Tá pra sair aí uma nova controladora da Pioneer para Mac, semi-profissional, ao que parece, mais simples e mais barata do que os modelos DDJ-S1/T1. Confere aí.
sexta-feira, setembro 30, 2011
terça-feira, setembro 20, 2011
MÚSICA DE DISCOTECA (ANOS 70)
Essa é da época que a galera não usava fio dental (em nenhum dos sentidos da palavra), bem na migração dos bailes de orquestra para o que hoje é conhecido como discoteca/balada/boate, ou seja lá como se queira chamar.
O mais maneiro é que na reportagem o narrador fala que a "onda" das "músicas de discoteca" é utilizar sucessos do passado remixados com a batida dançante -- acho que isso não mudou muito daquela época para cá não!Veja na reportagem da Globo.
COMPRA E VENDA DE INGRESSOS PARA O ROCK IN RIO 2011
E pra quem tá querendo comprar ou vender ingressos para o Rock in Rio 2011, tem uma página no Facebook com milhares de anúncios de compra, venda e troca de ingressos. O problema, na minha opinião é que tem muita gente vendendo ingresso a R$ 250, R$ 300, quando o preço de custo é R$ 190 (inteira). Acho engraçado que essas pessoas estão auferindo lucro da negociação de ingressos, o que caracteriza CAMBISMO, e são essas mesmas pessoas que reclamam dos cambistas nas portas dos shows. Vai entender! O site pra fazer os escambos é este aqui.
segunda-feira, setembro 19, 2011
COMO ESCOLHER SUA FESTA DE REVEILLON
Já vi algumas pessoas comentando/perguntando qual seria a melhor festa de Reveillon aqui do Rio de Janeiro. Bem, eu já fui a 3 festas diferentes nos últimos 5 anos, e posso dar alguns insights. Use as recomendações com cuidado, pois é bom lembrar que o orgnizador da festa pode ter mudado de um ano pro outro, ou então ter melhorado significativamente os aspectos que eram negativos, etc. Eu imagino que a tendência de uma festa que foi ruim em um determinado ano seja melhorar nos anos seguintes, e as festas que já eram boas se tornarem melhores ainda. Na minha opinião, é importante avaliar alguns critérios-chave como por exemplo:
(a) as bandas/DJs que vão se apresentar;
(b) qual a empresa que está organizando;
(c) a estrutura e acesso ao local do evento;
(d) os serviços de comida e bebida que serão oferecidos, e finalmente;
(e) o preço do "pacote".
De qualquer forma, a opinião dos amigos que foram às festas nos últimos 2 anos, no máximo, é o critério MAIS IMPORTANTE, então consulte já os seus. E vamos às mini-resenhas.
(a) as bandas/DJs que vão se apresentar;
(b) qual a empresa que está organizando;
(c) a estrutura e acesso ao local do evento;
(d) os serviços de comida e bebida que serão oferecidos, e finalmente;
(e) o preço do "pacote".
De qualquer forma, a opinião dos amigos que foram às festas nos últimos 2 anos, no máximo, é o critério MAIS IMPORTANTE, então consulte já os seus. E vamos às mini-resenhas.
JOCKEY -- essa foi precisamente no reveillon de 2007. O nome da festa é Rio Reveillon, e o ingresso custou uns R$ 240 na época, e era permitido levar seu próprio espumante. Ainda bem que eu levei, porque o serviço de bebidas da festa parecia uma choppada mal organizada. Era uma fila bizarra pra pegar a bebida, a cerveja estava quente, o copo de uísque daqueles pequenos de 200 ml, não tinha um balde de gelo pra colocar a champagne que eu tinha levado, não tinha lugar na mesa pra sentar... Além disso, nem consegui chegar perto da comida, pois era uma fila interminável, num lugar extremamente barulhento e com um cheiro horrível de gordura/fritura no ar. A idade média da molecada era MUITO baixa, me senti um Tio Sukita. A pior coisa foi o fato do espumante da festa só ser servido de 23h30 à 01h00 -- nem preciso dizer que nem consegui ver a cor dessa bebida... Não recomendo, nota 4.MAM -- essa eu fui no reveillon de 2005, se não me engano. O organizador da festa é o mesmo até hoje, pois o nome da festa continua sendo Reveillon da Cidade Maravilhosa. O preço foi uns R$ 350, se não me engano. Na ocasião dessa festa, lembro que algumas coisas bizarras aconteceram. A primeira delas foi ter faltado copo de plástico transparente/duro pra beber champagne (que eu tinha levado meu espumante nessa também). A comida da festa era servida numas cumbucas coloridas que pareciam de presidiário, e não havia talher para usar -- tinha que comer com a mão mesmo. Detalhe que a comida era um macarrão com presunto nojento, com molho ralo. Também lembro que o ar-condicionado da pista interna (DJ Marlboro) parou de funcionar no meio da festa (verão carioca bombando, imagine...), e que o tapete que estava no chão se despregou e virou um BOLO de pano largado no meio da pista, que nem uma baleia encalhada. Nota 5.
HOTEL INTERCONTINENTAL -- melhor festa do Rio de Janeiro, organizada pela galera do EMOCIONA, chama-se Reveillon Carioca. Já fui 2 vezes, e se não me engano o preço é uns R$ 300-400. Simplesmente a festa tem todas as bebidas liberadas do início ao fim, sem faltar nada, e de marcas boas: Absolut, Red Label, Redbull. Além disso tem sorvete Hagen-Dazs liberado, e um jantar/buffet muito BOM preparado pela equipe do próprio hotel, com uma fila muito rápida, de uns 5-10 minutos somente. No final da festa, café da manhã liberado, preparado pela mesma galera do jantar, ou seja, de igual alto nível. Geralmente a festa tem 2 pistas, uma mais eletrônica, e outra mais hip-hop/funk ou com show de alguma banda tipo Evandro Mesquita, ou MC Sapão, por exemplo (ilustrativo). No caso desse ano, teremos Santa Clara, Sapucapeto e MC Marcinho. Na hora da virada é possível sair do hotel e ver os fogos na praia de São Conrado, e depois retornar para a festa, usando uma pulseirinha. Nota 10.
---=== OUTRAS FESTAS ===---
MORRO DA URCA -- nunca fui, mas já me falaram que é uma festa alto nível e principalmente com um visual legal, pois dá pra ver a cidade inteira, e os fogos de vários lugares diferentes.
MARINA DA GLÓRIA -- na época que tinha show da Ivete o preço era comparável ao do Hotel Copacabana Palace, mas também devia ser uma boa festa. Também nunca fui nessa, mas me falaram que é alto nível.
HOTEL COPACABANA PALACE -- evento organizado pela Let's Groove, parece ser a mais cara e VIP festa da cidade, mas também o preço é 3 ou 4 vezes o do segundo colocado, então acho que não vale a pena.
PALAPHITA -- foi iniciado, se não me engano, pela galera da MOO ou de alguma dessas festinhas descoladas. Não soube de ninguém que tenha ido, então não sei se foi legal. Mas fico com a impressão de que o som não pode ser muito alto, pois existem muitos prédios em volta. Em compensação, tem o mega visual da Lagoa.
DJ LUZ É MAIS FAKE DO QUE NUNCA
Pra quem ainda não sabia... DJ Jesus Luz não é DJ de verdade, só finge que está tocando e fica agitando os braços pra lá e pra cá, tipo "bonecão do posto".
