Voltei do Reveillon de Búzios ontem, e resolvi gravar um set novo de DEEP HOUSE com influências do Fishbone. Aliás, essa temporada lá me lembrou muito também os sons que rolavam em Itajaí-SC, no carnaval de alguns anos atrás. Muito bom. :)
Pra quem quiser baixar a mp3, segue o link: http://www.4shared.com/mp3/zhQWadeWba/DJ_KPZ_-_Set_Mixado_39_-_DEEP_.html
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domingo, janeiro 05, 2014
sexta-feira, maio 25, 2012
AUSLANDER NA ESTAÇÃO LEOPOLDINA
Sábado agora vai rolar mais uma edição daquela festa da Auslander. Pra quem curte a MOO, é uma boa, a festa é no mesmo estilo. Seguem as informações abaixo, retiradas diretamente da página do Facebook do evento. O evento vai rolar dia 26/05 às 22h na Estação Leopoldina.
"Falta pouco a tradicional festa de encerramento do desfile da AUSLÄNDER no FASHION RIO, seguindo o embalo da nossa última festa de Halloween, este ano, na nossa festa de encerramento do desfile, vamos ter 2 pistas e muitos djs convidados, alé é claro do nosso serviço ALL INCLUSIVE DRINKs.
ALL INCLUSIVE DRINKs;
- RedBull
- Smirnoff Drinks
- Whisky JB
- BuscaVida
- Cerveja Budweiser gelada e muito mais...
LINEUP:
Pista 1:
- Auslander Crew & Convidados
- Sany Pitbull
- Jose Camarano
- Zeh Pretim
- Cix & Yasmin
- Darke Mattos & Felipe Guga
Pista 2:
- Diogo Reis (MOO)
- Badenov (Combo 69)
- DJ Nepal (D-edge Agency)
- Marcos Leta & Peirão (High Class Underground)
- Marcelo Cotrin
INGRESSOS:
(Promocionais limitados)
- R$ 80,00* [ ESGOTADOS ]
- 2º Lote: R$ 120,00
Desconto de 15% em produtos Ausländer na loja para quem comprar ingressos do lote promocional.
* Sujeito a alteração sem aviso prévio, forma de pagamento: Dinheiro.
Vendas exclusivas:
AUSLÄNDER SHOPPING LEBLON 3º PISO
Compartilhem, convidem os amigos e amigas e vamos nessa.... Breve mais informações!!"
quinta-feira, junho 03, 2010
SUPER SHUFFLE NIGHTS
Pra quem curte o som da MOO, a boa desta sexta-feira vai ser a primeira edição da Super Shuffle Nights, mais um evento organizado por Bruno Guinle, Diogo Reis e Eduardo Christoph. Já soube também que contaremos novamente com a participação da super simpática Loulou Chavarry. A idéia da festa é relembrar os velhos tempos da MOO, quando era uma festa pequena e semanal.
O local da festa vai ser o Espaço JB (Rua Jardim Botanico, 129), e no line up: Diogo Reis (MOO), Eduardo Christoph (MOO), Badenov e Yugo (Os Ritmos Digitais / Ice Cream), ao precinho camarada de R$40 na hora e R$25 com nome na lista amiga (listasupershuffle@moo.com.br até 18hs de sexta).
Pra quem curte o som da MOO, a boa desta sexta-feira vai ser a primeira edição da Super Shuffle Nights, mais um evento organizado por Bruno Guinle, Diogo Reis e Eduardo Christoph. Já soube também que contaremos novamente com a participação da super simpática Loulou Chavarry. A idéia da festa é relembrar os velhos tempos da MOO, quando era uma festa pequena e semanal.
O local da festa vai ser o Espaço JB (Rua Jardim Botanico, 129), e no line up: Diogo Reis (MOO), Eduardo Christoph (MOO), Badenov e Yugo (Os Ritmos Digitais / Ice Cream), ao precinho camarada de R$40 na hora e R$25 com nome na lista amiga (listasupershuffle@moo.com.br até 18hs de sexta).
Nos vemos lá!

segunda-feira, maio 31, 2010
FUCK THE BEACH @ STUDIO LINE
Taí uma festa com um nome realmente maneiro. Eu não tenho certeza absoluta do real significado, mas presumo que seja alguma coisa do tipo "foda-se a praia" (se eu estiver falando merda, me avisem). E pelo menos a contar pelo horário majoritariamente diurno da festa (começa 5h da manhã de Domingo e termina à 1h da manhã de segunda-feira), é pra quem não curte praia, que é o meu caso. Dá pra chegar na festa no after da noitada, ou no Domingo ao acordar.
Bem, pra quem estiver na pilha de ir, os ingressos custam R$ 15 antecipado e R$ 30 na lista amiga ou com flyer. Quem não se inserir em nenhum dos dois grupos, paga R$ 50 na hora (se a lotação do Studio Line permitir). Ainda não tem local de venda oficialmente divulgado, mas quem já quiser colocar o nome na lista amiga, o endereço é ftbparty@gmail.com. O lineup está sobrecarregado, dá um confere no flyer aí embaixo, e maiores informações aqui.
Taí uma festa com um nome realmente maneiro. Eu não tenho certeza absoluta do real significado, mas presumo que seja alguma coisa do tipo "foda-se a praia" (se eu estiver falando merda, me avisem). E pelo menos a contar pelo horário majoritariamente diurno da festa (começa 5h da manhã de Domingo e termina à 1h da manhã de segunda-feira), é pra quem não curte praia, que é o meu caso. Dá pra chegar na festa no after da noitada, ou no Domingo ao acordar.
Bem, pra quem estiver na pilha de ir, os ingressos custam R$ 15 antecipado e R$ 30 na lista amiga ou com flyer. Quem não se inserir em nenhum dos dois grupos, paga R$ 50 na hora (se a lotação do Studio Line permitir). Ainda não tem local de venda oficialmente divulgado, mas quem já quiser colocar o nome na lista amiga, o endereço é ftbparty@gmail.com. O lineup está sobrecarregado, dá um confere no flyer aí embaixo, e maiores informações aqui.
quinta-feira, maio 06, 2010
FESTA MI.NI.MA
Só pra lembrar quem está com a memória fraca... Esse sábado agora, dia 08 de maio, a BOA vai ser a Festa MI.NI.MA, no Restaurante Cais do Oriente, no Centro da Cidade, atrás do Centro Cultural Banco do Brasil.
