o seu próprio DJ, tem que usar o DJ de lá mesmo. Deve ser o lugar mais caro de todos.

7) Ovelha Negra, em Botafogo. Trata-se de uma champanheria, na realidade. Eu não tenho certeza, mas acho que a casa não vende chopp e cerveja, por exemplo, mas só champagne. Sei também que pra fazer festa particular tem uns dias específicos na semana, e que o valor para fechar a casa para 100 pessoas era R$ 7 mil. Você pode levar seu próprio DJ, e a casa já tem sistema de P.A. (amplificador e caixas de som). A comida lá também é muito boa, tem uns quitutes irados.

quarta-feira, novembro 30, 2011

PRIMEIRO REVIEW DA CONTROLADORA PIONEER DDJ-S1

Hoje fiz o primeiro teste de mixagem na minha nova controladora Pioneer DDJ-S1. Gravei um set mixado de mais ou menos 1 hora, e já deu pra perceber bem os prós e contras do aparelho. Na realidade vou detalhar mais aqui nos pontos fracos, pois os pontos fortes são meio óbvios pra quem já conhece qualquer equipamento da Pioneer, eu acho. E outra coisa que vale ressaltar é que essa é uma primeira análise, uma primeira impressão. Talvez, com o tempo, e com o costume, alguns desses detalhes comentados sejam minimizados (até porque eu não conheço todos os recursos do software e da controladora de cabeça ainda, pode ser até que eu esteja falando alguma besteira aí abaixo, por desconhecimento mesmo).

1) Eu tenho o hábito de acompanhar as faixas que estão ENTRANDO pelo TIME ELAPSED, pra saber quando vai acabar o break e começar a música de fato, e as músicas que estão SAINDO pelo TIME REMAINING. Logo, a cada mixagem eu tenho que trocar de ELAPSED para REMAINING e vice-versa nos dois decks. Mas, pelo que eu vi, não existe um botão pra fazer isso diretamente pela controladora, mas só pelo software... ou seja, eu tenho que manter um mouse ligado ao laptop, ou utilizá-lo de forma a ter acesso ao mouse pad (e consequentemente ao teclado). Mas, pra isso ser feito, o laptop NÃO pode ser posicionado por baixo da controladora (uma das grandes propagandas feitas pela Pioneer), pois quando isso é feito o teclado e o mouse pad ficam inacessíveis. Merda. :)

2) Uma coisa pra tomar cuidado aqui: a "mini-wave" colorida que tem em cada deck, que mostra a análise gráfica da faixa de áudio que está carregada no deck, é uma coisa que pode confundir a questão do tempo que falta pra acabar a música. É que cada música tem um tempo total diferente da outra (3 minutos, 5 minutos, 8 minutos, etc), então a "quantidade de onda" que falta pra tocar ali pela mini-wave varia em extensão, de uma música pra outra. E aquilo ali também dá uma falsa idéia de tempo. Por várias vezes eu olhei pra ela, achei que faltava bastante tempo pra acabar, mas na realidade só me restavam algo como 30 segundos para realizar a mixagem.

3) Dependendo do modo de visualização que você selecionar, as informações apresentadas na tela ficam muito pequenas. Isso também depende do tamanho do seu laptop. Eu uso um Macbook Pro 13", então qualquer coisa ali naquela tela fica pequena, acredite em mim. Tem um dos modos lá que praticamente não dá pra enxergar o que tá escrito. E o pior é que você precisa muito olhar aquilo ali, para saber por exemplo em mais ou menos quantos % está o pitch que você está regulando pelo slider na controladora (a controladora nõa tem um display pra mostrar isso). Eu aconselho colocar o laptop bem na frente da sua cara, ou então usar um dos modos de visualização maiores.

4) Senti a falta também dos botões de FAST FORWARD e FAST REWIND que existem nos CDJs. Na falta deles, é necessário usar o NEEDLE SEARCH ou então colocar em VINYL MODE e sair rodando o jog pra frente ou pra trás, dependendo se você quer avançar ou retroceder. O problema de usar o NEEDLE é ele tem uma sensibilidade máxima definida (acho que só se move de 1/10 em 1/10 do tempo da faixa, o que é pouco), e isso é especialmente ruim nas faixas mais longas (um set mixado inteiro então, nem se fala). Já o problema de usar o JOG é que além de fazer um barulho ensurdecedor de SPIN no seu ouvido, fazer isso toda hora deve depreciar o jog em tempo recorde -- se você gosta do seu dinheiro, não faça isso. A única solução que eu encontrei foi a de usar o mouse direto na mini-wave da faixa de áudio que está carregada no deck, clicando no ponto da faixa que se quer acessar, mas isso novamente cai naquele problema de não poder usar o laptop por baixo da controladora.

