SETS MIXADOS - RESUMO
No meu espaço do 4shared (site para compartilhamento de arquivos em geral) tem meus mais recentes sets mixados pra ouvir e baixar. Eu costumo numerá-los, para facilitar a referência a eles, então aqui vai a lista do que tem em cada um.
Do 24 até o 28 eles são mais underground. O 29 e o 30 são mais comerciais, com House / Electro que toca por aí (ou tocava, na época em que eu gravei).
O 32 é pra quem gosta de rock, pois tem as versões House / Electro de vários rockzinhos famosos, incluindo U2, Coldplay, etc.
Do 33 em diante é só midback, sendo que o 33 mesmo são os Houses mais clássicos mesmo (com batida de House), incluindo Everything But The Girl, En Rage, Lulu Jopert, Jamiroquail, Robin S, etc.
O 34 é composto de Hits dos anos 80 e 90, com lances tipo Cece Penniston, Dee-lite, Double You, Erasure, London Beat, Sonia, Technotronic, Whigfield, etc.
Por último, o de número 35 é mais Electro-Funk (as mulheres costumam gostar mais porque tem umas músicas mais levinhas porém dançantes), e tem músicas de artistas como 2pac, Astroline, Bootie Girls, Ghost Town DJs, INOJ, Mon-A-Q, Sonique, etc.
Obs.: todos os sets foram gravados através do sinal de áudio produzido com CDJ e Serato, ou seja, como se estivesse tocando numa festa normalmente (e não "montado" no computador).
Mostrando postagens com marcador Electro. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, abril 19, 2011
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
UM SÁBADO DE OPÇÕES DIVERSAS
Sábado que vem, dia 12 de Fevereiro, vão rolar 3 festas bem bacanas ao mesmo tempo. Difícil vai ser conseguir se desdobrar pra dar uma passadinha em cada uma delas, mas acho que pelo menos em duas vai dar pra ir.
Começo falando da Little Black is Fuck, produzida e musicada por Joca Vidal, Luizinho e Brant, que depois de ter várias e várias edições consumadas no Clandestino Bar, agora aterrissou na segunda pista da Casa da Matriz, junto com a consagrada Paradiso, da pista 1. Em se tratando de sábado, me parece uma excelente iniciativa do início ao meio da noitada. E pra quem se interessa pelo assunto discotecagem, Joca recentemente lançou um livro sobre o assunto, e quem quiser poderá pedir uma dedicatória especial pra ele pessoalmente por lá (é o que eu vou fazer!).
Pra quem não sabe, a LBF toca de tudo um pouco... Joca manda um som mais Black, Soul, Funk, etc. Luizinho costuma ter um espectro que vai do House, passando pelo Electro, Breakbeat, etc. Brant fica mesmo com Jungle e Drum & Bass e geralmente fecha a noite. Uma mistura bem dançante, digamos.
A segunda opção é a festa Wobble, do meu também amigo Rodrigo S, na Fosfobox. Trata-se de uma festa pra quem curte esse sonzinho, o "wobble", que é aquele efeitinho de wah-wah típico dos Drum & Bass mais pesados (clownstep), do Dubstep, etc. Vai ter uma galera tocando, deve ser bem bacana. Depois da festa, emendado, parece que tem um after com Pareto.
A terceira alternativa fica com a festa MOO/Discoland que vai rolar nesta edição de sábado do Verão do Morro, no Morro da Urca. Deve ser a mais cara das opções, e também a que vai esgotar primeiro (se é que não esgotou). Diogo Reis e Eduardo Christoph trazem, desta vez, um italiano chamado Bottin.
Minha idéia é chegar cedo na LBF, e partir pra ver a metade/final da Wobble e talvez ficar um pouco no after com Pareto. Vamos ver se dá tempo.
Sábado que vem, dia 12 de Fevereiro, vão rolar 3 festas bem bacanas ao mesmo tempo. Difícil vai ser conseguir se desdobrar pra dar uma passadinha em cada uma delas, mas acho que pelo menos em duas vai dar pra ir.