Começa lá pelas 23h com aquele sound system tradicionalmente bombante, e vai ter presenças de peso como João Paulo, Soter Baroni, Martin Eyerer, Mauricio Lopes, Ricardo EStrella, Daniel Steinberg e Gabriel Machado. Todos os detalhes do serviço encontram-se no flyer abaixo, ou então pelo site da festa. Ali pela porta, pelo que soube, orbitando, meu amigo Serginho Careca. Nos vemos lá!
Só pra lembrar quem está com a memória fraca... Esse sábado agora, dia 08 de maio, a BOA vai ser a Festa MI.NI.MA, no Restaurante Cais do Oriente, no Centro da Cidade, atrás do Centro Cultural Banco do Brasil.
Começa lá pelas 23h com aquele sound system tradicionalmente bombante, e vai ter presenças de peso como João Paulo, Soter Baroni, Martin Eyerer, Mauricio Lopes, Ricardo EStrella, Daniel Steinberg e Gabriel Machado. Todos os detalhes do serviço encontram-se no flyer abaixo, ou então pelo site da festa. Ali pela porta, pelo que soube, orbitando, meu amigo Serginho Careca. Nos vemos lá!
Obs: clicando na foto ela fica maior, e dá pra ler todos os detalhes em letras miúdas. :)
segunda-feira, abril 19, 2010
D-EDGE FAZ 10 ANOS
Vai rolar em SP essa semana mais uma festa pra comemorar os 10 anos de existência da D-EDGE, que na minha opinião é um dos melhores clubs do nosso país (empatado com Warung, e talvez com Sirena e Green Valley, que só não tenho certeza porque não conheço esses dois últimos).
Vai rolar em SP essa semana mais uma festa pra comemorar os 10 anos de existência da D-EDGE, que na minha opinião é um dos melhores clubs do nosso país (empatado com Warung, e talvez com Sirena e Green Valley, que só não tenho certeza porque não conheço esses dois últimos).
Já que não consegui ir ao Skol Sensation, vou tentar dar um pulo lá pra conferir o line up, que tá bem bacana. Aguardem algumas possíveis fotinhos e vídeos das performances dos DJs. O preço continua o mesmo da outra vez que fui, há quase 2 anos atrás: R$ 50 sem nome na lista, e com nome na lista R$ 30 mulher e R$ 40 homem (listas@d-edge.com.br).
Line up:
Focka
Roots Rock Revolution
Davis
Diogo Accioly
Laurent F
Jam Session (Alê Reis vs João Lee vs China vs Silvio Conchon)
Kenzo
Mau Mau
Renato Ratier
Oscar Bueno
Glaucia ++
Thiago Zanin
Roots Rock Revolution
Davis
Diogo Accioly
Laurent F
Jam Session (Alê Reis vs João Lee vs China vs Silvio Conchon)
Kenzo
Mau Mau
Renato Ratier
Oscar Bueno
Glaucia ++
Thiago Zanin
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
RIO MUSIC CONFERENCE - SÁBADO
Ontem (domingo) foi dia de dar um confere no Rio Music Conference de 2010. Apesar do incidente de ante-ontem, quando um agente da Polícia Federal matou outro agente dentro da festa, no meio do evento, a festa transcorreu sem problemas desta vez.
Ao chegar lá, quem tocava era Renato Ratier, dono da D-EDGE, que bombou demais a pista. Logo encontrei com a dupla Dri-K e Marie Bouret, Marcio Careca, Mauricio Lopes, Serginho Careca e Loulou Chavarry (que como sempre mandou bem com o nome na lista amiga), e mais uma galera da cena eletrônica.
Tambem curti o som de Luciano (nunca tinha ouvido falar, mas o cara manda bem a vera) e Loco Dice. De resto, não lembro.
O som da festa estava excelente. Não estava muito cheia, então o ambiente estava confortável e agradável. Só achei uma parada bem caída: só podia comprar birita no cartão de crédito se gastasse mais de R$ 100,00. De resto, tudo OK, parabéns pra organização da festa.
Tô querendo ir de novo hoje (segunda-feira), sobretudo pra ver o João Paulo (Request DJs), Sharam (Deep Dish) e Steve Angello - mas acho que meu fígado não aguenta! Então vou ficar em casa pra recobrar as forças para terça-feira mesmo. Vamos ver. :)
Olha o Ratier aí, ó

E a Loulou :)
Ontem (domingo) foi dia de dar um confere no Rio Music Conference de 2010. Apesar do incidente de ante-ontem, quando um agente da Polícia Federal matou outro agente dentro da festa, no meio do evento, a festa transcorreu sem problemas desta vez.
Ao chegar lá, quem tocava era Renato Ratier, dono da D-EDGE, que bombou demais a pista. Logo encontrei com a dupla Dri-K e Marie Bouret, Marcio Careca, Mauricio Lopes, Serginho Careca e Loulou Chavarry (que como sempre mandou bem com o nome na lista amiga), e mais uma galera da cena eletrônica.
Tambem curti o som de Luciano (nunca tinha ouvido falar, mas o cara manda bem a vera) e Loco Dice. De resto, não lembro.
O som da festa estava excelente. Não estava muito cheia, então o ambiente estava confortável e agradável. Só achei uma parada bem caída: só podia comprar birita no cartão de crédito se gastasse mais de R$ 100,00. De resto, tudo OK, parabéns pra organização da festa.
Tô querendo ir de novo hoje (segunda-feira), sobretudo pra ver o João Paulo (Request DJs), Sharam (Deep Dish) e Steve Angello - mas acho que meu fígado não aguenta! Então vou ficar em casa pra recobrar as forças para terça-feira mesmo. Vamos ver. :)
Olha o Ratier aí, ó
E a Loulou :)
quinta-feira, dezembro 03, 2009
REVEILLON CARIOCA
Já sabe onde vai passar o Reveillon? Vai viajar ou vai ficar no Rio? Se ficar no Rio, vai passar com a família ou com os amigos numa das festas da cidade? Bem, eu vou contar aqui a minha experiência dos anos passados e compartilhar minha idéia pra esse ano, bem como citar explicitamente a minha preferência.