Um fake TOTAL, um BIG #FAIL e uma cena vergonhosa pros DJs que lutam tanto pra fazer a sua carreira com base em muita pesquisa musical, bom gosto, inteligência na hora de fazer a pista bombar, que gasta dinheiro na compra de equipamentos, softwares, faz cursos, viaja, se atualiza, etc. Veja o vídeo abaixo e reforce suas conclusões de que ele deveria aparecer tocando somente no blog MNBPPF.
Um fake TOTAL, um BIG #FAIL e uma cena vergonhosa pros DJs que lutam tanto pra fazer a sua carreira com base em muita pesquisa musical, bom gosto, inteligência na hora de fazer a pista bombar, que gasta dinheiro na compra de equipamentos, softwares, faz cursos, viaja, se atualiza, etc. Veja o vídeo abaixo e reforce suas conclusões de que ele deveria aparecer tocando somente no blog MNBPPF.
segunda-feira, setembro 12, 2011
FESTA COORDENADAS CARIOCAS
Final de semana que vem, mais precisamente dia 17 de Setembro, vai rolar mais uma edição da festa Coordenadas Cariocas no Vivo Rio. Parece que o som que rola é meio rock n roll, soul, grooves, etc. Dá um confere no site da festa que rola uma rádio online, dá pra ter uma boa noção. Só não consegui descobrir ainda se é uma festa de SP que veio pro Rio, ou uma festa do Rio que já tá rolando em SP.
quarta-feira, agosto 31, 2011
BINGO PLAYERS - CRY (JUST A LITTLE)
quinta-feira, agosto 11, 2011
MIGRANDO DO SERATO SCRATCH LIVE PRO ITCH
Eu sou usuário do Serato Scratch Live. Pra quem não sabe, é aquela interface que permite que você toque com um CD ou Vinil "codificado", pra poder usar as mp3 que você tem organizadas nas suas bibliotecas do laptop. Mas ultimamente tenho ficado meio de saco cheio de carregar um case ENORME com 2 CDJ-800 e mais um mixer pra lá e pra cá -- é bastante pesado, acredite. Além de pesado, ocupa um volume enorme, não está mais sendo prático, já que nunca mais ninguém tocou com CD.Estive pensando em trocar para uma controladora mais compacta, tipo aquelas da M-AUDIO, Numark ou Pioneer. Mas estava esbarrando com um problema: dependendo pra qual plataforma eu fosse migrar, teria que refazer toda a minha biblioteca (se chamam "crates" no Serato) na plataforma nova. Sobretudo se fosse pra um sistema diferente, de outro fabricante.
Foi aí que, pesquisando, descobri que o Serato ITCH (que permite usar controladora) tem compatibilidade (total?) com os crates, loops, cue points feitos no Serato Scratch Live. Então descobri que, caso queira realmente migrar do CD pra uma plataforma digital mais moderna, e sem perder toda a minha organização de músicas já existente, a boa é trocar para o ITCH.
Pra falar a verdade, na minha última viagem aos EUA achei essa controladora DDJ-S1 da Pioneer uma belezinha. Ainda tem um espaço embaixo dela pra encaixar o laptop e ficar tudo mais compacto ainda. O legal de comprar equipamento da Pioneer é que você tem a garantia de que tá comprando algo de qualidade, que vai durar muitos e muitos anos.
Pra falar a verdade, na minha última viagem aos EUA achei essa controladora DDJ-S1 da Pioneer uma belezinha. Ainda tem um espaço embaixo dela pra encaixar o laptop e ficar tudo mais compacto ainda. O legal de comprar equipamento da Pioneer é que você tem a garantia de que tá comprando algo de qualidade, que vai durar muitos e muitos anos.
Fonte de informação: http://serato.com/manuals/itch/software/2.0/organizing__managing_your_library (na seção Serato Scratch Live Compatibility)
quarta-feira, agosto 10, 2011
TENDÊNCIA DE ALTA
Já comecei a procurar remixes maneiros das músicas listadas abaixo, que parece que estão começando a bombar por aí. Se tiver alguma sugestão, manda aí pra gente.
1. Bruno Mars - Talking to the Moon
2. Lady Gaga - The Edge of Glory
3. Katy Perry - Last Friday Night (T.G.I.F.)
4. Rihanna - California King Bed
5. Shakira feat. Pitbull - Rabiosa
6. Britney Spears - I wanna go
7. Avril Lavigne - Smile
8. Beyonce - Best Thing I Ever Had
Ah, 8 músicas tá legal já. Então, são essas aí. Vamos à caça dos remixes decentes. :)
AZARI & III - HUNGRY FOR THE POWER
Baixei essa música outro dia desses, foi dica de alguém que também não estou me lembrando agora. Ou então eu escutei no set de alguém e usei o Sound Hound pra descobrir qual era o nome da música. Vai saber? Mas a música é maneira, meio Techno, meio Deep... Na realidade meio melancólica, mas tá valendo. Vê se tu curte, mermão, Azari & III - Hungry for the power (Jamie Jones remix).
segunda-feira, julho 25, 2011
LBF NA VIDEOATAQ
Amanhã (terça-feira, dia 26/07/2011) vai rolar um evento sobre VJing no Solar de Botafogo, e na abertura teremos 2 DJs amigos, da festa Little Black is Fuck (na qual eu já toquei umas 2 ou 3 vezes como DJ convidado). Vale a pena um confere na página do evento, e também na página do evento no Facebook. Partiu?
quinta-feira, julho 21, 2011
HEADPHONE BEATS BY DRE CLONADO
Você é DJ, e tá querendo comprar o headphone da modinha, que todo mundo tá usando, pra tirar onda por aí? Quer adquirir o super foda e famoso BEATS BY DRE, mas tá sem grana na conta?
Ahá! Seus problemas acabaram! Chegou o BEATS BAI DRÊ falsi, diretamente da China, a um precinho que você PODE pagar! Não deixe para amanhã, faça o seu pedido HOJE e receba grátis um cupon que te dá o direito que aparecer no site MNBPPF!
Não seja burro de comprar o original, pois ele vai se quebrar em menos de 1 mês anyway, então compre o modelo chinês e economize CENTENAS DE DÓLARES! :))
segunda-feira, julho 18, 2011
NAMORADA DO DJ
Ontem fui numa festa, dessas particulares, feitas dentro de uma casa de festas, onde você coloca só os seus convidados lá dentro, e o DJ está lá trabalhando exclusivamente para você. DJs que trabalham em festinhas deste tipo, e que possuem namorada, volta e meia levam as namoradas consigo para as festas. Não porque ele queira levar a namorada, ou mais ainda, porque PRECISE da presença dela pra ajudar em alguma coisa (muito pelo contrário, isso atrapalha, por vários motivos), mas normalmente porque a namorada fala que vai pra festa junto com o namorado DJ, e pronto.
Creio que as namoradas devem achar que o DJ-e-namorado vai ser paquerado/xavecado pelas mulheres da festa (como se ser o DJ fosse um graaaaaande chamariz para a mulherada... NOT), ou pior ainda, vai ficar azarando/xavecando as mulheres da festa, talvez entre uma mixagem e outra. Por isso elas vão lá, pra ficar de cães de guarda, tomando conta do namorado, para impedir que uma coisa dessas aconteça.