Começo falando da Little Black is Fuck, produzida e musicada por Joca Vidal, Luizinho e Brant, que depois de ter várias e várias edições consumadas no Clandestino Bar, agora aterrissou na segunda pista da Casa da Matriz, junto com a consagrada Paradiso, da pista 1. Em se tratando de sábado, me parece uma excelente iniciativa do início ao meio da noitada. E pra quem se interessa pelo assunto discotecagem, Joca recentemente lançou um livro sobre o assunto, e quem quiser poderá pedir uma dedicatória especial pra ele pessoalmente por lá (é o que eu vou fazer!).
Pra quem não sabe, a LBF toca de tudo um pouco... Joca manda um som mais Black, Soul, Funk, etc. Luizinho costuma ter um espectro que vai do House, passando pelo Electro, Breakbeat, etc. Brant fica mesmo com Jungle e Drum & Bass e geralmente fecha a noite. Uma mistura bem dançante, digamos.
A segunda opção é a festa Wobble, do meu também amigo Rodrigo S, na Fosfobox. Trata-se de uma festa pra quem curte esse sonzinho, o "wobble", que é aquele efeitinho de wah-wah típico dos Drum & Bass mais pesados (clownstep), do Dubstep, etc. Vai ter uma galera tocando, deve ser bem bacana. Depois da festa, emendado, parece que tem um after com Pareto.
A terceira alternativa fica com a festa MOO/Discoland que vai rolar nesta edição de sábado do Verão do Morro, no Morro da Urca. Deve ser a mais cara das opções, e também a que vai esgotar primeiro (se é que não esgotou). Diogo Reis e Eduardo Christoph trazem, desta vez, um italiano chamado Bottin.
Minha idéia é chegar cedo na LBF, e partir pra ver a metade/final da Wobble e talvez ficar um pouco no after com Pareto. Vamos ver se dá tempo.
segunda-feira, junho 07, 2010
LITTLE BLACK NA COPA DO MUNDO
Dia 12 de Junho vai rolar mais uma edição da Little Black is Fuck, uma das festas mais antigas da Cidade Maravilhosa, que mistura House, Breakbeat, Electro, Drum & Bass e outras coisitas mais. Nas carrapetas, abrindo a festa, o DJ que vos fala (eu), e na sequencia Joca San, Luizinho e Brant. A festa ocorre no lugar de sempre, o Clandestino Bar, anexo ao albergue Stone of a Beach (Rua Barata Ribeiro, 111 - do lado do Metrô estação Arcoverde).
Só paga R$ 10 com nome na lista amiga (emails para seurachid@gmail.com e lembrando que a lista vale até 1h da manhã), ou se for casal com algum detalhe na roupa de verde e amarelo (afinal, é dia dos namorados). Sem nome na lista também não é tão caro assim: R$ 20.
Abaixo, um promo-set que eu fiz hoje especialmente pra essa edição da festa, pra baixar, que resume um pouco o que eu pretendo tocar: basicamente Tech House, mas com umas pitadas de músicas mais mainstream e sobretudo "cantáveis" ao final (as mulheres merecem, né?). Outras informações no blog oficial ou na página do facebook da festa.
Link para baixar no 4shared: clique aqui.
Ou então escuta pelo SoundCloud logo aqui abaixo:
DJ KPZ SET 31 (Set Promo LBF 12-06-2010) [HOUSE] by marcelokpz
Dia 12 de Junho vai rolar mais uma edição da Little Black is Fuck, uma das festas mais antigas da Cidade Maravilhosa, que mistura House, Breakbeat, Electro, Drum & Bass e outras coisitas mais. Nas carrapetas, abrindo a festa, o DJ que vos fala (eu), e na sequencia Joca San, Luizinho e Brant. A festa ocorre no lugar de sempre, o Clandestino Bar, anexo ao albergue Stone of a Beach (Rua Barata Ribeiro, 111 - do lado do Metrô estação Arcoverde).
Só paga R$ 10 com nome na lista amiga (emails para seurachid@gmail.com e lembrando que a lista vale até 1h da manhã), ou se for casal com algum detalhe na roupa de verde e amarelo (afinal, é dia dos namorados). Sem nome na lista também não é tão caro assim: R$ 20.