Desde os meus 18 anos de idade até hoje, dos 12 reveillons que tive a oportunidade de curtir, 8 deles foram em Búzios, todos eles com a virada na tradicional Praia de Geribá. Nunca paguei pra entrar em nenhuma festa por lá, mas sempre arrumávamos um jeito de entrar nas festas do Fishbone ou daquele clube que fica no canto (esqueci o nome agora). É uma boa opção, sempre achei isso. Mas eu só iria pra lá de novo se fosse pra alugar uma casa com deck na areia, e com serviçais à disposição. Como não é o caso, vou ficar no Rio de Janeiro mesmo.
Dos 4 reveillons que passei aqui na cidade maravilhosa, um deles foi na festa do MAM. Nessa ocasião, tinha uns DJs tocando sei lá o que, e eu só me lembro que dentro do salão foi o DJ Marlboro. A festa foi um lixo. O ar-condicionado quebrou, a água era servida em garrafões de 20 litros, a comida era um macarrão de presidiário servido em cumbucas sem talher, a champagne só foi servida das 23h à 01h da manhã, o tapete da festa se desprendeu todo e parecia uma baleia orca encalhada no meio da pista, e não tinha banheiro suficiente pra todo mundo. Detestei.
Outro deles foi na festa de Reveillon do Jockey. Foi uma das festas que tinha a melhor relação de mulher pra homem. Nesse aspecto estava perfeito, mas foi quase só esse. A música eletrônica na parte de dentro estava legalzinha. Também lembro que foi impossível chegar perto da comida, era quase uma batalha campal. Nem consegui ver qual era o cardápio. Pra pegar birita era um inferno total, muito pior que choppada no Fundão, a galera se esbofeteava por um copinho plástico com uísque, depois de meia hora berrando pelo amor de Deus para o barman.
A única festa do Rio que eu fui que realmente me fez valer cada centavo gasto foi a do Hotel Intercontinental, chamada de Reveillon Carioca, e organizada pela galera do Emociona. Festa super alto nível, organizada, com segurança de primeira linha, atendimento médico, buffet classe A com menos de 5 min de espera na fila, sorvete Haagen-Dazs liberado, biritas com redbull a noite inteira, café da manhã, e vários DJs e atrações de peso. No primeiro ano que fui teve João Paulo Pedroza, Marcio Careca, e na outra pista show da banda Blitz, do Evandro Mesquita. No segundo ano os mesmos DJs "da casa", mais alguns outros (não lembro de cabeça) e na outra pista hip-hop ou algo assim (não curto). Ah, e na hora da virada ainda deixam você sair da festa e ir na praia ver a queima de fogos e pular 3 ondinhas, e depois voltar.
Esse ano estava cogitando o Inter novamente. Os ingressos estão no 2o. lote (até amanhã, dia 03/12), a R$ 450 masculino e R$ 350 feminino (www.reveilloncarioca.com.br). Mas infelizmente (ou felizmente) optei por fazer uma paradinha mais light, então vou tocar na festa de uns amigos numa cobertura na Barra da Tijuca. Mas, recomendo fortemente pra quem ainda não tem boa. Mas corre atrás logo porque ano passado quase não tinha ingresso sobrando, e estavam custando R$ 800. :)
Reveillon 2009
segunda-feira, novembro 30, 2009
MOO @ Vale Open Air
Sábado passado foi dia de comparecer ao Jockey Club pra conferir o Vale Open Air, que é um festival de cinema sempre acompanhado de um evento de música de alto nível após a exibição do filme do dia. E dessa vez quem fez a festa foi a galera da MOO: Diogo Reis e Eduardo Christoph, e sem convidados extras.
Eu, atrasado do jeito que sou, obviamente não consegui chegar a tempo de ver o filme. Ao entrar no Jockey a imensa tela (parece que a maior do mundo, que foi trazida para o Brasil especialmente para o evento) já tinha sido baixada, e a MOO já tinha começado. Tinha uma fila do cacete do lado de fora, e parece que os ingressos tinham acabado. Eu cheguei a conferir na internet um pouco antes de sair de casa, e estavam esgotados no site que estava operacionalizando a venda. Por sorte encontrei um amigo na porta que me presenteou com uma cortesia. Nada mais justo, afinal, sou da imprensa né?
Em resumo, o evento foi muito maneiro. Público de altíssimo nível, bares com filas de tamanho razoável (não muito grandes), cerveja sempre gelada. Sem falar que tinha uma KONI STORE lá dentro (um dos meus maiores vícios). A única coisa meio braba era o banheiro, que estava um inferno de quente e abafado - acho que não tem ventilação alguma, bem caído.
Diogo e Eduardo fizeram sets sensacionais. Vi umas pessoinhas que pelo visto não entendiam muito do assunto, e estavam viajando na maionese ali, acho que prefeririam um psy, um electro, ou algo assim. Mas se você andasse um pouco mais pra frente do palco ia ver uns outros mais ligados no som que estava rolando.
Uma das paradas que me chamaram mais a atenção foi a iluminação do palco, que era digna de um showzão de Rock, por exemplo, e também os efeitos visuais dos lados direito e esquerdo da pista, com umas projeções feitas por canhões de forma milimetricamente sincronizada com a tela, que era composta de vários círculos de tamanhos diferentes espalhados pela parede. Não dá pra explicar direito, mas vendo os vídeos abaixo dá pra entender melhor.
Infelizmente não fiquei muito tempo porque tinha acordado muito cedo no sábado, e estava morto de cansaço. Ouvi falar que a festa iria até umas 4:30, e quando saí de lá mais ou mneos 4:00 ainda estava totalmente cheia. Parece que a coisa rendeu até tarde.
Parabéns, novamente, à galera da MOO por mais um evento de altíssimo nível!
Sábado passado foi dia de comparecer ao Jockey Club pra conferir o Vale Open Air, que é um festival de cinema sempre acompanhado de um evento de música de alto nível após a exibição do filme do dia. E dessa vez quem fez a festa foi a galera da MOO: Diogo Reis e Eduardo Christoph, e sem convidados extras.
Eu, atrasado do jeito que sou, obviamente não consegui chegar a tempo de ver o filme. Ao entrar no Jockey a imensa tela (parece que a maior do mundo, que foi trazida para o Brasil especialmente para o evento) já tinha sido baixada, e a MOO já tinha começado. Tinha uma fila do cacete do lado de fora, e parece que os ingressos tinham acabado. Eu cheguei a conferir na internet um pouco antes de sair de casa, e estavam esgotados no site que estava operacionalizando a venda. Por sorte encontrei um amigo na porta que me presenteou com uma cortesia. Nada mais justo, afinal, sou da imprensa né?