5) O botão do MIXING CUE (pra escolher se quer ouvir no headphone mais o CUE ou mais o MASTER) é um dos que veio na controladora em "tamanho reduzido". Talvez a Pioneer tenha achado que esse botão não é muito utilizado pelos DJs. Mas eu, no caso, utilizo muito, pois às vezes quero ouvir a faixa que vai entrar SOZINHA, sem estar tocando com o MASTER. Pra mim, esse botão poderia ser maior, igual aos de equalização, por exemplo, pois do tamanho que ele é fica complicado de usar toda hora. Tinha que ser maior.


6) Reparei também que a barrinha do needle search fica muito exposta na controladora, sobretudo quando você vai precisar operar os controles de volume e equalização do microfone 1. Eu estava tocando e precisei mexer na equalização do microfone, e sem querer toquei na barra do needle search, o que fez a música "pular" de um ponto pra outro instantâneamente, estragando meu set. Tem que prestar muita atenção pra não pagar mico.


7) Por último, um comentário fanfarrão: a parte de cima do JOG é muito lisinha, e as bordas são de plástico DURO, e não MOLE, ou seja, tanto em cima quanto do lado a "pegada" não é boa, sobretudo se você estiver com a mão muito seca. A solução que eu encontrei, de imediatado, é dar uma lambida nos dedos pra deixar a mão mais grudenta. A solução de longo prazo é usar bastante a controladora pra que muita cerveja pingue em cima dela, e ela comece a ficar mais grudenta. :)


Observação final: lembre-se dessas questões de limitação do hardware, quando se faz necessária a utilização do teclado ou do mouse, no momento de adquirir um hardcase COM ou SEM plataforma para apoio do laptop por CIMA da controladora (porque ao usar o laptop por baixo a limitação é bem maior).

sexta-feira, novembro 25, 2011

REMOÇÃO DOS PÉZINHOS DA DDJ-S1

Você sabia que é possível remover os pézinhos da controladora DDJ-S1 da Pioneer? Eu não tinha visto isso em review nenhum na internet, mas dentro do próprio manual diz que você pode remover os pés, e aí a controladora fica com menos 3,5 cm de altura

Isso é útil se você pretende usá-la dentro do case, e desde que o case tenha aquele "tampo" pra apoiar laptop (ou seja, o laptop não precisa ficar com o teclado por baixo dela).

Parece pouca coisa, mas 3,5 cm x 30 cm x 70 cm correspondem a mais de 7 litros de volume que você vai economizar de espaço dentro de casa e no momento de fazer seu frete. 

A foto anexa tá meio ruim, mas dá pra ver a controladora com e sem os pézinhos.



quarta-feira, novembro 23, 2011

PRIMEIRO REVIEW DA JBL EON 515XT

Neste último sábado fiz uma festa num lugar aberto, para umas 100 pessoas mais ou menos, e utilizei minhas duas caixas recém-adquiridas JBL EON 515XT. Eu coloquei as duas suspensas sobre pedestais, mais ou menos na altura da cabeça, e liguei as mesmas usando em cada uma 2 pinos P10 mono (não balanceados), ou seja, cada caixa tinha os dois canais tocando.

No ápice da festa coloquei as duas com mais ou menos 70% da capacidade (através do controle de volume na parte traseira), e o som estava bem alto e forte (no mixer, estava batendo em 0 (zero) db, ou um pouquinho mais que isso). 

O grave da caixa não é muito profundo e definido (como num subwoofer), mas mesmo assim deu pro gasto numa boa. Ou seja, acho que nem vou comprar subwoofer, porque nem precisa necessariamente.