Não existe nenhuma outra coisa que elas possam fazer lá, nada que possam ajudar, colaborar, contribuir -- exceto por ir ao bar pegar biritas. Creio que algumas namoradas acham que podem fazer companhia ao namorado. Acho difícil, isso não funciona, pouco dá pra ficar batendo papo no momento de trabalho, pelo contrário, atrapalha. Eu, pelo menos, prefiro estar sozinho do que ter que ficar batendo papo com alguém.
Será que elas poderiam ajudar a carregar o equipamento de som? Também acho difícil, elas não têm força pra carregar amplificador ou caixa de som com falante de 15"... Ajudar nas mixagens enquanto você vai ao banheiro dar uma mijada? Não. Atuar como promoter, distribuindo seus cartões de visita aos participantes da festa? Pode ser... Sugerir músicas para mixar na sequência? Algumas namoradas têm bom gosto, sim, pode ser. Filmar e tirar fotos do evento, das pessoas bonitas, de você tocando? POde ser!
Bem, no final das contas, elas podem contribuir muito pouco, e em áreas muito específicas (buscar birita, sugerir músicas, digamos, sertanejas, tirar fotos e fazer vídeos), fazendo com que o ônus da presença delas seja muito alto. Então, se você tiver voz ativa em casa, convença a sua namorada de que ela nada tem a contribuir com o seu trabalho. É, aquilo é um trabalho, você não está indo na festa pra curtir, beber até cair, ouvir música, conhecer pessoas, falar com a mulherada. Tem que mixar direitinho, pensar na próxima música, tem que ouvir os pedidos das pessoas que estão curtindo a festa, etc.
Resolvi escrever sobre isso porque fui numa festa no sábado em que o DJ estava com a namorada a tira-colo. Ela ficava sentadinha numa cadeira bem atrás dele, escondida pelo corpo dele.
Reparei, inclusive, que eles discutiam por algum assunto crítico para a relaçao deles, ela toda hora voltava ao tema, entre uma mixagem e outra, e o cara tentando resolver o problema momentaneamente, e voltar ao trabalho, e ela dando pinta de que tava chorando, e o cara tentando agora resolver 2 problemas (ele poderia ter tido 1 só, tocar na festa, caso não tivesse levado a namorada chorona).
Fiquei com pena do cara, sinceramente, porque a namorada dele realmente parecia estar triste por algum motivo (não sei se brigaram, ou foi algum evento exógeno ao sistema), e ele podia ajudar muito pouco durante aquela situação.
Aconteceu uma coisa bem parecida comigo numa festa que fiz uma vez numa cobertura absurdamente THUG STRONDA na Lagoa, aqui no Rio. Estava tocando no segundo andar do apartamento, era um Duplex com cobertura mas algumas pessoas estavam do lado de fora, na varanda, dentro da piscina, ou se entulhando umas em cimas das outras em cima do sofá.
Algumas outras ficavam lá no andar de baixo conversando (onde o som era mais baixo), ou indo ao banheiro que tinha por la. Fato é que minha namorada, na época, me acompanhou nessa festa, e não havia muitos amigos nossos em comum por lá, e começou a beber MUITO além da conta, e começou a se sentir mal...
Daí foi no banheiro do andar de baixo para vomitar... Vomitou a sua alma. Eu fiquei sabendo porque eu coloquei uma música no som que era meio longa, e fui acompanhando pelo meu relogio de pulso em quanto tempo eu teria que retornar ao som para colocar a proxima musica. Desci, mandei ela abrir a porta do banheiro, e lá estava ela estatelada no chão, abraçando a privada, e colocando tudo pra fora...
Mas também tava meio chapada, meio inconsciente, eu precisava estar ali com ela segurando a cabeça dela, ajudando ela a vomitar mais, ver em que ponto ela poderia ter melhorado etc. Mas, eu tinha que tocar na festa. Então o que eu fiz foi ficar subindo e descendo na casa, do som ao banheiro, do banheiro ao som, sempre durante a reprodução das músicas, e sempre fazendo o controle do tempo da música, pra não deixar acabar, através do meu relógio de pulso.
No caso mencionado acima, se ela nao tivesse ido na festa, ou se pelo menos tivesse levado algumas amigas prestáveis, elas poderiam fazer esse papel pra mim. Aliás, era uma coisa que eu ia comentar: a unica forma de fazer com que o valor das namoradas nas festas onde voce toca como DJ aumente é combinando com ela de levar as amigas, pois assim ela fica o tempo inteiro entretida, e ainda pode ajudar com aqueles lances de foto/filme e busca de biritas, que já mencionei. Inclusive, indo mais mulheres para a festa agrada mais o dono da festa, que vê que sua festa está florida.
Então, se você é o DJ, procure não levar a sua namorada. Se isso for inevitável, leve então pelo menos uma amiga dela, ou se puder, mais do que uma. Deixem elas soltinhas na festa, se divertindo, etc, mas lembrando sempre de monitorar o nível da sua bebida, para o caso de necessidade de lhe trazer outra birita novinha em folha.
Recomende a ela (na realidade, a elas) que cuide-se com relação às biritas, assim evitando passar mal, mas que se isso acabar acontecendo, pra ela pedir ajuda às próprias amigas, pois você está ocupado trabalhando, tentando fazer um trabalho sério, fazer boas mixagens, escolher boas músicas, manter a pista aquecida, a festa animada. :)
Ainda assim, o ideal é convencer a sua namorada a ficar em casa fazendo alguma outra coisa do interesse dela. É muito melhor do que ter que gastar 8 horas da vida dela à toa, sentada numa cadeira, sem falar com ninguém, entediada, com o ouvido doendo de tanto ouvir música alta, perto da caixa de som, e sem ganhar nenhum centavo por isso. Vai agregar pouco, vai gastar muito tempo, e toda essa situação pode gerar stress na relação do casal. :)
quinta-feira, julho 14, 2011
TOP 10 JUNHO
Fiz uma festa em Junho (mês passado) com os Top 40's de CLUB HOUSE da época que viajei para os EUA (Maio). Sei que tá meio tarde pra isso, mas segue aqui, na minha opinião, as 10 melhores músicas da festa. Digo, de todas que toquei, as 10 que eu mais gosto (não necessariamente as que mais bombaram). Mês que vem prometo colocar um Top 10 mais atualizado. Até lá :)
1. Martin Solveig - Hello
2. Pitbull feat. Neyo - Give me everything
3. LMFAO - Party rock anthem
4. Chris Brown - Yeah 3x
5. Tikos Groove feat Gosha - I don't know what to do
6. Taio Cruz - Higher
7. Cee-Lo Green - Fuck you
8. Taio Cruz - Dynamite
9. Britney Spears - 'till the world ends
10. The Ting Tings - DJ got us falling in love again
terça-feira, julho 12, 2011
MEGA LABOTEC -- cadê?
Alguém sabe que fim levou a loja LABOTEC? Pra quem não conhece, era uma loja muito foda de audio profissional (venda, projetos, reparos) aqui no Rio de Janeiro, que ficava na Rua do Lavradio, no centro.
O site era esse AQUI. Já tem alguns ANOS que eu passo lá na frente da loja, de vez em quando, e está sempre fechada. Ninguém atende nos telefones que aparecem no site, ainda no ar (não sei pra que). Será que se mudaram?? Por que não deram nenhuma informação aos clientes?
Meus amigos que são profissionais do ramo sempre me indicaram essa loja e também a Thunder Light, como as duas melhores do Rio.