Em resumo, o evento foi muito maneiro. Público de altíssimo nível, bares com filas de tamanho razoável (não muito grandes), cerveja sempre gelada. Sem falar que tinha uma KONI STORE lá dentro (um dos meus maiores vícios). A única coisa meio braba era o banheiro, que estava um inferno de quente e abafado - acho que não tem ventilação alguma, bem caído.
Diogo e Eduardo fizeram sets sensacionais. Vi umas pessoinhas que pelo visto não entendiam muito do assunto, e estavam viajando na maionese ali, acho que prefeririam um psy, um electro, ou algo assim. Mas se você andasse um pouco mais pra frente do palco ia ver uns outros mais ligados no som que estava rolando.
Uma das paradas que me chamaram mais a atenção foi a iluminação do palco, que era digna de um showzão de Rock, por exemplo, e também os efeitos visuais dos lados direito e esquerdo da pista, com umas projeções feitas por canhões de forma milimetricamente sincronizada com a tela, que era composta de vários círculos de tamanhos diferentes espalhados pela parede. Não dá pra explicar direito, mas vendo os vídeos abaixo dá pra entender melhor.
Infelizmente não fiquei muito tempo porque tinha acordado muito cedo no sábado, e estava morto de cansaço. Ouvi falar que a festa iria até umas 4:30, e quando saí de lá mais ou mneos 4:00 ainda estava totalmente cheia. Parece que a coisa rendeu até tarde.
Parabéns, novamente, à galera da MOO por mais um evento de altíssimo nível!
sábado, setembro 05, 2009
MOO NÃO-MOO
Como todos sabem, sou entusiasta da MOO. Engraçado que a primeira vez que ouvi falar dela foi via um amigo meu que comentou que a festa era irada, sei lá o que, mas achei que fosse um evento alternativo demais para os meus padrões. Foi na época que a MOO fez um evento que durou 3 dias seguidos, em 2006 (veja aqui). Mas mesmo assim, não fui.Hoje em dia me arrependo, e vou em todas as edições, sempre que posso. A última foi aquela com o famoso set do Mauricio Lopes, demais (veja aqui). Quem foi, sabe o que eu tô falando. Também gostei da época do PROJETO FASE, quando rolou Renato Ratier (foi irado também). Outra coisa que me dá um pouco de saudade são aquelas iluminações psicodélicas, principalmente aquele negócio que chamam de TÚNEL LED.
Bem, sábado que vem vai rolar de novo! Dia 12 de Setembro, no Espaço Franklin (av Passos, 36 - Centro). As atrações ficam por conta de Eduardo Christoph (MOO), Gustavo Tatá, Osborne (Spectral) e Richard Sen (Padded Cell). Será que o Diogo Reis vai ficar só na curtição? Enfim... Os detalhes adicionais como preço, locais de venda dos ingressos etc estão em www.moonaomoo.com.br
segunda-feira, julho 27, 2009
MOO NÃO-MOO
Parece que finalmente o mistério em torno do nome da festa do último Sábado foi desvendado, e isso logo ao chegar na frente das Casas Franklin perto de 1 hora da manhã, quando comecei a escutar o som bombante que vinha de dentro e ao encontrar o notável Serginho Careca, que me explicou o porque desse nome tão esquisito (na minha opinião). Nessa hora tudo fez mais sentido.
Parece que os caras da MOO querem amarrar o estilo da festa no DISCO, deixando de lado o MINIMAL/TECHNO. Então a MOO seria uma marca/evento caracterizada predominantemente pela música DISCO, de forma então que essa última edição de agora não foi uma MOO em si, foi uma MOO que não a MOO que querem que seja (Disco), ou seja, foi uma "MOO que-não-é-a-MOO", onde o som predominante seria o MINIMAL/TECHNO ao invés do Disco. Maneiro né? Eu achei, porque eu prefiro Minimal/Techno, então assim fica melhor e mais claro para o público.
Vamos ao review da festa. Em primeiro lugar, a entrada, como sempre, bem organizada. Pouca fila, maioria das pessoas entrando na fila dos ingressos antecipados, alguns poucos na fila da lista amiga e praticamente ninguém na fila pra comprar ingresso na hora (R$ 90). Vi uns cambistas circulando pela porta e anunciando seus produtos, e perguntei o preço só de curiosidade: não menos que R$ 80 (provavelmente eram os ingressos antecipados de R$ 60 ou mesmo cortesias não utilizadas), pelo menos naquele horário.
Então, já bebida aquela cervejinha pra fazer a ambientação na porta da festa, rumei pra dentro da casa. Ah, não posso deixar de citar a presença da Lou-Lou recepcionando as pessoas, como sempre e mais do que nunca extremamente simpática e amável.
Lá dentro o ambiente estava tranqüilo, nem achei muito lotado. A fila pra comprar bebida não estava muito grande, mas achei que as placas indicando a forma de pagamento poderiam ficar mais visíveis pra quem está no final da fila.
Uma coisa que eu achei esquisita: os tickets de bebida eram de R$ 2,00, mas o preço da cerveja era R$ 5,00. Ou seja, ou você compra um número par de cervejas ou vai sair ganhando/perdendo R$ 1,00. Não chega a ser um problemão, mas parece estranho. Não cheguei a questionar como eles fariam se este fosse o caso (o da cerveja), mas sei lá, ninguém pensou nisso? A fila pra pegar as biritas estava relativamente tranqüila também, andando rapidinho. Ah, tinha também cachorro quente Geneal, mas nem comi.
O sistema de segurança da festa, como sempre, estava impecável. O telão gigantesco virado para a pista com as projeções em vídeo também estava sensacional (veja os vídeos abaixo). Só senti uma falta, de leve, de alguma coisa maneira de iluminação no meio da pista ou nos mezaninos e acima, como aqueles tubos coloridos que ficavam acendendo e apagando na direção longitudinal (acho irado esse negócio). O sound system estava como aqueles das edições anteriores. Quer dizer, eu pelo menos não reparei nenhuma grande diferença, então estava ótimo, como sempre.