Abaixo, um promo-set que eu fiz hoje especialmente pra essa edição da festa, pra baixar, que resume um pouco o que eu pretendo tocar: basicamente Tech House, mas com umas pitadas de músicas mais mainstream e sobretudo "cantáveis" ao final (as mulheres merecem, né?). Outras informações no blog oficial ou na página do facebook da festa.
Link para baixar no 4shared: clique aqui.
Ou então escuta pelo SoundCloud logo aqui abaixo:
DJ KPZ SET 31 (Set Promo LBF 12-06-2010) [HOUSE] by marcelokpz
sexta-feira, agosto 07, 2009
CELEBRIDADES E ESTRELAS
Ontem foi um dia de astros e estrelas na noite carioca... E de coincidências também! Eu explico, e por partes.
Então, ontem rolou na 69 uma festinha ai (esqueci o nome agora) com alguns DJs famosos na cena, e que eu queria ver tocando há algum tempo já. Logo que cheguei tive o prazer de apreciar o som da dupla “Sweet Beats”, DRI.K e Marie Bouret (com seu case Slappa branco, que eu comentei aqui há algum tempo atrás), mandando um som muito maneiro. Não sei especificar o que era exatamente, Tech House, Electro, Techno, mas era de altíssimo nível, muito fino mesmo.
Foi uma das poucas vezes que eu vi uma DJ mulher tocando (acabei falando pra elas que foi a primeira vez, mas acabei de me lembrar que já vi a Carol Legally (no Cais do Oriente), a Mary Zander (numa festa da Cool Magazine), a Miss Kittin (Skol Beats SP) e a ... Mary Olivetti (na Nuth) – realmente meu problema de memória ta ficando bem sério), e achei muito maneiro. Aliás, as duas são absurdamente simpáticas!
Fiquei reparando com atenção, e notei que elas são muito cuidadosas com os detalhes, nas mixagens, na equalização, etc. E também são parceiras, atuam em conjunto – reparei uma hora que a Marie estava mixando e a DRI.K foi e fez um ajuste na equalização pra ajudar a amiga. A sintonia é perfeita e elas se entendem muito bem, ao meu ver. Ah, uma coisa que eu lembrei agora: segundo a Marie, foi a primeira vez que ela tocou bebendo (álcool), mas sinceramente, foi tudo perfeito.
Entre uma mixagem e outra, Marie e DRI.K posaram pra várias fotos do Eduardo Llerena (quero saber onde foram postadas! Facebook?), e descobri também como esse cara consegue tirar aquelas fotos que parecem que foram tiradas à luz do dia: parece que ele coloca a mão um pouco à frente do flash, e ai a luz espalha pro ambiente inteiro ao invés de estourar em cima do objeto fotografado. Elogiei o trabalho dele e perguntei se era esse o segredo para as fotos saírem assim, mas ele falou que não tem segredo (!). Eu não sou fotógrafo, não vou roubar a idéia, só achei muito maneiro (se ele estiver lendo isso, reforço mais uma vez). Achei o cara meio “pé atrás”, vai ver achou que eu tava perturbando o trabalho dele, ou algo assim.
Outras estrelas avistadas foram Ricardo Estrella (com trocadilho) e Roger Lyra. Aliás, fui comentar com o RL sobre a questão da Montagem House Mix da Furacão 2000 (post anterior) e acho que ele ficou meio bolado. Pelo visto pensou que eu estivesse tentando tirar uma onda com a cara dele, mas não era o caso. Inclusive rebateu esse meu comentário, dizendo que na época do funk ele já tocava “há 11 anos”. Pô, esse cara deve ser velho mesmo, ou então já veio ao mundo sentado em cima de um vinil.
E quando eu perguntei porque ele não contava essa parte da carreira dele no mundo do funk no site oficial dele, e ele falou que se fosse comentar tudo o que ele já tinha feito na carreira de DJ teria que "escrever uma bíblia". :)
E a última foi perguntar se ele trabalhava numa empresa de seguros de saúde (Unimed?), mas ele falou que não, que o pai dele que tinha uma empresa nessa área (porra, por que eu perguntei isso? Não sei também).