Claro que o som vai ficar MELHOR se usar um subwoofer, mas mesmo sem o sub já ficou bem legal. Um subwoofer decente aqui no Rio de Janeiro custa uns R$ 3-4 mil, e pesa uns 30 kg, acho que o custo/benefício não compensa. Mas vou fazer mais algumas festas antes de decidir.

terça-feira, novembro 22, 2011

ESPECIFICAÇÕES CYGNUS SA-5

Esta é a última página do manual do amplificador SA-5 da marca Cygnus, onde podem ser observadas as especificações de todos os amplificadores da linha SA da Cygnus, inclusive o SA-5. No futuro, vou dar uma scaneada em todas as páginas do manual e disponibilizar aqui.

Potência total em 4 ohms: 1500 watts RMS
Potência 4 ohms por canal: 750 watts RMS
Potência 8 ohms por canal: 490 watts RMS
Resposta de frequência: 20Hz - 80kHz
THD (medido em 8 ohms): <0,002%
Distorção por intermodulação: <0,03%
Fator de amortecimento: 500
Sensibilidade de entrada: 0,650V
Impedância de entrada: 20 kohms
Relação sinal ruído: 98 db
Proteção contra curto: sim
Proteção temperatura: sim
Consumo em repouso: 95 watts
Consumo máximo: 2000 watts
Separação de canal: melhor 80 db
Peso: 19,4 kg

Clique na foto abaixo para melhor visualizar:



sexta-feira, novembro 18, 2011

MONTAGENS ANTIGAS

Tava dando uma navegada por aí, quando resolvi procurar por um medley já pronto com montagens antigas de funk, e achei esse aqui: http://www.4shared.com/audio/DFMkhIUG/mega_medley_montagens_antigas.htm

Vale a pena ouvir :)

HARD CASE PARA DDJ-S1 DA PIONEER

Adquiri recentemente (mas ainda não chegou) a controladora da Pioneer DDJ-S1, e já estou me adiantando pra comprar um hard case pra ela. Impressionante como quase ninguém aqui no Brasil tem essa controladora, e mais ainda, quase não existem fornecedores de case pra ela. 

Só consegui encontrar os 3 modelos abaixo (de 2 fornecedores), sendo um deles sem apoio para laptop, e mesmo assim não dá pra ver direito se protegem adequadamente no interior... Alguém tem alguma idéia de onde comprar isso?

Modelo 1 - Universal Cases
Link: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-209733874-flight-case-para-pioneer-ddj-traktor-_JM


Modelo 2 - Case Sound
Link: http://www.netserv19.com/ecommerce_site/produto_106208_1489_CASE-P--MIXDECK--DDJT1--DDJS1-C--PLATAFORMA-PARA-NOTEBOOK


Modelo 3 - Universal Cases (sem apoio pra laptop)
Link: http://www.universalcases.com.br/cases-e-maletas-para-djs/controladoras/flight-case-para-pioneer-ddj-s1-serato.html

sexta-feira, novembro 11, 2011

SET DE RAGGA JUNGLE DO DUBPISTOLS

Dica do meu amigo Joca Vidal, segue um setzinho de JUNGLE do Dubpistols. Há muito tempo eu não escutava um ragga tão maneiro assim. Vale a pena conferir.


quarta-feira, novembro 09, 2011

ANÁLISE DO CLIPE DO JESUS LUZ (RUNNING MAN)

Parece que Jesus Luz decidiu que agora não vi só atacar de DJ (como se ele fosse! Rááá!), mas também vai atacar de PRODUTOR DE MÚSICA ELETRÔNICA. Veja na foto abaixo, onde ele aparece como figurante nesse estúdio aí todo montadinho (deve ser tudo falso). 

Mas o pior é que a foto se concretizou num vídeo efetivamente, que ele fez (nah! duvido!) em parceria com o Yves Larock. Vídeo, por sinal, escroto pra caralho né? Coisa ridícula os caras correndo de pela cidade inteira, por caminhos aleatórios que não fazem sentido, até se encontrarem. E que coisa mais apelativa essa parada de colocar um monte de clichê do Brasil (praia, capoeira, mulherada) pra "vender" o clip no exterior. Além disso, esse vídeo parece mais uma propaganda de telefonia celular, já que os dois passam o tempo inteiro trocando mensagems um com o outro. 

Outra coisa que eu achei engraçada é que esse as caras sensuais RIDÍCULAS do Jesus Luz nesse clip se parecem muito com aquelas do clip "O Padre Gato" do Hermes e Renato (veja o vídeo abaixo e compare).