O set que mais curti (pelo menos o que prestei atenção) foi o do Mauricio Lopes (vídeos abaixo!), que aloprou nos Minimalescos detalhes. Preciso ver o cara tocando novamente em algum outro lugar (Ooops?). O resto da galera que tocou eu não cheguei a reparar direito. Acho que entrei na festa logo depois que Diogo Reis e/ou Eduardo Christoph tinham tocado, então perdi o set dos caras – por sinal nem os vi na festa, mas encontrei com o Nepal andando de um canto pra outro.
Ponto alto/engraçado do evento: lá pelas tantas (acho que já estava de manhã com o sol raiando do lado de fora) surgiu uma mulher muito doida (duvido que só com álcool...) com os dois peitos pra fora da blusa, andando pra lá e pra cá chacoalhando os referidos, meio sem rumo, desgovernada (porém, de pé!). Demorei pra acreditar, mas era verdade (sei lá, não tô acostumado a ver esse tipo de coisa na noitada). E o pior, tinha uma galera em volta tirando uma casquinha, dando umas buzinadas (fom fom!!) e ela NEM AÍ!! Até gravei um vídeo, mas é impublicável.
Esse foi o video do Mauricio Lopes tocando que ficou com melhor qualidade:
E abaixo, mais outros 2 vídeos que eu gravei durante o set dele, mas não ficaram com a qualidade muito boa...
Video 2: http://www.youtube.com/watch?v=pOdiX_-lPrA
Video 3: http://www.youtube.com/watch?v=j3wPMw8VTog
E... Até a próxima! Chacoalhando TUDO de novo! :)
Parece que finalmente o mistério em torno do nome da festa do último Sábado foi desvendado, e isso logo ao chegar na frente das Casas Franklin perto de 1 hora da manhã, quando comecei a escutar o som bombante que vinha de dentro e ao encontrar o notável Serginho Careca, que me explicou o porque desse nome tão esquisito (na minha opinião). Nessa hora tudo fez mais sentido.Parece que os caras da MOO querem amarrar o estilo da festa no DISCO, deixando de lado o MINIMAL/TECHNO. Então a MOO seria uma marca/evento caracterizada predominantemente pela música DISCO, de forma então que essa última edição de agora não foi uma MOO em si, foi uma MOO que não a MOO que querem que seja (Disco), ou seja, foi uma "MOO que-não-é-a-MOO", onde o som predominante seria o MINIMAL/TECHNO ao invés do Disco. Maneiro né? Eu achei, porque eu prefiro Minimal/Techno, então assim fica melhor e mais claro para o público.
Vamos ao review da festa. Em primeiro lugar, a entrada, como sempre, bem organizada. Pouca fila, maioria das pessoas entrando na fila dos ingressos antecipados, alguns poucos na fila da lista amiga e praticamente ninguém na fila pra comprar ingresso na hora (R$ 90). Vi uns cambistas circulando pela porta e anunciando seus produtos, e perguntei o preço só de curiosidade: não menos que R$ 80 (provavelmente eram os ingressos antecipados de R$ 60 ou mesmo cortesias não utilizadas), pelo menos naquele horário.
Então, já bebida aquela cervejinha pra fazer a ambientação na porta da festa, rumei pra dentro da casa. Ah, não posso deixar de citar a presença da Lou-Lou recepcionando as pessoas, como sempre e mais do que nunca extremamente simpática e amável.
Lá dentro o ambiente estava tranqüilo, nem achei muito lotado. A fila pra comprar bebida não estava muito grande, mas achei que as placas indicando a forma de pagamento poderiam ficar mais visíveis pra quem está no final da fila.
Uma coisa que eu achei esquisita: os tickets de bebida eram de R$ 2,00, mas o preço da cerveja era R$ 5,00. Ou seja, ou você compra um número par de cervejas ou vai sair ganhando/perdendo R$ 1,00. Não chega a ser um problemão, mas parece estranho. Não cheguei a questionar como eles fariam se este fosse o caso (o da cerveja), mas sei lá, ninguém pensou nisso? A fila pra pegar as biritas estava relativamente tranqüila também, andando rapidinho. Ah, tinha também cachorro quente Geneal, mas nem comi.
O sistema de segurança da festa, como sempre, estava impecável. O telão gigantesco virado para a pista com as projeções em vídeo também estava sensacional (veja os vídeos abaixo). Só senti uma falta, de leve, de alguma coisa maneira de iluminação no meio da pista ou nos mezaninos e acima, como aqueles tubos coloridos que ficavam acendendo e apagando na direção longitudinal (acho irado esse negócio). O sound system estava como aqueles das edições anteriores. Quer dizer, eu pelo menos não reparei nenhuma grande diferença, então estava ótimo, como sempre.
O set que mais curti (pelo menos o que prestei atenção) foi o do Mauricio Lopes (vídeos abaixo!), que aloprou nos Minimalescos detalhes. Preciso ver o cara tocando novamente em algum outro lugar (Ooops?). O resto da galera que tocou eu não cheguei a reparar direito. Acho que entrei na festa logo depois que Diogo Reis e/ou Eduardo Christoph tinham tocado, então perdi o set dos caras – por sinal nem os vi na festa, mas encontrei com o Nepal andando de um canto pra outro.
Ponto alto/engraçado do evento: lá pelas tantas (acho que já estava de manhã com o sol raiando do lado de fora) surgiu uma mulher muito doida (duvido que só com álcool...) com os dois peitos pra fora da blusa, andando pra lá e pra cá chacoalhando os referidos, meio sem rumo, desgovernada (porém, de pé!). Demorei pra acreditar, mas era verdade (sei lá, não tô acostumado a ver esse tipo de coisa na noitada). E o pior, tinha uma galera em volta tirando uma casquinha, dando umas buzinadas (fom fom!!) e ela NEM AÍ!! Até gravei um vídeo, mas é impublicável.
Esse foi o video do Mauricio Lopes tocando que ficou com melhor qualidade:
E abaixo, mais outros 2 vídeos que eu gravei durante o set dele, mas não ficaram com a qualidade muito boa...
Video 2: http://www.youtube.com/watch?v=pOdiX_-lPrA
Video 3: http://www.youtube.com/watch?v=j3wPMw8VTog
E... Até a próxima! Chacoalhando TUDO de novo! :)
terça-feira, julho 14, 2009
MOONAOMOO?