Resumo da noite: som irado das meninas, estão de parabéns pela técnica, qualidade, simpatia, etc. Virei fã na mesma hora (na verdade já era fã desde que comecei a ouvir os sets mixados delas). E pô, neguinho ta andando (em geral) ai pela night de muito mau humor, qual será o problema?? Eu hein, fica em casa! :)
Ontem foi um dia de astros e estrelas na noite carioca... E de coincidências também! Eu explico, e por partes.
Então, ontem rolou na 69 uma festinha ai (esqueci o nome agora) com alguns DJs famosos na cena, e que eu queria ver tocando há algum tempo já. Logo que cheguei tive o prazer de apreciar o som da dupla “Sweet Beats”, DRI.K e Marie Bouret (com seu case Slappa branco, que eu comentei aqui há algum tempo atrás), mandando um som muito maneiro. Não sei especificar o que era exatamente, Tech House, Electro, Techno, mas era de altíssimo nível, muito fino mesmo.Foi uma das poucas vezes que eu vi uma DJ mulher tocando (acabei falando pra elas que foi a primeira vez, mas acabei de me lembrar que já vi a Carol Legally (no Cais do Oriente), a Mary Zander (numa festa da Cool Magazine), a Miss Kittin (Skol Beats SP) e a ... Mary Olivetti (na Nuth) – realmente meu problema de memória ta ficando bem sério), e achei muito maneiro. Aliás, as duas são absurdamente simpáticas!
Fiquei reparando com atenção, e notei que elas são muito cuidadosas com os detalhes, nas mixagens, na equalização, etc. E também são parceiras, atuam em conjunto – reparei uma hora que a Marie estava mixando e a DRI.K foi e fez um ajuste na equalização pra ajudar a amiga. A sintonia é perfeita e elas se entendem muito bem, ao meu ver. Ah, uma coisa que eu lembrei agora: segundo a Marie, foi a primeira vez que ela tocou bebendo (álcool), mas sinceramente, foi tudo perfeito.
Entre uma mixagem e outra, Marie e DRI.K posaram pra várias fotos do Eduardo Llerena (quero saber onde foram postadas! Facebook?), e descobri também como esse cara consegue tirar aquelas fotos que parecem que foram tiradas à luz do dia: parece que ele coloca a mão um pouco à frente do flash, e ai a luz espalha pro ambiente inteiro ao invés de estourar em cima do objeto fotografado. Elogiei o trabalho dele e perguntei se era esse o segredo para as fotos saírem assim, mas ele falou que não tem segredo (!). Eu não sou fotógrafo, não vou roubar a idéia, só achei muito maneiro (se ele estiver lendo isso, reforço mais uma vez). Achei o cara meio “pé atrás”, vai ver achou que eu tava perturbando o trabalho dele, ou algo assim.
Outras estrelas avistadas foram Ricardo Estrella (com trocadilho) e Roger Lyra. Aliás, fui comentar com o RL sobre a questão da Montagem House Mix da Furacão 2000 (post anterior) e acho que ele ficou meio bolado. Pelo visto pensou que eu estivesse tentando tirar uma onda com a cara dele, mas não era o caso. Inclusive rebateu esse meu comentário, dizendo que na época do funk ele já tocava “há 11 anos”. Pô, esse cara deve ser velho mesmo, ou então já veio ao mundo sentado em cima de um vinil.
E quando eu perguntei porque ele não contava essa parte da carreira dele no mundo do funk no site oficial dele, e ele falou que se fosse comentar tudo o que ele já tinha feito na carreira de DJ teria que "escrever uma bíblia". :)
E a última foi perguntar se ele trabalhava numa empresa de seguros de saúde (Unimed?), mas ele falou que não, que o pai dele que tinha uma empresa nessa área (porra, por que eu perguntei isso? Não sei também).
Resumo da noite: som irado das meninas, estão de parabéns pela técnica, qualidade, simpatia, etc. Virei fã na mesma hora (na verdade já era fã desde que comecei a ouvir os sets mixados delas). E pô, neguinho ta andando (em geral) ai pela night de muito mau humor, qual será o problema?? Eu hein, fica em casa! :)
terça-feira, junho 23, 2009
Alguns eventos do mês de Julho...