Mais uma: por que é que eles estão correndo desesperadamente, como se estivessem atrasados para um compromisso, se ambos pararam no meio do caminho pra dar um mergulho na praia ou pra dançar capoeira??? Que porra nonsense!

Pra finalizar, que coisa ESCROTA o DJ Jesus Light fingindo que tá tocando a música junto com o outro DJ infeliz, ambos fazendo 1 zilhão de movimentos siriricais nos knots do mixer AO MESMO TEMPO. Acho que eu nunca conseguiria imaginar qual o resultado sonoro que sairia de um malabarismo deste calibre. Imagina o CIRCO.

Mas... calma! Felizmente, todos nós sabemos que isso seria totalmente impossível de acontecer de fato, pois um som bizarro desse tipo não seria agradável a ninguém, e mais que isso, principalmente, nós sabemos que DJ Jesus Light não sabe mixar. Prova disso é que os aparelhos estão todos desligados durante a gravação, veja nos frames capturados abaixo, onde o mixer e o CDJ estão totalmente apagados. Não tem nenhuma luz acesa no mixer nem no CDJ! :)



Porra, alô produção do Jesus Light, vambora todo mundo aí se lembrar de LIGAR os aparelhos na tomada nas próximas aparições do nosso DJ espiritual!


E finalmente, o vídeo. Acesse, para dar um dinheirinho pro Jesus.



segunda-feira, novembro 07, 2011

HARDCASE COM SUPORTE PARA LAPTOP

Estava pesquisando hardcases para comprar para meu próximo equipamento, seja ele CDJ ou CONTROLADORA, e encontrei este aqui bem bacana, que já tem com um suporte para Laptop. Boa a idéia, né?


domingo, novembro 06, 2011

RIO SCENARIUM -- LIXO

Ontem, 05 de Novembro, um sábado, fiquei na dúvida se ia pro tradicional Bar Bukowski ou pro Rio Scenarium. Resolvi dar uma variada, e fui pro Rio Scenarium. Dessa vez vou tentar não só falar MAL, mas também destacar as coisas boas da casa, pros desavisados.

Começando pelas coisas boas, acho que o lugar é super tradicional, atrai turistas do Brasil e do mundo inteiro também, o "ambiente de antiquário" é bem bacana e rústico, e tem espaço sobrando pra umas 4 mil pessoas (imagina quanto dinheiro o dono da casa não ganha!). Outra coisa legal de lá é que tem uns 10 bares espalhados por todos os andares, o que torna a tarefa de pedir uma cerveja uma coisa relativamente fácil. Pedimos uma porção de pastéis de carne que levou uns 3 minutos para chegar à mesa, muito rápido também. Eu gosto do atendimento dos barmen e garçons que trabalham lá, estão de parabéns.

Agora olhando por um outro lado, eu já não sou fã de samba, chorinho, essas porcarias, então musicalmente o local pra mim é uma derrota total. O DJ também não colabora, coloca umas músicas desconhecidas (quando tá rolando um pop), e ainda fica berrando no microfone a toda hora, parecendo um baile funk na favela (ridículo). 

Outro ponto negativo é que lá eles não vendem Redbull, e também nenhum energético, o que eu acho extremamente caído. Como é que uma casa noturna não vende energético????

Agora, a segunda pior coisa do Rio Scenarium é a fila, tanto pra entrar quanto para sair. Chegamos no local umas 23h, e a fila ia da porta da casa até a próxima esquina. Quando nos posicionamos na fila, ela ainda cresceu mais até a metade do próximo quarteirão. Tudo bem que andava rápido, levamos uns 45 minutos para entrar, mas era algo de monstruoso. E outra: fila pra entrar, tudo bem, mas e a fila pra SAIR? Acho um absurdo ter que ficar 1 hora em pé para conseguir fazer um pagamento de uma cartela (essa eu tive que furar)...