Bom, o precinho não é muito camarada, aliás, assim tomo tem sido nas últimas vezes: antecipado R$ 60 e a R$ 90 na hora. Os ingressos já estão à venda desde 11/07, só não sei onde (no site não diz). Mistério dessa vez? :)
Afinal o que significa isso? MOO-NAO-MOO? MOON-AO-MOO? Pode ser, não sei, mas o que parece mesmo é que dia 25 de Julho próximo o Espaço Franklin estará mais uma vez aberto ao público para uma edição de uma festinha daquelas.
Se liga no line up: Eduardo Christoph, Mauricio Lopes, Sneak-Thief e Luke Solomon. Dei falta do Diogo Reis, onde é que ele foi parar? Está de férias? Viajou? Tá tocando em outro lugar no mesmo dia? Eu, pelo menos, gostaria de saber porque ele não vai tocar, pois gosto do cara e do som dele. Se souber, divulgo aqui depois. Se alguém souber antes, mande um comentário.Bom, o precinho não é muito camarada, aliás, assim tomo tem sido nas últimas vezes: antecipado R$ 60 e a R$ 90 na hora. Os ingressos já estão à venda desde 11/07, só não sei onde (no site não diz). Mistério dessa vez? :)
sábado, abril 18, 2009
Opções para enforcar Tiradentes
Diretamente de São Paulo, mas com informações atualizadas das boas que vão rolar na Cidade Maravilhosa, venho (tentar) listar o que vai ter por aí nesse feriado prolongado (pra quem vai enforcar Tiradentes duas vezes, uma vez na segunda e outra na terça-feira). São várias festas bem parecidas e bem diferentes ao mesmo tempo.
Pra hoje, sexta-feira, recomendo fortemente a festa Ítalo Sensations, no Lounge 69 (na Farme de Amoedo). No line up, mais uma vez, os mais que consagrados Diogo Reis (Moo), Felipe Mustache (Calzone), Gustavo MM e Badenov.
Pra sábado, duas opções. Em primeiro lugar a tradicional festa StereoZero na 00 (ao lado do Planetário da Gávea) com os DJs Cobra e José Roberto Mahr. O negócio é chegar cedo porque deve estar bem cheia, pois além da festa normal que rola todos os sábados, parece que vai ser a celebração da centésima apresentação da peça Os Difamantes, ou algo do tipo.
A segunda opção de sábado fica por conta da festa Bootleg, novamente no Lounge 69, onde o convidado é Victor Kill (ES), um dos grandes nomes da cena capixaba e residente do club The One (ES) . O lineup também conta com Leo Janeiro, Marcio Careca e João Paulo. Envie seu nome e de seus amigos para a lista amiga em: bootleg@emociona.com.br.
No Domingo, desta vez, a edição do Bailinho será realizada no Lounge 69, a partir das 20h. Com nome na lista amiga sai a R$ 30, e toda a renda será revertida ao espetáculo teatral Clandestinos (não confunda com o albergue em Copacabana!). Os DJs Rodrigo Penna, João Falcão, Galalau e Sergio Marimba comandam a diversão.
Na segunda-feira ,também duas opções. Uma é a festa 4 Clubs, também na 00, com Leo Janeiro, João Paulo, Vitor Sobrinho (de BH) e Electroholics. A entrada na hora custa R$ 40, mas com nomes na lista amiga (segunda@emociona.com.br) o preço cai pra R$ 30 homem e R$ 20 mulher, de consumação.
A outra opção de segunda-feira fica é a festa de 5 anos da caixa-de-fósforos (Fosfobox), com uma porrada de DJs no lineup, dentre eles, Leo Janeiro e João Paulo (você deve estar pensando: "caralho, de novo???"), Bernardo Campos, Pedro Mezzonato, Renato Bastos, Breno Ung, Felipe Mustache, Tatá, Kammy e Flutuance. Entrada: R$ 30 sem flyer e R$ 20 com flyer.
Diretamente de São Paulo, mas com informações atualizadas das boas que vão rolar na Cidade Maravilhosa, venho (tentar) listar o que vai ter por aí nesse feriado prolongado (pra quem vai enforcar Tiradentes duas vezes, uma vez na segunda e outra na terça-feira). São várias festas bem parecidas e bem diferentes ao mesmo tempo.
Pra hoje, sexta-feira, recomendo fortemente a festa Ítalo Sensations, no Lounge 69 (na Farme de Amoedo). No line up, mais uma vez, os mais que consagrados Diogo Reis (Moo), Felipe Mustache (Calzone), Gustavo MM e Badenov.
Pra sábado, duas opções. Em primeiro lugar a tradicional festa StereoZero na 00 (ao lado do Planetário da Gávea) com os DJs Cobra e José Roberto Mahr. O negócio é chegar cedo porque deve estar bem cheia, pois além da festa normal que rola todos os sábados, parece que vai ser a celebração da centésima apresentação da peça Os Difamantes, ou algo do tipo.
A segunda opção de sábado fica por conta da festa Bootleg, novamente no Lounge 69, onde o convidado é Victor Kill (ES), um dos grandes nomes da cena capixaba e residente do club The One (ES) . O lineup também conta com Leo Janeiro, Marcio Careca e João Paulo. Envie seu nome e de seus amigos para a lista amiga em: bootleg@emociona.com.br.
No Domingo, desta vez, a edição do Bailinho será realizada no Lounge 69, a partir das 20h. Com nome na lista amiga sai a R$ 30, e toda a renda será revertida ao espetáculo teatral Clandestinos (não confunda com o albergue em Copacabana!). Os DJs Rodrigo Penna, João Falcão, Galalau e Sergio Marimba comandam a diversão.
Na segunda-feira ,também duas opções. Uma é a festa 4 Clubs, também na 00, com Leo Janeiro, João Paulo, Vitor Sobrinho (de BH) e Electroholics. A entrada na hora custa R$ 40, mas com nomes na lista amiga (segunda@emociona.com.br) o preço cai pra R$ 30 homem e R$ 20 mulher, de consumação.