Ontem dei um pulo no Baixo Gávea com o intuito de tomar aquele tradicional chopp que fecha o final de semana e, como nao podia deixar de ser, tinha muita mulher de roupa curta panfletando ("hypando"? Comecei a ouvir falar muito diso de uns tempos pra cá, tô aprendendo o significado ainda) as festas que vão rolar por agora aqui no Rio de Janeiro.
Acho que recebi uns 10 flyers no total, e fui selecionando os que permaneceriam no meu bolso e os que iam pro lixo, de acordo com o meu gosto pessoal. Não necessariamente o que não foi "aprovado" é ruim, apenas não faz muito a minha cabeça. Então, dentre os pedaços de papel brilhantes que sobraram desse processo seletivo, posso citar:
Rio House Music
Data: 04/07
Local: Marina da Glória
Comentários: em primeiro lugar, gosto bastante do local do evento. Em segundo, quem abre a festa é o João Paulo (Emociona/Request DJs), que tem um set bem energético de Minimal e Techno e já tocou com uma boa galera de peso. Em seguida, Life is a Loop (3 Plus) diretamente do sul do país, e depois Tim Healey (Wild Artists), que eu tentei assistir tocando na praia da Barra da Tijuca no último reveillon, mas o cara atrasou tanto que eu não pude esperar mais - estava saindo da praia na hora em que ele estava chegando, carregando as malas (pelo visto tinha vindo direto do aeroporto). Quem sabe é dessa vez?
+Infos: www.myspace.com/riohousemusic
SKOL H.O.M.E.
Data: 10/07
Local: MAM
Comentários: apesar de eu achar o nome meio sem criatividade (H.O.M.E. significa "humanos ouvem música eletrônica" - tá legal, e os cachorros, gatos, macacos? Se eu botar pra tocar eles não ouvem? Será que não curtem?), vale aqui a referência ao evento. Vão rolar dois palcos diferentes: um se chama Level, e tem como atrações Luca de Napoli, Giovanetti (é o Beto?), Adam K (não conheço), Dimitri Nakov (já ouvi falar) e Fel vs Guk (nunca ouvi falar). Na pista High teremos Ricardo Estrella (não sei mais o estilo que ele toca, tem tempo que não o vejo se apresentar), Flow & Zeo (dispensa comentários), Renato Ratier (dono da D-EDGE e que tocou há pouco tempo na 69 - esse vai ser imperdível) e Eli Iwasa (parece ser uma japinha, pela foto, mas não conheço também).
+Infos: http://www.home.art.br/
2 YEARS THE WEEK EVENTOS
Data: 10/07
Local: The Week
Comentários: seria a minha segunda opção para o dia 10/07 (é no mesmo dia da festa citada acima), mas o que mais me chamou a atenção e me fez citar essa festa foi ter um carinha do Ministry of Sound, Michael Kutalek (apesar de também não conhecer o trabalho dele, mas deve ser legal) e também o nome do Fabio Amed (que eu ouvi tocando uma vez numa private, e achei o som dele muito maneiro - queria ouvir novamente, portanto). O resto da galera você confere nas informações, abaixo. :)
+Infos: ih! o evento não tem hotsite! :(
Ontem dei um pulo no Baixo Gávea com o intuito de tomar aquele tradicional chopp que fecha o final de semana e, como nao podia deixar de ser, tinha muita mulher de roupa curta panfletando ("hypando"? Comecei a ouvir falar muito diso de uns tempos pra cá, tô aprendendo o significado ainda) as festas que vão rolar por agora aqui no Rio de Janeiro.
Acho que recebi uns 10 flyers no total, e fui selecionando os que permaneceriam no meu bolso e os que iam pro lixo, de acordo com o meu gosto pessoal. Não necessariamente o que não foi "aprovado" é ruim, apenas não faz muito a minha cabeça. Então, dentre os pedaços de papel brilhantes que sobraram desse processo seletivo, posso citar:
Rio House Music
Data: 04/07
Local: Marina da GlóriaComentários: em primeiro lugar, gosto bastante do local do evento. Em segundo, quem abre a festa é o João Paulo (Emociona/Request DJs), que tem um set bem energético de Minimal e Techno e já tocou com uma boa galera de peso. Em seguida, Life is a Loop (3 Plus) diretamente do sul do país, e depois Tim Healey (Wild Artists), que eu tentei assistir tocando na praia da Barra da Tijuca no último reveillon, mas o cara atrasou tanto que eu não pude esperar mais - estava saindo da praia na hora em que ele estava chegando, carregando as malas (pelo visto tinha vindo direto do aeroporto). Quem sabe é dessa vez?