Na Labotec tinha umas caixas daquelas de show/rave, bizarramente enormes e mega potentes, conhecidas como "geladeiras", de trocentas toneladas, com ganchos para serem penduradas, e com um acabamento externo impecável de lindo. Meu sonho era ver uma daquelas caixas em funcionamento numa das idas à loja.
Lá também rolava manutenção dos falantes Oversound, acho que eles eram tipo um centro autorizado de manutenção. Inclusive já reformei dois meus nessa loja, e o resultado ficou excelente. Uma pena que realmente os caras tenham sumido do mapa.
ADESIVO PARA LAPTOP
Não é de hoje que eu tô de olho nos DJs que usam laptop e colocam uns adesivos maneiros na tampa, pra dar uma enfeitada na peça. Os mais maneiros, na minha opinião, são aqueles meio urbanos, estilo grafite de rua, com um tag name maneiro.
Alguns sites americanos, e também alguns brasileiros, vendem o produto, e você mesmo aplica. Além daqueles imitando um grafite, os que eu também achei bem criativos são aqueles que se aproveitam do logotipo da Apple no desenho, como os que aparecem AQUI. Dá um confere e vê se vale a pena.
quarta-feira, junho 08, 2011
REVIEWS DE HEADPHONES
Achei na rede essa excelente reportagem do site DJ BOOTH, com review de vários headphones utilizados mundo afora. Só sou contra a utilização dos headphones Monster Beats by Dre por DJs, porque eles costumam dar problema muito cedo na haste que liga um phone ao outro (veja o vídeo abaixo). Um DJ profissional que submete o apetrecho a situações muito extremas, então... a peça tem que ser de qualidade, e feita especificamente para aquele propósito.
Link para a reportagem: clique aqui.
terça-feira, maio 31, 2011
NIGHTS NOS ESTADOS
Fiz uma viagem junto com outros amigos durante o mês de Maio pelos Estados Unidos. E, como em todas as minhas viagens, a trabalho ou para fazer turismo, não poderia deixar de conhecer as nights/baladas de cada cidade, pra depois poder comentar aqui e colocar alguns vídeos, eventualmente.
As cidades visitadas, de oeste para leste, foram San Francisco (5 dias) e Los Angeles (2 dias) no estado da California, Las Vegas (5 dias) no estado de Nevada, New York (5 dias) no estado de New York e Miami Beach (3 dias) na Florida.
Pra começar, as músicas que tocam nas nights lá são basicamente as mesmas em todos os clubs, e os caras chamam essa seleção de "TOP 40's". Não ouvi nada muito diferente do que toca no Brasil, a não ser por um ou outro lançamento que ainda não chegou por aqui, como por exemplo a música "6 Foot 7 Foot" do Lil Wayne. Mas o que me chamou mais a atenção não foi a parte musical, mas sim a infraestrutura dos clubs, que estão muitos anos-luz à frente de qualquer coisa que exista no Rio de Janeiro, São Paulo ou outra capital por aqui.
A gente descobriu um esquema muito bom pra saber quais são e ir direto aos bons locais da cidade, onde os locais também vão, e sem perder muito tempo: encontrar um VIP HOST local, ou seja, um cara que te assessora sobre qual a melhor night daquele dia, te busca no hotel com o carro dele, te coloca pra dentro do club sem fila, e te mostra como funcionam as coisas naquele local, como é a cultura da casa, o tipo de música, os spots, etc. Isso nos custou até U$ 100 por pessoa por dia (o mais caro), e somente nos dias e em locais mais disputados pelo público. Mas, posso dizer que vale muito a pena, sobretudo se você estiver num grupo grande de homens num local que tenha uma fila muito grande (1 a 2 horas de fila, com risco de não entrar...). Um dos cavalheiros que nos prestou esse serviço foi o Mr. Pink, em Las Vegas. O bom foi que ele indicou outros amigos dele que prestam o mesmo tipo de serviço nas próximas cidades que iríamos visitar.
Mas, mesmo sem o VIP HOST, ainda é possível entrar nas nights dessas grandes capitais americanas. Se você chegar na porta e falar com o/a hostess, e estiver num grupo com mais homens que mulheres, vai ser gentilmente informado de que para entrar tem que "comprar uma mesa".
Uma mesa custa de U$ 350 a U$ 500, mais ou menos, e dá direito a uma garrafa de 1 litro vodka, somente. Se quiser beber mais, tem que pagar mais -- seja na mesa, ou no bar (mais barato).
Mas nós, Brasileiros malandros que somos, descobrimos uma outra forma de entrar sem precisar gastar os tubos... basta chegar no local da night um de cada vez, e abordar o hostess dizendo que está sozinho, e que suas "5 amigas Suecas" já entraram antes de você, e estão lá dentro te esperando. É batata: um por um, todos entrarão, com a maior calma do mundo. Mas é claro, esse esquema só faz sentido se não houver fila na porta. Caso haja fila, a melhor coisa é pagar uma mesa ou contratar um VIP HOST.
As nights que fizemos em cada cidade foram:
San Francisco
Infusion - Melhor night, melhor infraestrutura. Não se espante com a proporção absurda de chineses em relação às demais etnias do mundo. Eles chegam todos juntos de limosine, e têm 1,40m de altura, no máximo.
Redwood Bar - É um happy hour meio mistureba, tanto de pessoas quanto de músicas. É uma atração turística, pois o bar inteiro é feito da madeira de uma única árvore (redwoods são árvores colossais que existem nos EUA). Bem, me pareceu que: todo mundo sai do trabalho (de terno e gravata) e vai direto pra lá, e se mistura com umas mulheres com aspecto de prostitutas. Tem gente de todas as idades, de 20 a 60, poucos chineses, e ninguém presta atenção na música que tá rolando, por isso o DJ acaba tocando de tudo um pouco, de MINIMAL TECHNO a HIP-HOP.
Ruby Skye - Tourist trap total. Night estranha, com gente esquisita. Quantidade exagerada de pessoas com aspecto de drogadas, e o DJ era um travesti que tocava um HARD TECHNO sinistro. Assim como no Redwood, ninguém parecia estar ligando muito pra música, desde que a balinha ainda estivesse batendo forte...
Las Vegas
TAO Night Club - Segunda melhor night de Las Vegas, pelo menos das que eu fui. Fica dentro do Venetian, e quem está hospedado lá não paga nada -- basta apresentar o cartão do quarto. Foi lá que conhecemos Mr. Pink. Como toda night em Las Vegas, pode fumar à vontade lá dentro. Tinha umas mulheres contratadas pra ficar dentro de banheiras com pétalas de rosa, o que enfeita bastante o ambiente, e às vezes elas resolvem fazer massagem umas nas outras. Tem uma parte aberta que é bem legal, e o som é maneiro também.
Encore XS - Pra mim, a melhor night de Las Vegas. O club fica dentro do Encore/Wynn (ou um dos dois, não descobri direito), que é uma rede fodona de hotéis. O som é bom, o público é amigável, o local é gigante, com vários bares, vários ambientes, é fácil de pegar bebida.
Marquee - Não gostei muito porque achei o público meio mal encarado. As pessoas estavam de cara fechada, meio que esbarrando, querendo arrumar confusão. Foi uma coisa generalizada, e não um caso único isolado. Isso não aconteceu necessariamente comigo, mas vi rolar isso com outras pessoas. Ponto alto da noite foi o jato de ar GELADO que sai do teto, que algumas vezes fica ligado por várias dezenas de segundos, e que não dá pra ver nada... Doideira total, mas não recomendado pra quem tem claustrofobia.