A outra opção de segunda-feira fica é a festa de 5 anos da caixa-de-fósforos (Fosfobox), com uma porrada de DJs no lineup, dentre eles, Leo Janeiro e João Paulo (você deve estar pensando: "caralho, de novo???"), Bernardo Campos, Pedro Mezzonato, Renato Bastos, Breno Ung, Felipe Mustache, Tatá, Kammy e Flutuance. Entrada: R$ 30 sem flyer e R$ 20 com flyer.
segunda-feira, agosto 11, 2008
MOO de volta!
Sábado que vem, dia 16 de Agosto, teremos o tão esperado retorno da MOO. Felizmente, essa edição vai ser no mesmo tradicional local, as Casas Franklin. Acho, inclusive, que mudaram o nome pra "Espaço Franklin", não sei exatamente o porquê.
Além da tradicional dupla Diogo Reis e Eduardo Cristoph, os convidados da vez são Duncan Stump – da dupla Mock & Toof – e Fabrizio Mammarella. O som esperado é o disco-funk, que tem marcado presença nas últimas edições da festa. Have fun!
Sábado que vem, dia 16 de Agosto, teremos o tão esperado retorno da MOO. Felizmente, essa edição vai ser no mesmo tradicional local, as Casas Franklin. Acho, inclusive, que mudaram o nome pra "Espaço Franklin", não sei exatamente o porquê.
Além da tradicional dupla Diogo Reis e Eduardo Cristoph, os convidados da vez são Duncan Stump – da dupla Mock & Toof – e Fabrizio Mammarella. O som esperado é o disco-funk, que tem marcado presença nas últimas edições da festa. Have fun!
quinta-feira, dezembro 13, 2007
MOO impessoal
No último domingo rolou a edição de aniversário de 3 anos da MOO, na Varanda do MAM, lugarzinho já mais que tradicional em termos de música eletrônica no Rio de Janeiro. Em primeiro lugar, achei muito estranho o evento ser num domingo, e ainda gostaria de entender porque eles fizeram isso, pois a maioria das pessoas normais trabalha durante o horário comercial, aí fica meio difícil de curtir a festa direito sem se preocupar com o horário de acordar no dia seguinte. Mas beleza.
Pra começar, estava um dia muito quente e abafado. Ao chegar na festa comecei a suar tempestivamente. Apesar do local ser aberto, não tava ventando suficientemente, de forma que se tivessem colocado uns ventiladores na pista ia melhorar bastante o clima. Dentro daquela parte de vidro tava rolando um ar-condicionado, que salvava de vez em quando - só quen não dava pra ficar o tempo todo lá dentro porque o som não era tão bom.
Uma coisa que achei mal planejada foi o sistema de venda de bebida. Acho que fiquei uns 40 minutos na fila, logo de primeira. Só começou a dar uma desafogada no final do evento. Os motivos, creio eu, foram o mau dimensionamento da quantidade de caixa e o despreparo dos vendedores. Um dos caras que tava no caixa eu acho que até conhecia de outras edições da MOO, mas não sei porque, tava mega enrolado, e demorava um tempo acima do tolerável pra entender o que você queria, calcular o preço, dar o troco e te entregar os tickets corretamente. O lugar onde eram servidas as bebidas até que estava tranquilo, com exceção do meio da festa, que bombou pra cacete e parecia uma choppada no Boqueirão.
Fora isso, as atrações da festa foram sensacionais. Dessa vez não cheguei a tempo pra assistir decentemente os dois residentes da festa tocando. Mas, ainda assim, curti Barem, Magda e Ritchie Hawtin. Na sequencia, achei o set do Barem o mais foda de todos (e era isso que eu já esperava). O cara tocou umas músicas conhecidas, no início, algumas de sua própria autoria, e outras de outros produtores, mas cujos remixes eram dele. Sensacionais! Logo depois veio a Magda, com um set altamente minimalista (até demais?). Pra fechar, já bem tarde, entrou o Ritchie Hawtin, que também mandou bem. Fui embora umas 3 horas da manhã, pois a consciência já estava batendo forte, então naõ deu pra ficar mais. A qualidade do som estava excepcional, e as projeções no telão também (apesar de que tinha um poste gigante em bem perto da pista que iluminava tudo e atrapalhava um pouco).
Vi pela festa o Leo Janeiro, Mauricio Lopes, Calbulque, Ricardo Estrella e João Paulo (do Emociona) - além, é claro, do Diogo Reis e do Eduardo Christoph. Pra mim, uma das melhores edições da MOO por conta do Barem. Achei que o local ficou um pouco impessoal, pois o público da MOO está acostumado a festejar no casarão das Casas Franklin, e a ir pra casa com o sol raiando forte. Nesse aspecto, nem parecia que era a MOO. Se eu pudesse dar uma sugestão aos organizadores da festa, seria a de voltar a fazer a festa no sábado, e sempre no local antigo.
Nota: 9,0!
No vídeo abaixo, Barem destruindo com um remix de Dust No. 4
Neste outro, Ritchie Hawtin mandando bala
No último domingo rolou a edição de aniversário de 3 anos da MOO, na Varanda do MAM, lugarzinho já mais que tradicional em termos de música eletrônica no Rio de Janeiro. Em primeiro lugar, achei muito estranho o evento ser num domingo, e ainda gostaria de entender porque eles fizeram isso, pois a maioria das pessoas normais trabalha durante o horário comercial, aí fica meio difícil de curtir a festa direito sem se preocupar com o horário de acordar no dia seguinte. Mas beleza.
Pra começar, estava um dia muito quente e abafado. Ao chegar na festa comecei a suar tempestivamente. Apesar do local ser aberto, não tava ventando suficientemente, de forma que se tivessem colocado uns ventiladores na pista ia melhorar bastante o clima. Dentro daquela parte de vidro tava rolando um ar-condicionado, que salvava de vez em quando - só quen não dava pra ficar o tempo todo lá dentro porque o som não era tão bom.
Uma coisa que achei mal planejada foi o sistema de venda de bebida. Acho que fiquei uns 40 minutos na fila, logo de primeira. Só começou a dar uma desafogada no final do evento. Os motivos, creio eu, foram o mau dimensionamento da quantidade de caixa e o despreparo dos vendedores. Um dos caras que tava no caixa eu acho que até conhecia de outras edições da MOO, mas não sei porque, tava mega enrolado, e demorava um tempo acima do tolerável pra entender o que você queria, calcular o preço, dar o troco e te entregar os tickets corretamente. O lugar onde eram servidas as bebidas até que estava tranquilo, com exceção do meio da festa, que bombou pra cacete e parecia uma choppada no Boqueirão.