+Infos: www.myspace.com/riohousemusic
SKOL H.O.M.E.
Data: 10/07
Local: MAM
Comentários: apesar de eu achar o nome meio sem criatividade (H.O.M.E. significa "humanos ouvem música eletrônica" - tá legal, e os cachorros, gatos, macacos? Se eu botar pra tocar eles não ouvem? Será que não curtem?), vale aqui a referência ao evento. Vão rolar dois palcos diferentes: um se chama Level, e tem como atrações Luca de Napoli, Giovanetti (é o Beto?), Adam K (não conheço), Dimitri Nakov (já ouvi falar) e Fel vs Guk (nunca ouvi falar). Na pista High teremos Ricardo Estrella (não sei mais o estilo que ele toca, tem tempo que não o vejo se apresentar), Flow & Zeo (dispensa comentários), Renato Ratier (dono da D-EDGE e que tocou há pouco tempo na 69 - esse vai ser imperdível) e Eli Iwasa (parece ser uma japinha, pela foto, mas não conheço também).+Infos: http://www.home.art.br/
2 YEARS THE WEEK EVENTOS
Data: 10/07
Local: The Week
Comentários: seria a minha segunda opção para o dia 10/07 (é no mesmo dia da festa citada acima), mas o que mais me chamou a atenção e me fez citar essa festa foi ter um carinha do Ministry of Sound, Michael Kutalek (apesar de também não conhecer o trabalho dele, mas deve ser legal) e também o nome do Fabio Amed (que eu ouvi tocando uma vez numa private, e achei o som dele muito maneiro - queria ouvir novamente, portanto). O resto da galera você confere nas informações, abaixo. :)
+Infos: ih! o evento não tem hotsite! :(
Obs.: perdoem-me pela talvez falta excessiva de informação e conhecimento sobre determinados artistas, mas é que o mundo é grande demais, fica difícil conhecer tudo de antemão ou mesmo ter tempo hábil pra ficar ouvindo e pesquisando sobre todos os nomes que aparecem por aí de uma hora pra outra.
domingo, maio 31, 2009
DJ MARCELO KPZ NA LBF
Meu camarada Luizinho LBF acabou de me mandar um vídeo que ele fez pra divulgar a próxima edição da festa Little Black is Fuck, neste sábado dia 06/06 no Clandestino Bar. Dá um confere no vídeo, ficou bem legal e engraçado :)
Meu camarada Luizinho LBF acabou de me mandar um vídeo que ele fez pra divulgar a próxima edição da festa Little Black is Fuck, neste sábado dia 06/06 no Clandestino Bar. Dá um confere no vídeo, ficou bem legal e engraçado :)
sexta-feira, abril 24, 2009
Trigésimo set na área!
A pedido de alguns amigos que anseavam por uma nova edição das minhas empreitadas musicais, com minha própria seleção musical, diretamente da Cap's Comedy Studios (ou seja, meu quarto), e em homenagem ao ano em que eu completo 30 anos de idade, preparei meu trigésimo set desde que comecei a tocar "profissionalmente".
A propósito, considero o início do período em que comecei a tocar mesmo quando comprei meu primeiro par de CDJs em 2004 (eram 2 CDJ-100s da Pioneer, comprados no Panda) e depois que tive umas "aulas inaugurais" com meu camarada Roque Júnior (agora também colaborador eventual desse blog - até a paciência dele acabar).
Bem, falando do set em si, dessa vez resolvi gravar um lance mais light, ou seja, ao invés de Minimal / Techno, catei uma seleção de farofada pra galera que gosta de ir pras nights de playboy por aí. Acho que o resultado final ficou muito bom, fiz com toda a dedicação possível. Tudo o que se faz com dedicação fica bom, né? :)
Comentários, críticas, sugestões, agradecimentos, etc também são bem-vindos!