Finalmente o fator mais negativo da casa é a frequencia. Tudo bem, algumas pessoas não escolhem se vão ser ricas ou pobres, se vão morar bem ou mal, se são feias ou bonitas, se sabem se arrumar ou não, se têm educação, se têm todos os dentes na boca, e eu não estou culpando ninguém por isso nem querendo ser  preconceituoso, mas o tipo de pessoa que vai lá é muito baixo nível. Como é que um lugar consegue atrair tanta gente esquisita, que não sabe nem falar direito, mal educada, etc? Sem falar na quantidade absurda de gringos querendo encontrar uma piranha brasileira pra conseguir sexo fácil. Eu posso falar isso tranquilamente porque eu sou feio e moro mal, mas eu procuro ser uma pessoa civilizada -- e isso não acontece muito por lá, o ambiente é extremamente hostil e de baixíssimo nível, e eu não frequento esse tipo de lugar mais.

segunda-feira, outubro 31, 2011

COMO FAZER DOWNLOAD NO SOUNDCLOUD

Alguma vez você já se deparou com um set mixado bem legal no Sound Cloud, mas o DJ que fez o upload não habilitou a opção de download? E agora, como fazer pra ouvir no iPod, no mp3 player? Existe uma solução...

1. Vá até a página do set mixado no Sound Cloud que você quer baixar. Exemplo: http://soundcloud.com/dubpistol/dub-pistols-d-b-mix-2-1

2. Exiba o código-fonte da página em questão. No Firefox, vá em Ferramentas, depios Desenvolvedor Web, depois Código-Fonte (ou aperte CTRL+U direto).

3. Procure no código-fonte por "window.SC.bufferTracks.push" (sem aspas).

4. Ao encontrar esta parte, procure na mesma linha do código por um endereço que se assemelhe a algo como isto aqui: "http://media.soundcloud.com/stream/8Dsn6e8o47OB?stream_token=CERvF" (repare que o endereço começa por http://media...)

5. Basta agora copiar o link que foi encontrado na etapa 4 e colar no seu navegador. Vai aparecer um "player" pra você tocar a música. Basta clicar em qualquer ponto da tela com o botão direito do mouse e dar um "Save as...", e escolher a pasta e o nome do arquivo destino.



FIM


ATENÇÃO: esse post é para fins didáticos/informativos, somente. Lembre-se de observar as leis relativas a direitos autorais no seu país/região! 


Fonte/Créditos: http://wotwefink.net/forums/showthread.php?t=10365

quarta-feira, outubro 26, 2011

RED BULL B-BOYZZZ

Essa realmente é uma parada muito sinistra de se aprender. Além de ser um EXCELENTE exercício físico né?

terça-feira, outubro 25, 2011

MELHOR SET DE DRUM & BASS DO MUNDO

Sem dúvida nenhuma, esse é o melhor set de Drum & Bass que eu já ouvi na vida, da época que o Shy FX tocava um clownstep pesado pra cacete, ao invés de ficar tocando só reggae. Quem tá de MC com ele é a MC Tali.

Pra escutar decentemente, baixa a mp3, e bota pra tocar num som que necessariamente tenha subwoofer. Se prepara. :)

domingo, outubro 23, 2011

SISTEMA DE P.A. PARA DJ -- O QUE COMPRAR?

Descobri há pouco tempo que atualmente os DJs estão comprando caixas ativas (amplificadas) ao invés de utilizarem caixas passivas ligadas a amplificadores de potência. Acho que é uma tendência bem forte no mercado, assim como foi na época em que passou-se a utilizar CD ao invés de discos, e mp3 ao invés de CDs.

Atualmente eu tenho um P.A. composto por um amplificador Cygnus SA-5 de 1500W de saída em 4 ohms e duas caixas de 12” com 350W de potência cada em 8 ohms. O amplificador deve pesar uns 40kg, e cada caixa 23kg. Meus problemas são três: (1)  dores na coluna pra carregar esse peso todo pra cima e pra baixo, (2) falta de grave nas festas em que eu faço/toco e (3) medo de ficar “vendido” caso o amplificador queime no meio da festa.

A solução para o problema (2) seria comprar um subwoofer adicional para o setup. Mas isso pioraria o problema (1), e além disso meu carro atual não comporta um volume adicional desta proporção. Essa solução está descartada.
Para resolver o problema de falta de grave, ou eu teria que comprar um subwoofer, de qualquer maneira, ou comprar caixas de 15” bem potentes e com projeto que proporcione este tipo de som. Mas mesmo assim uma caixa de 15” que toca todas as frequências jamais vai tocar igual a um subwoofer feito somente para isto. Claro que depende da caixa de 15” e depende do subwoofer de 15”, mas eu estou falando de uma maneira geral, se compararmos equipamentos do mesmo padrão.