Wet Republic - Melhor pool party. Gente maneira, clima alto astral, piscina boa, DJ animado, música boa, bar com bom atendimento, etc.
Rehab - Pool party deprimente. Não quisemos ouvir o conselho do nosso amigo Mr. Pink e fomos pra lá de qualquer jeito, ignorando os conselhos dele. Lugar esquisito, cheio de "meetheads", piscina "suja", mulheres com aspecto de prostitutas, etc. Caído, não recomendo.
New York
Kiss and Fly - Night famosa de NY, mas local extremamente disputado do lado de fora, por quem quer entrar. Parecia uma final de FLA x FLU no Maracanã. Por sorte tínhamos a companhia de um promoter local que era Brasileiro e nos ajudou de forma espetacular. O local em si é meio apertado, e quando chegamos tinha muita gente se empurrando que nem louco na pista de dança, caindo em cima das mesas de bebida, fumando maconha, etc. Ouvimos falar que era o primeiro final de semana de férias, então muita gente mais nova saiu pra night naquele dia, então pode ter sido isso.
Butter - Nightzinha no subsolo de um restaurante, clima legal, mas o espaço era meio pequeno. O som era bom também, e o atendimento do bar também. Só que, por algum motivo, a night não encheu o suficiente, e os promoters ou donos do local resolveram encerrar mais cedo, expulsando todo mundo antes das 3am. Também fiquei puto porque fui fumar um cigarro do lado de fora e deixei minha bebida com uma hostess que estava do lado de dentro, e quando voltei a bebida tinha sumido. Nem me deram satisfação.
Hudson Rooftop - Seguindo a dica de outro promoter local, fomos pra essa festa no terraço de um prédio (parece que é coisa comum em NY). Night animada, bom DJ, clima legal. Na abertura da pista o teto retrátil abriu, e pudemos ver o céu de NY. Nada a reclamar também, lugar bacana e vale a pena conhecer.
1OAK - Tinham me falado que era o local que estava bombando mais em NY, mas não achei nada demais. Chegamos num domingo às 22h, seguindo a dica de um amigo Brasileiro que já morou lá, mas o local só abria meia-noite. Fomos um dos primeiros a entrar, e pegamos uma mesa (fomos obrigados). Não achei NADA demais, não recomendo.
Miami
Tantra - Numa quarta-feira, sem ter o que fazer, fomos pra esse local. Casa bem pequena se comparada com todas que já tínhamos ido na viagem. O cardápio musical só tinha DEEP HOUSE, e o DJ era acompanhado por um baterista, que ficava só ensurdecendo o público e atrapalhando o DJ nas mixagens. Um lixo. O local também me pareceu meio improvisado e apelativo (garçonetes com aspecto de puta), e a área "normal" estava muito mais vazia que a área "VIP", só que o preço pra migrar de uma pra outra era U$ 40. Pra quem já tinha pago U$ 30 pra entrar na casa, não dava pra complementar não... Ficamos junto com a plebe.
Arkadia - Indicação de um VIP HOST local, fomos pra lá depois de fazer um happy hour num outro local que eu agora me esqueci o nome (que também era um lixo). O local ficava num hotel a uns 10 min de South Beach (Lincoln ave), e o clima e o som eram MUITO bons. Pena que chegamos quase no final da noite, mas pelo menos usamos o esquema de entrar "um por um", e acabamos não pagando NADA pra entrar desta vez.
Liv - Melhor night da viagem. Esse club tem uma cúpula/domo GIGANTE com luzes cobrindo toda sua extensão, que lembravam uma nave espacial. O som era no esquema "TOP 40's", a infraestrutura era muito boa, inclusive os caras que trabalham no banheiro usam terno e gravata e falam português com nossas gírias locais. O atendimento foi muito bom também, e ainda pudemos ver, de graça, um pocket show do C-Lo Green, que estava comemorando seu aniversário naquele local, e cantou pra galera as músicas CRAZY e FUCK YOU. Simplesmente incrível!
Abaixo, os vídeos dos clubs LIV (Miami) e Marquee (Las Vegas).
As cidades visitadas, de oeste para leste, foram San Francisco (5 dias) e Los Angeles (2 dias) no estado da California, Las Vegas (5 dias) no estado de Nevada, New York (5 dias) no estado de New York e Miami Beach (3 dias) na Florida.
Pra começar, as músicas que tocam nas nights lá são basicamente as mesmas em todos os clubs, e os caras chamam essa seleção de "TOP 40's". Não ouvi nada muito diferente do que toca no Brasil, a não ser por um ou outro lançamento que ainda não chegou por aqui, como por exemplo a música "6 Foot 7 Foot" do Lil Wayne. Mas o que me chamou mais a atenção não foi a parte musical, mas sim a infraestrutura dos clubs, que estão muitos anos-luz à frente de qualquer coisa que exista no Rio de Janeiro, São Paulo ou outra capital por aqui.
A gente descobriu um esquema muito bom pra saber quais são e ir direto aos bons locais da cidade, onde os locais também vão, e sem perder muito tempo: encontrar um VIP HOST local, ou seja, um cara que te assessora sobre qual a melhor night daquele dia, te busca no hotel com o carro dele, te coloca pra dentro do club sem fila, e te mostra como funcionam as coisas naquele local, como é a cultura da casa, o tipo de música, os spots, etc. Isso nos custou até U$ 100 por pessoa por dia (o mais caro), e somente nos dias e em locais mais disputados pelo público. Mas, posso dizer que vale muito a pena, sobretudo se você estiver num grupo grande de homens num local que tenha uma fila muito grande (1 a 2 horas de fila, com risco de não entrar...). Um dos cavalheiros que nos prestou esse serviço foi o Mr. Pink, em Las Vegas. O bom foi que ele indicou outros amigos dele que prestam o mesmo tipo de serviço nas próximas cidades que iríamos visitar.
Mas, mesmo sem o VIP HOST, ainda é possível entrar nas nights dessas grandes capitais americanas. Se você chegar na porta e falar com o/a hostess, e estiver num grupo com mais homens que mulheres, vai ser gentilmente informado de que para entrar tem que "comprar uma mesa".
Uma mesa custa de U$ 350 a U$ 500, mais ou menos, e dá direito a uma garrafa de 1 litro vodka, somente. Se quiser beber mais, tem que pagar mais -- seja na mesa, ou no bar (mais barato).
Mas nós, Brasileiros malandros que somos, descobrimos uma outra forma de entrar sem precisar gastar os tubos... basta chegar no local da night um de cada vez, e abordar o hostess dizendo que está sozinho, e que suas "5 amigas Suecas" já entraram antes de você, e estão lá dentro te esperando. É batata: um por um, todos entrarão, com a maior calma do mundo. Mas é claro, esse esquema só faz sentido se não houver fila na porta. Caso haja fila, a melhor coisa é pagar uma mesa ou contratar um VIP HOST.
As nights que fizemos em cada cidade foram:
San Francisco
Infusion - Melhor night, melhor infraestrutura. Não se espante com a proporção absurda de chineses em relação às demais etnias do mundo. Eles chegam todos juntos de limosine, e têm 1,40m de altura, no máximo.