LINK PARA DOWNLOAD: http://www.4shared.com/file/101409393/c9fde6d1/DJ_KPZ_-_SET_30_HOUSE__ELECTRO_-_23-APR-2009_-_192_kbps.html
Set list:
01. September - Cry For You (Dave Ramone Extended Mix)
02. Timbaland feat. onerepublic - Apologize (mk electro mix)
03. Kurd Maverick - Blue Monday (Vandalism)
04. Ian Carey Project - Get Shaky (Vandalism)
05. Guru Josh Project - Infinity 2008 (Klaas Vocal Mix)
06. Lady Gaga - Just Dance (TS Remix)
07. Basshunter - All I Ever Wanted (WideBoys Club)
08. Sharam feat. Daniel Bedingfield - The One (Vox Mix)
A pedido de alguns amigos que anseavam por uma nova edição das minhas empreitadas musicais, com minha própria seleção musical, diretamente da Cap's Comedy Studios (ou seja, meu quarto), e em homenagem ao ano em que eu completo 30 anos de idade, preparei meu trigésimo set desde que comecei a tocar "profissionalmente".
A propósito, considero o início do período em que comecei a tocar mesmo quando comprei meu primeiro par de CDJs em 2004 (eram 2 CDJ-100s da Pioneer, comprados no Panda) e depois que tive umas "aulas inaugurais" com meu camarada Roque Júnior (agora também colaborador eventual desse blog - até a paciência dele acabar).
Bem, falando do set em si, dessa vez resolvi gravar um lance mais light, ou seja, ao invés de Minimal / Techno, catei uma seleção de farofada pra galera que gosta de ir pras nights de playboy por aí. Acho que o resultado final ficou muito bom, fiz com toda a dedicação possível. Tudo o que se faz com dedicação fica bom, né? :)
Comentários, críticas, sugestões, agradecimentos, etc também são bem-vindos!
LINK PARA DOWNLOAD: http://www.4shared.com/file/101409393/c9fde6d1/DJ_KPZ_-_SET_30_HOUSE__ELECTRO_-_23-APR-2009_-_192_kbps.html
Set list:
01. September - Cry For You (Dave Ramone Extended Mix)
02. Timbaland feat. onerepublic - Apologize (mk electro mix)
03. Kurd Maverick - Blue Monday (Vandalism)
04. Ian Carey Project - Get Shaky (Vandalism)
05. Guru Josh Project - Infinity 2008 (Klaas Vocal Mix)
06. Lady Gaga - Just Dance (TS Remix)
07. Basshunter - All I Ever Wanted (WideBoys Club)
08. Sharam feat. Daniel Bedingfield - The One (Vox Mix)
sábado, abril 18, 2009
Opções para enforcar Tiradentes
Diretamente de São Paulo, mas com informações atualizadas das boas que vão rolar na Cidade Maravilhosa, venho (tentar) listar o que vai ter por aí nesse feriado prolongado (pra quem vai enforcar Tiradentes duas vezes, uma vez na segunda e outra na terça-feira). São várias festas bem parecidas e bem diferentes ao mesmo tempo.
Pra hoje, sexta-feira, recomendo fortemente a festa Ítalo Sensations, no Lounge 69 (na Farme de Amoedo). No line up, mais uma vez, os mais que consagrados Diogo Reis (Moo), Felipe Mustache (Calzone), Gustavo MM e Badenov.
Pra sábado, duas opções. Em primeiro lugar a tradicional festa StereoZero na 00 (ao lado do Planetário da Gávea) com os DJs Cobra e José Roberto Mahr. O negócio é chegar cedo porque deve estar bem cheia, pois além da festa normal que rola todos os sábados, parece que vai ser a celebração da centésima apresentação da peça Os Difamantes, ou algo do tipo.
A segunda opção de sábado fica por conta da festa Bootleg, novamente no Lounge 69, onde o convidado é Victor Kill (ES), um dos grandes nomes da cena capixaba e residente do club The One (ES) . O lineup também conta com Leo Janeiro, Marcio Careca e João Paulo. Envie seu nome e de seus amigos para a lista amiga em: bootleg@emociona.com.br.