Pra resolver o problema (1), eu precisaria comprar um equipamento do tipo portátil (mais leve). A JBL por exemplo tem um modelo novo de caixa ativa que é extremamente focada em portabiliadde, de 15kg por caixa, somente (é o EON 515 XT). Mas essa caixa não vai proporcional um grave igual ao de um subwoofer, com certeza. 

Para resolver o problema (2) sem comprar um subwoofer, só comprando caixas de 15” bem poderosas, mas isso afeta o problema (1), pois as caixas mais potentes são mais pesadas. Dado este cenário, as possíveis soluções são:

Solução (a): comprar 2 caixas ativas de 12”e 1 subwoofer ativo de 15”. Esse setup caberia dentro do meu atual veículo e resolveria parcialmente o problema (1), pois o subwoofer é bem pesado de carregar, e também o problema de grave (2) e o problema (3), pois caso o subwoofer queime, ainda restam as caixas que tocam médio-agudo (não é a mesma coisa, mas pelo menos a festa não pára), e caso uma das caixas de 12”queime, ainda resta a outra caixa (e convenhamos, dificilmente as duas caixas de 12” vão queimar ao mesmo tempo, salvo algum pico de tensão imprevisível). Essa solução é, teoricamente, a mais barata de todas, pois as caixas de 12” não precisam ser muito potentes, e nem o subwoofer. Para resolver este problema seria possível comprar 2 caixas Selenium 1202ª a R$ 1.600,00 cada, e um subwoofer a uns R$ 2.500,00 – Total R$ 5.700,00. Com este setup, as duas caixas de 12” somente poderiam ser utilizadas em festas menores ou em apartamentos (de até 60 pessoas), e o setup completo (com subwoofer) poderia ser adicionado em festas maiores ou em lugares abertos ou com público maior. Há a opção de utilizar das duas formas.

Solução (b): comprar somente 2 caixas ativas de 15”, sem subwoofer adicional. Para isso, as caixas precisam ser bem potentes, como por exemplo uma RCF ART 725-A. O problema é que uma caixa deste tipo custa uma pequena fortuna (R$ 7 mil cada, em SP). Essa solução resolve parcialmente o problema (1), mas certamente é melhor do que a solução (a), pois uma caixa dessas deve pesar um pouco menos que um subwoofer.  O problema (2) também estaria parcialmente resolvido, pois afinal uma caixa de 15” bem robusta e potente fala bastante grave, mas provavelmente não igual a um subwoofer dedicado a esta função. O problema (3) também estaria coberto, pois se uma caixa queimar ainda resta a outra para salvar (salvo em caso de pico de luz no sistema inteiro). Essa solução custaria uns R$ 14.000,00, ou menos, dependendo do padrão da caixa a ser utilizada. Sempre as duas caixas teriam que ser utilizadas nas festas.

Solução (c): comprar 2 caixas ativas de 15” não necessariamente muito poderosas, e mais um subwoofer ativo de 15”. Neste setup, como existe um subwoofer para sustentar os graves, as caixas de 15” não precisam ser extremamente poderosas, ou seja, podem ser caixas portáteis, mais leves, que apresentam menos grave. Uma possível caixa ativa para este caso seria a JBL 515 XT, que tem amplificador Crown e  uma potência de 625 W cada, custando uns R$ 3.500,00 cada. Neste setup, assim com na solução (a), no caso de uma festa menor, somente as caixas de 15”podem ser utilizadas (sem o subwoofer), mas neste caso, em comparação com a solução (a), existe uma maior garantia de que as caixas vão sustentar um grave mais eficiente (mesmo sem o subwoofer). No caso de uma festa maior, as caixas de 15” podem ser utilizadas juntamente com o subwoofer ativo de 15”. Esta solução resolve mais plenamente o problema (1), pois as caixas de 15” são bem leves (15kg cada), e o subwoofer não precisa ser sempre utilizado. O problema (2) também é resolvido com a utilização do subwoofer, e o problema (3) também é resolvido pois já foi explicado que caso o subwoofer queime, ainda restam as duas caixas de médio-agudo (que ainda têm um grave melhor do que a solução com caixas de 12”), e caso uma das caixas de 15” queime, ainda resta a outra caixa de 15” e mais o subwoofer. Esta solução custaria uns R$ 9.500,00 (2 caixas ativas de 15” + 1 subwoofer ativo de 15”).