Redwood Bar - É um happy hour meio mistureba, tanto de pessoas quanto de músicas. É uma atração turística, pois o bar inteiro é feito da madeira de uma única árvore (redwoods são árvores colossais que existem nos EUA). Bem, me pareceu que: todo mundo sai do trabalho (de terno e gravata) e vai direto pra lá, e se mistura com umas mulheres com aspecto de prostitutas. Tem gente de todas as idades, de 20 a 60, poucos chineses, e ninguém presta atenção na música que tá rolando, por isso o DJ acaba tocando de tudo um pouco, de MINIMAL TECHNO a HIP-HOP.
Ruby Skye - Tourist trap total. Night estranha, com gente esquisita. Quantidade exagerada de pessoas com aspecto de drogadas, e o DJ era um travesti que tocava um HARD TECHNO sinistro. Assim como no Redwood, ninguém parecia estar ligando muito pra música, desde que a balinha ainda estivesse batendo forte...
Las Vegas
TAO Night Club - Segunda melhor night de Las Vegas, pelo menos das que eu fui. Fica dentro do Venetian, e quem está hospedado lá não paga nada -- basta apresentar o cartão do quarto. Foi lá que conhecemos Mr. Pink. Como toda night em Las Vegas, pode fumar à vontade lá dentro. Tinha umas mulheres contratadas pra ficar dentro de banheiras com pétalas de rosa, o que enfeita bastante o ambiente, e às vezes elas resolvem fazer massagem umas nas outras. Tem uma parte aberta que é bem legal, e o som é maneiro também.
Encore XS - Pra mim, a melhor night de Las Vegas. O club fica dentro do Encore/Wynn (ou um dos dois, não descobri direito), que é uma rede fodona de hotéis. O som é bom, o público é amigável, o local é gigante, com vários bares, vários ambientes, é fácil de pegar bebida.
Marquee - Não gostei muito porque achei o público meio mal encarado. As pessoas estavam de cara fechada, meio que esbarrando, querendo arrumar confusão. Foi uma coisa generalizada, e não um caso único isolado. Isso não aconteceu necessariamente comigo, mas vi rolar isso com outras pessoas. Ponto alto da noite foi o jato de ar GELADO que sai do teto, que algumas vezes fica ligado por várias dezenas de segundos, e que não dá pra ver nada... Doideira total, mas não recomendado pra quem tem claustrofobia.
Wet Republic - Melhor pool party. Gente maneira, clima alto astral, piscina boa, DJ animado, música boa, bar com bom atendimento, etc.
Rehab - Pool party deprimente. Não quisemos ouvir o conselho do nosso amigo Mr. Pink e fomos pra lá de qualquer jeito, ignorando os conselhos dele. Lugar esquisito, cheio de "meetheads", piscina "suja", mulheres com aspecto de prostitutas, etc. Caído, não recomendo.
New York
Kiss and Fly - Night famosa de NY, mas local extremamente disputado do lado de fora, por quem quer entrar. Parecia uma final de FLA x FLU no Maracanã. Por sorte tínhamos a companhia de um promoter local que era Brasileiro e nos ajudou de forma espetacular. O local em si é meio apertado, e quando chegamos tinha muita gente se empurrando que nem louco na pista de dança, caindo em cima das mesas de bebida, fumando maconha, etc. Ouvimos falar que era o primeiro final de semana de férias, então muita gente mais nova saiu pra night naquele dia, então pode ter sido isso.
Butter - Nightzinha no subsolo de um restaurante, clima legal, mas o espaço era meio pequeno. O som era bom também, e o atendimento do bar também. Só que, por algum motivo, a night não encheu o suficiente, e os promoters ou donos do local resolveram encerrar mais cedo, expulsando todo mundo antes das 3am. Também fiquei puto porque fui fumar um cigarro do lado de fora e deixei minha bebida com uma hostess que estava do lado de dentro, e quando voltei a bebida tinha sumido. Nem me deram satisfação.
Hudson Rooftop - Seguindo a dica de outro promoter local, fomos pra essa festa no terraço de um prédio (parece que é coisa comum em NY). Night animada, bom DJ, clima legal. Na abertura da pista o teto retrátil abriu, e pudemos ver o céu de NY. Nada a reclamar também, lugar bacana e vale a pena conhecer.
1OAK - Tinham me falado que era o local que estava bombando mais em NY, mas não achei nada demais. Chegamos num domingo às 22h, seguindo a dica de um amigo Brasileiro que já morou lá, mas o local só abria meia-noite. Fomos um dos primeiros a entrar, e pegamos uma mesa (fomos obrigados). Não achei NADA demais, não recomendo.
Miami
Tantra - Numa quarta-feira, sem ter o que fazer, fomos pra esse local. Casa bem pequena se comparada com todas que já tínhamos ido na viagem. O cardápio musical só tinha DEEP HOUSE, e o DJ era acompanhado por um baterista, que ficava só ensurdecendo o público e atrapalhando o DJ nas mixagens. Um lixo. O local também me pareceu meio improvisado e apelativo (garçonetes com aspecto de puta), e a área "normal" estava muito mais vazia que a área "VIP", só que o preço pra migrar de uma pra outra era U$ 40. Pra quem já tinha pago U$ 30 pra entrar na casa, não dava pra complementar não... Ficamos junto com a plebe.
Arkadia - Indicação de um VIP HOST local, fomos pra lá depois de fazer um happy hour num outro local que eu agora me esqueci o nome (que também era um lixo). O local ficava num hotel a uns 10 min de South Beach (Lincoln ave), e o clima e o som eram MUITO bons. Pena que chegamos quase no final da noite, mas pelo menos usamos o esquema de entrar "um por um", e acabamos não pagando NADA pra entrar desta vez.
Liv - Melhor night da viagem. Esse club tem uma cúpula/domo GIGANTE com luzes cobrindo toda sua extensão, que lembravam uma nave espacial. O som era no esquema "TOP 40's", a infraestrutura era muito boa, inclusive os caras que trabalham no banheiro usam terno e gravata e falam português com nossas gírias locais. O atendimento foi muito bom também, e ainda pudemos ver, de graça, um pocket show do C-Lo Green, que estava comemorando seu aniversário naquele local, e cantou pra galera as músicas CRAZY e FUCK YOU. Simplesmente incrível!
Abaixo, os vídeos dos clubs LIV (Miami) e Marquee (Las Vegas).
terça-feira, abril 19, 2011
SETS MIXADOS - RESUMO
No meu espaço do 4shared (site para compartilhamento de arquivos em geral) tem meus mais recentes sets mixados pra ouvir e baixar. Eu costumo numerá-los, para facilitar a referência a eles, então aqui vai a lista do que tem em cada um.
Do 24 até o 28 eles são mais underground. O 29 e o 30 são mais comerciais, com House / Electro que toca por aí (ou tocava, na época em que eu gravei).
O 32 é pra quem gosta de rock, pois tem as versões House / Electro de vários rockzinhos famosos, incluindo U2, Coldplay, etc.
Do 33 em diante é só midback, sendo que o 33 mesmo são os Houses mais clássicos mesmo (com batida de House), incluindo Everything But The Girl, En Rage, Lulu Jopert, Jamiroquail, Robin S, etc.
O 34 é composto de Hits dos anos 80 e 90, com lances tipo Cece Penniston, Dee-lite, Double You, Erasure, London Beat, Sonia, Technotronic, Whigfield, etc.