Fora isso, as atrações da festa foram sensacionais. Dessa vez não cheguei a tempo pra assistir decentemente os dois residentes da festa tocando. Mas, ainda assim, curti Barem, Magda e Ritchie Hawtin. Na sequencia, achei o set do Barem o mais foda de todos (e era isso que eu já esperava). O cara tocou umas músicas conhecidas, no início, algumas de sua própria autoria, e outras de outros produtores, mas cujos remixes eram dele. Sensacionais! Logo depois veio a Magda, com um set altamente minimalista (até demais?). Pra fechar, já bem tarde, entrou o Ritchie Hawtin, que também mandou bem. Fui embora umas 3 horas da manhã, pois a consciência já estava batendo forte, então naõ deu pra ficar mais. A qualidade do som estava excepcional, e as projeções no telão também (apesar de que tinha um poste gigante em bem perto da pista que iluminava tudo e atrapalhava um pouco).
Vi pela festa o Leo Janeiro, Mauricio Lopes, Calbulque, Ricardo Estrella e João Paulo (do Emociona) - além, é claro, do Diogo Reis e do Eduardo Christoph. Pra mim, uma das melhores edições da MOO por conta do Barem. Achei que o local ficou um pouco impessoal, pois o público da MOO está acostumado a festejar no casarão das Casas Franklin, e a ir pra casa com o sol raiando forte. Nesse aspecto, nem parecia que era a MOO. Se eu pudesse dar uma sugestão aos organizadores da festa, seria a de voltar a fazer a festa no sábado, e sempre no local antigo.
Nota: 9,0!
No vídeo abaixo, Barem destruindo com um remix de Dust No. 4
Neste outro, Ritchie Hawtin mandando bala
quinta-feira, novembro 29, 2007
DAYLIGHT MOO
Tinha ouvido o boato, mas consegui confirmar: a próxima edição MOO vai ser durante a tarde do outro domingo, no MAM, dia 9 de dezembro. Meio esquisito, mas acho que vai bombar. Espero que não role um clima "de rave", pois acho uma coisa meio pela. Ritchie Hawtin é o convidado principal de Diogo Reis e Eduardo Christoph, que contam também com a DJ Magda e a pesadíssima e prometida apresentação do BAREM, um dos meus produtores prediletos, com hits como Suki, Opal e Nylon. Parece também que os ingressos antecipados já estão à venda nos locais de sempre (você que sempre foi na festa, já sabe onde procurar). ESSA PROMETE!!
Tinha ouvido o boato, mas consegui confirmar: a próxima edição MOO vai ser durante a tarde do outro domingo, no MAM, dia 9 de dezembro. Meio esquisito, mas acho que vai bombar. Espero que não role um clima "de rave", pois acho uma coisa meio pela. Ritchie Hawtin é o convidado principal de Diogo Reis e Eduardo Christoph, que contam também com a DJ Magda e a pesadíssima e prometida apresentação do BAREM, um dos meus produtores prediletos, com hits como Suki, Opal e Nylon. Parece também que os ingressos antecipados já estão à venda nos locais de sempre (você que sempre foi na festa, já sabe onde procurar). ESSA PROMETE!!
sexta-feira, novembro 23, 2007
MOO DE ANIVERSÁRIO
Parece que tá confirmado pro final de semana do dia 08 de Dezembro a edição de aniversário da MOO (até onde sei, de três anos... mas só isso?), com Richie Hawtin, Magda, Barem (FODA!), Eduardo Christoph e Diogo Reis. Partiu?
Parece que tá confirmado pro final de semana do dia 08 de Dezembro a edição de aniversário da MOO (até onde sei, de três anos... mas só isso?), com Richie Hawtin, Magda, Barem (FODA!), Eduardo Christoph e Diogo Reis. Partiu?
quarta-feira, setembro 12, 2007
domingo, agosto 26, 2007
MOO
Acho que os vídeos falam por eles próprios, então vou postar alguns abaixo. Destaques da festa pra iluminação doideira (globos espelhados pendurados com um fundo azul irado), pra qualidade do sound system e na seleção musical dos DJs. Ponto negativo: em alguns momentos faltou água gelada, gelo e energético no bar de cima, em momentos diferentes.
Acho que os vídeos falam por eles próprios, então vou postar alguns abaixo. Destaques da festa pra iluminação doideira (globos espelhados pendurados com um fundo azul irado), pra qualidade do sound system e na seleção musical dos DJs. Ponto negativo: em alguns momentos faltou água gelada, gelo e energético no bar de cima, em momentos diferentes.
quarta-feira, agosto 22, 2007
MOO de Agosto!
Tá confirmada a bagunça... Dia 25 vai rolar mais uma edição da MOO, no mesmo lugar das anteriores mais recentes, nas Casas Franklin (Av. Passos, 36/38 - Centro). Além dos residentes Diogo e Eduardo, desta vez 3 gringos invadem as pistas: Jon Gaiser (live), Heartthrob (live) e Konrad Black. Os dois primeiros são mais chegados pro Techno, e o terceiro, Minimal.
Os preços, como sempre, salgados. Primeiro lote a R$ 50, segundo a R$ 60 e na bilheteria a R$ 70. No site da festa tem maiores informações e locais de venda antecipada. Só achei estranho o logotipo que colocaram dessa vez... Será que é pra espantar a playboyzada que arrumou tumulto na penúltima edição? Dá um confere lá!!!
Tá confirmada a bagunça... Dia 25 vai rolar mais uma edição da MOO, no mesmo lugar das anteriores mais recentes, nas Casas Franklin (Av. Passos, 36/38 - Centro). Além dos residentes Diogo e Eduardo, desta vez 3 gringos invadem as pistas: Jon Gaiser (live), Heartthrob (live) e Konrad Black. Os dois primeiros são mais chegados pro Techno, e o terceiro, Minimal.
Os preços, como sempre, salgados. Primeiro lote a R$ 50, segundo a R$ 60 e na bilheteria a R$ 70. No site da festa tem maiores informações e locais de venda antecipada. Só achei estranho o logotipo que colocaram dessa vez... Será que é pra espantar a playboyzada que arrumou tumulto na penúltima edição? Dá um confere lá!!!
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