CONCLUSÕES

A solução (a) é a mais barata, mas tem a desvantagem de que possui caixas de 12” (pequenas), ou seja, limita bastante a quantidade de festas possíveis de ser fazer SEM a utilização do subwoofer (só uma pequena parcela delas).

A solução (b) é a mais cara de todas, e a mais limitada, pois como não possui subwoofer, as duas caixas (pesadas) terão sempre que ser utilizadas. Por um lado as festas pequenas estarão sempre garantidas de ter um bom grave, mas as festa maiores não necessariamente terão um grave tão poderoso.

A solução (c) é a intermediária em termos de preço, e a que possui melhor solução dos problemas apresentados, pela flexbilidade de utilização do subwoofer ou não.

Logo, a melhor solução é a (c) (melhor custo/benefício). Acredito que a solução (a) tenha um melhor custo/benefício que a (b), que é a mais cara de todas e com maiores riscos.

quarta-feira, outubro 12, 2011

BLACK BAR LEBLON -- UMA VEZ PRA NUNCA MAIS

Já havia passado pela porta da casa umas duas vezes pra fazer um pré-night, mas me assustei com o fato do local ser, teoricamente, um bar, e ter consumação mínima de R$ 50. Mas ontem foi uma data especial, aniversário de uma velha amiga, então tive o desprazer de entrar no BLACK BAR, no Leblon, que fica ao lado da boate Melt.

Esse foi um dos piores lugares que eu já fui na minha vida. Se você nunca foi, não perca seu tempo. Vamos começar a malhar a casa então. O local em si é bem pequeno, muito apertado. O pessoal da entrada faz questão de deixar entrar todo mundo que chega, então o ambiente fica intransitável. Fora a quantidade de clientes (muito mal educados e de narizinho em pé) que ficam de pé, que ocupam todos os espaços possíveis, a quantidade de garçons circulando é bem grande, e eles são muito mal educados; saem empurrando mesmo, sem pedir licença. Um amigo meu um pouco mais estressado deu um esporro absurdo em um deles, e que ainda era esguio, poderia ter um pouco mais de boa vontade e passar pelas frestas, ou mesmo pedir licença com educação ao invés de sair empurrando. 

Outra situação bem chata é que tem uma servente meio gorducha que fica passando pra lá e pra cá com uma vassoura e um balde na mão, também sem pedir licença e com muita pressa de chegar.

O atendimento do bar é um lixo, demora muito. Quase cheguei a sugerir ao gerente que trocasse uns 2 garçons por 2 barmen, pois isso diminuiria o fluxo de garçons atropelando as pessoas pelos corredores e aceleraria a produção de coquetéis. Isso porque a faixa etária da parada é BEM alta (várias coroas tipo Gretchen), então a grande maioria consome drinks (e não bebidas prontas como cervejas), o que requer um número maior de preparadores de drinks. 

E os próprios garçons ao invés de tentarem amenizar a situação, só pioram: eu estava à beira do bar tentando pedir uma cerveja (sem sucesso), e comecei a perguntar aos garçons que entravam e saiam o tempo todo do bar se um deles poderia pegar uma cerveja pra mim, quando recebi uma resposta ríspida de um deles do tipo "rapaz, eu não tô podendo não, pede pra ele aqui ó", e apontou para o barman. De volta à estaca zero.

Agora, a pior característica da casa, sem dúvida nenhuma, é o garçom cabeleira que resolve "atacar de DJ". Pois é, eu acho que os caras resolveram economizar na contratação de um profissional de fato, e colocaram alguém que parece ter vindo direto do trabalho como coiffeur num salão de beleza (!), com um headphone quebrado e um case de CDs gravados, trabalhando de dentro do balcão de bebidas (quase confundi com o garçom, e não foi uma vez só não). 

Porra Sr. dono do Black Bar, pelo amor de Deus, pelo menos coloque alguém pra tocar que saiba o que é MIXAR uma música com outra, porque se for pra ouvir um sambinha a cada troca de música eu vou na quadra do Salgueiro que é melhor. RIDICULO colocar um cara pra tocar que não tem idéia do que é fazer uma mixagem. E o pior de tudo é que tinha um bando de véia sacudindo o esqueleto pra um lado e pro outro, sem nem se ligar... Nunca mais volto nessa espelunca.