Por último, o de número 35 é mais Electro-Funk (as mulheres costumam gostar mais porque tem umas músicas mais levinhas porém dançantes), e tem músicas de artistas como 2pac, Astroline, Bootie Girls, Ghost Town DJs, INOJ, Mon-A-Q, Sonique, etc.
Obs.: todos os sets foram gravados através do sinal de áudio produzido com CDJ e Serato, ou seja, como se estivesse tocando numa festa normalmente (e não "montado" no computador).
No meu espaço do 4shared (site para compartilhamento de arquivos em geral) tem meus mais recentes sets mixados pra ouvir e baixar. Eu costumo numerá-los, para facilitar a referência a eles, então aqui vai a lista do que tem em cada um.
Do 24 até o 28 eles são mais underground. O 29 e o 30 são mais comerciais, com House / Electro que toca por aí (ou tocava, na época em que eu gravei).
O 32 é pra quem gosta de rock, pois tem as versões House / Electro de vários rockzinhos famosos, incluindo U2, Coldplay, etc.
Do 33 em diante é só midback, sendo que o 33 mesmo são os Houses mais clássicos mesmo (com batida de House), incluindo Everything But The Girl, En Rage, Lulu Jopert, Jamiroquail, Robin S, etc.
O 34 é composto de Hits dos anos 80 e 90, com lances tipo Cece Penniston, Dee-lite, Double You, Erasure, London Beat, Sonia, Technotronic, Whigfield, etc.
Por último, o de número 35 é mais Electro-Funk (as mulheres costumam gostar mais porque tem umas músicas mais levinhas porém dançantes), e tem músicas de artistas como 2pac, Astroline, Bootie Girls, Ghost Town DJs, INOJ, Mon-A-Q, Sonique, etc.
Obs.: todos os sets foram gravados através do sinal de áudio produzido com CDJ e Serato, ou seja, como se estivesse tocando numa festa normalmente (e não "montado" no computador).
segunda-feira, abril 11, 2011
FUNKS PARA CASAMENTOS
Depois de um tempo afastado aqui do blog, novamente estou retomando as atividades. Até porque, foi aniversário do Blog há uma semana atrás, mais ou menos. Um bom motivo pra comemorar, e pra retomar os posts.
Essa semana me vi às voltas com o ritmo FUNK. É que tem um grande amigo que vai se casar, numa ilha em Paraty, e me ofereceu a oportunidade de tocar como DJ em uma parte específica da festa, aquela que os cariocas (como eu) mais entendem: a do FUNK. Ele me pediu para sugerir uma lista de músicas que fossem conhecidas pelos públicos do Rio e SP, que estarão presentes na festa, e que também levasse em conta as pessoas de diferentes faixas de idade, público eclético e heterogêneo típico de casamento.
Nessa minha análise e escolha de músicas para um set curto, pensei principalmente em escolher músicas que fossem as mais dançantes e animadas, ou seja, aquelas que fazem as mulheres "descerem até o chão". Também pensei em incluir nesse set as não tão dançantes assim, mas melódicas e emotivas. Dessa maneira, já cheguei à conclusão que eu teria dois sub-tipos de funk para escolher: os dançantes/rebolativos e os emotivos/românticos.
A idéia então seria a de tocar primeiro as músicas do primeiro grupo, e depois das músicas do segundo grupo, se sobrar tempo e a pista ainda estiver suficientemente animada. Coloquei também algumas outras músicas adicionais, de backup, para alguma eventualidade -- afinal, não vou levar meu Macbook com o Serato, e sim dois CD's de áudio gravados com as tais músicas, já tudo pronto pra mixar no CDJ que vai existir na festa. Também pensei em tentar fazer, em casa, antecipadamente, um "Mega Mix", com essas principais músicas, todas mixadas bem rápido (normalmente já depois do primeiro refrão), para poder fazer caber mais músicas diferentes no mesmo espaço de tempo que me vai ser disponibilizado. Ainda estou analisando essa segunda possibilidade, mas pode ser que seja uma opção que venha a ser de fato utilizada. Bem, seguem os grupos de músicas definidos, a priori (a sequência que vou tocá-los ainda não foi definida).
Grupo dos "Dançantes/Animados/Frenéticos"
MC Bruninha - Baile
MC Robinho da Prata - Copo de Vinho
MC Leozinho - Ela só pensa em beijar
MC Marcinho - Glamurosa
MC Marcinho - Tudo é festa
MC Marcio G. - Pernão Sarado (Bota o Tambor pra Tocar)
MC Sapão - Red Label ou Ice
Grupo dos "Românticos/Emotivos"
MCs Claudinho e Buchecha - Nosso sonho (ao vivo)
MCs Marcinho e Bob Rum - Escrito pras Princesas
MC Marcinho - Quero seu amor
MC Marcinho - Emoções e Sentimentos
MC Perlla - Tremendo Vacilão
MCs Sabrina e Buchecha - Implacável
MCs Vinicios e Andinho - Corpo Nu
BACKUP
MC Sapão - Diretoria
Marcio e Goró - Deitados na areia
MC Marcinho - Porque te amo
MC Marcinho - Favela
MC Marcinho - Minha princesa
MCs Coiote e Raposão - Rap da Estrada da Posse
MCs Danda e Taffarel - Rap do Festival
MCs Nelio e Espiga - Rap da Lembrança
MCs William e Duda - Rap da Morena
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
DECKSAVER
Dois dos itens mais importantes que integram meu sound system são um par de pickups Technics MK2 que adquiri de um amigo meu, usadas, há alguns anos atrás. Logo que as trouxe pra casa, reparei que estavam muito empoeiradas, e os braços estava um pouco desregulados, e mandei as duas para a MegaTech, famosa loja de conserto de equipamentos de som em Copacabana. Elas voltaram pra casa em perfeito estado, e ficam aqui descansando em paz, quase sem ser incomodadas (quase não tenho tempo pra tocar com elas, mas...).
Quando as comprei, elas vieram sem a tampa de acrílico que protege contra poeira. E aqui em casa tem poeira pra caramba. Comecei a ficar meio preocupado de isso afetar o slider do pitch, por exemplo, e resolvi procurar umas tampas de acrílico originais da Technics pra comprar.
No Mercado Livre, só encontrei lixo: tampas usadas em péssimo estado de conservação, quebradas, com peças faltando, e ainda por cima, por preços exorbitantes (quase R$ 200 cada). Foi aí que consultei meu amigo Ricardo NS, e descobri um produto bem interessante na loja dele, a Sygno Music, que atende tanto MK2 quanto praticamente qualquer equipamento pra DJ: as capas protetoras de acrílico DeckSaver.
Pra quem não tem case (seja pra mixer, CDJ, MK2 ou qualquer outra coisa), e não pretende comprar um case, por questões finaneiras, ou porque não vai transportar o equipamento, mas tem problema de poeira em casa, recomendo fortemente. Me parece um produto bem interessante em termos de praticidade, além de ser visualmente bonito. Recomendo!
Dois dos itens mais importantes que integram meu sound system são um par de pickups Technics MK2 que adquiri de um amigo meu, usadas, há alguns anos atrás. Logo que as trouxe pra casa, reparei que estavam muito empoeiradas, e os braços estava um pouco desregulados, e mandei as duas para a MegaTech, famosa loja de conserto de equipamentos de som em Copacabana. Elas voltaram pra casa em perfeito estado, e ficam aqui descansando em paz, quase sem ser incomodadas (quase não tenho tempo pra tocar com elas, mas...).
Quando as comprei, elas vieram sem a tampa de acrílico que protege contra poeira. E aqui em casa tem poeira pra caramba. Comecei a ficar meio preocupado de isso afetar o slider do pitch, por exemplo, e resolvi procurar umas tampas de acrílico originais da Technics pra comprar.
No Mercado Livre, só encontrei lixo: tampas usadas em péssimo estado de conservação, quebradas, com peças faltando, e ainda por cima, por preços exorbitantes (quase R$ 200 cada). Foi aí que consultei meu amigo Ricardo NS, e descobri um produto bem interessante na loja dele, a Sygno Music, que atende tanto MK2 quanto praticamente qualquer equipamento pra DJ: as capas protetoras de acrílico DeckSaver.
Pra quem não tem case (seja pra mixer, CDJ, MK2 ou qualquer outra coisa), e não pretende comprar um case, por questões finaneiras, ou porque não vai transportar o equipamento, mas tem problema de poeira em casa, recomendo fortemente. Me parece um produto bem interessante em termos de praticidade, além de ser visualmente bonito. Recomendo!
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
UM SÁBADO DE OPÇÕES DIVERSAS
Sábado que vem, dia 12 de Fevereiro, vão rolar 3 festas bem bacanas ao mesmo tempo. Difícil vai ser conseguir se desdobrar pra dar uma passadinha em cada uma delas, mas acho que pelo menos em duas vai dar pra ir.
Começo falando da Little Black is Fuck, produzida e musicada por Joca Vidal, Luizinho e Brant, que depois de ter várias e várias edições consumadas no Clandestino Bar, agora aterrissou na segunda pista da Casa da Matriz, junto com a consagrada Paradiso, da pista 1. Em se tratando de sábado, me parece uma excelente iniciativa do início ao meio da noitada. E pra quem se interessa pelo assunto discotecagem, Joca recentemente lançou um livro sobre o assunto, e quem quiser poderá pedir uma dedicatória especial pra ele pessoalmente por lá (é o que eu vou fazer!).
Pra quem não sabe, a LBF toca de tudo um pouco... Joca manda um som mais Black, Soul, Funk, etc. Luizinho costuma ter um espectro que vai do House, passando pelo Electro, Breakbeat, etc. Brant fica mesmo com Jungle e Drum & Bass e geralmente fecha a noite. Uma mistura bem dançante, digamos.
A segunda opção é a festa Wobble, do meu também amigo Rodrigo S, na Fosfobox. Trata-se de uma festa pra quem curte esse sonzinho, o "wobble", que é aquele efeitinho de wah-wah típico dos Drum & Bass mais pesados (clownstep), do Dubstep, etc. Vai ter uma galera tocando, deve ser bem bacana. Depois da festa, emendado, parece que tem um after com Pareto.
A terceira alternativa fica com a festa MOO/Discoland que vai rolar nesta edição de sábado do Verão do Morro, no Morro da Urca. Deve ser a mais cara das opções, e também a que vai esgotar primeiro (se é que não esgotou). Diogo Reis e Eduardo Christoph trazem, desta vez, um italiano chamado Bottin.
Minha idéia é chegar cedo na LBF, e partir pra ver a metade/final da Wobble e talvez ficar um pouco no after com Pareto. Vamos ver se dá tempo.
Sábado que vem, dia 12 de Fevereiro, vão rolar 3 festas bem bacanas ao mesmo tempo. Difícil vai ser conseguir se desdobrar pra dar uma passadinha em cada uma delas, mas acho que pelo menos em duas vai dar pra ir.
Começo falando da Little Black is Fuck, produzida e musicada por Joca Vidal, Luizinho e Brant, que depois de ter várias e várias edições consumadas no Clandestino Bar, agora aterrissou na segunda pista da Casa da Matriz, junto com a consagrada Paradiso, da pista 1. Em se tratando de sábado, me parece uma excelente iniciativa do início ao meio da noitada. E pra quem se interessa pelo assunto discotecagem, Joca recentemente lançou um livro sobre o assunto, e quem quiser poderá pedir uma dedicatória especial pra ele pessoalmente por lá (é o que eu vou fazer!).
Pra quem não sabe, a LBF toca de tudo um pouco... Joca manda um som mais Black, Soul, Funk, etc. Luizinho costuma ter um espectro que vai do House, passando pelo Electro, Breakbeat, etc. Brant fica mesmo com Jungle e Drum & Bass e geralmente fecha a noite. Uma mistura bem dançante, digamos.
A segunda opção é a festa Wobble, do meu também amigo Rodrigo S, na Fosfobox. Trata-se de uma festa pra quem curte esse sonzinho, o "wobble", que é aquele efeitinho de wah-wah típico dos Drum & Bass mais pesados (clownstep), do Dubstep, etc. Vai ter uma galera tocando, deve ser bem bacana. Depois da festa, emendado, parece que tem um after com Pareto.
A terceira alternativa fica com a festa MOO/Discoland que vai rolar nesta edição de sábado do Verão do Morro, no Morro da Urca. Deve ser a mais cara das opções, e também a que vai esgotar primeiro (se é que não esgotou). Diogo Reis e Eduardo Christoph trazem, desta vez, um italiano chamado Bottin.
Minha idéia é chegar cedo na LBF, e partir pra ver a metade/final da Wobble e talvez ficar um pouco no after com Pareto. Vamos ver se dá tempo.
domingo, janeiro 30, 2011
PACHA - RIO DE JANEIRO
E consta do caderno impresso de economia do Globo de ontem que o filho do Eike Batista entrou no ramo do marketing e do entretenimento no Rio de Janeiro, e que a empresa dele vai ser a responsável por preparar e construir a Pacha Rio de Janeiro. A filial do club de Ibiza vai ser fincada no Jockey, e parece que vai ser gigante. Espero que não seja #FAIL, como tantas outras que já existiram por aqui.
sábado, janeiro 15, 2011
HOUSE ANOS 90 - PARTE 2
Seguindo a idéia inicial, gravei a segunda parte, de um total de quatro, do set de House dos anos 90, com as músicas que bombaram nessa época em clubs cariocas como Fun Club, Le Maxim's, Mikonos, Well's Fargo, Resumo da Ópera, Meio Ambiente, etc.
Este set foi gravado da mesma forma que todos os outros, ou seja, usando meu sound system de trabalho, composto por um par de CDJ-800 da Pioneer, um mixer DJM-400 também da Pioneer, meu Macbook Pro e Serato SL3 + Scratch Live 2.2. Segue abaixo o link pra tocar online ou fazer o download do arquivo em mp3.
Seguindo a idéia inicial, gravei a segunda parte, de um total de quatro, do set de House dos anos 90, com as músicas que bombaram nessa época em clubs cariocas como Fun Club, Le Maxim's, Mikonos, Well's Fargo, Resumo da Ópera, Meio Ambiente, etc.
Este set foi gravado da mesma forma que todos os outros, ou seja, usando meu sound system de trabalho, composto por um par de CDJ-800 da Pioneer, um mixer DJM-400 também da Pioneer, meu Macbook Pro e Serato SL3 + Scratch Live 2.2. Segue abaixo o link pra tocar online ou fazer o download do arquivo em mp3.
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