No Domingo, desta vez, a edição do Bailinho será realizada no Lounge 69, a partir das 20h. Com nome na lista amiga sai a R$ 30, e toda a renda será revertida ao espetáculo teatral Clandestinos (não confunda com o albergue em Copacabana!). Os DJs Rodrigo Penna, João Falcão, Galalau e Sergio Marimba comandam a diversão.
Na segunda-feira ,também duas opções. Uma é a festa 4 Clubs, também na 00, com Leo Janeiro, João Paulo, Vitor Sobrinho (de BH) e Electroholics. A entrada na hora custa R$ 40, mas com nomes na lista amiga (segunda@emociona.com.br) o preço cai pra R$ 30 homem e R$ 20 mulher, de consumação.
A outra opção de segunda-feira fica é a festa de 5 anos da caixa-de-fósforos (Fosfobox), com uma porrada de DJs no lineup, dentre eles, Leo Janeiro e João Paulo (você deve estar pensando: "caralho, de novo???"), Bernardo Campos, Pedro Mezzonato, Renato Bastos, Breno Ung, Felipe Mustache, Tatá, Kammy e Flutuance. Entrada: R$ 30 sem flyer e R$ 20 com flyer.
Diretamente de São Paulo, mas com informações atualizadas das boas que vão rolar na Cidade Maravilhosa, venho (tentar) listar o que vai ter por aí nesse feriado prolongado (pra quem vai enforcar Tiradentes duas vezes, uma vez na segunda e outra na terça-feira). São várias festas bem parecidas e bem diferentes ao mesmo tempo.
Pra hoje, sexta-feira, recomendo fortemente a festa Ítalo Sensations, no Lounge 69 (na Farme de Amoedo). No line up, mais uma vez, os mais que consagrados Diogo Reis (Moo), Felipe Mustache (Calzone), Gustavo MM e Badenov.
Pra sábado, duas opções. Em primeiro lugar a tradicional festa StereoZero na 00 (ao lado do Planetário da Gávea) com os DJs Cobra e José Roberto Mahr. O negócio é chegar cedo porque deve estar bem cheia, pois além da festa normal que rola todos os sábados, parece que vai ser a celebração da centésima apresentação da peça Os Difamantes, ou algo do tipo.
A segunda opção de sábado fica por conta da festa Bootleg, novamente no Lounge 69, onde o convidado é Victor Kill (ES), um dos grandes nomes da cena capixaba e residente do club The One (ES) . O lineup também conta com Leo Janeiro, Marcio Careca e João Paulo. Envie seu nome e de seus amigos para a lista amiga em: bootleg@emociona.com.br.
No Domingo, desta vez, a edição do Bailinho será realizada no Lounge 69, a partir das 20h. Com nome na lista amiga sai a R$ 30, e toda a renda será revertida ao espetáculo teatral Clandestinos (não confunda com o albergue em Copacabana!). Os DJs Rodrigo Penna, João Falcão, Galalau e Sergio Marimba comandam a diversão.
Na segunda-feira ,também duas opções. Uma é a festa 4 Clubs, também na 00, com Leo Janeiro, João Paulo, Vitor Sobrinho (de BH) e Electroholics. A entrada na hora custa R$ 40, mas com nomes na lista amiga (segunda@emociona.com.br) o preço cai pra R$ 30 homem e R$ 20 mulher, de consumação.
A outra opção de segunda-feira fica é a festa de 5 anos da caixa-de-fósforos (Fosfobox), com uma porrada de DJs no lineup, dentre eles, Leo Janeiro e João Paulo (você deve estar pensando: "caralho, de novo???"), Bernardo Campos, Pedro Mezzonato, Renato Bastos, Breno Ung, Felipe Mustache, Tatá, Kammy e Flutuance. Entrada: R$ 30 sem flyer e R$ 20 com flyer.
domingo, abril 12, 2009
Sterozero @ 00 (Zero Zero)
Ontem foi dia de visitar a festa Stereo Zero, na 00, Restaurante, Bar e Lounge, fincado ao lado do Planetário da Gávea. Chegamos em torno das 23h30 e o estacionamento já estava cheio, apesar do feriado, o que seria um bom sinal. Fomos recebidos pela sempre muito simpática Priscila Lima, hostess super-tatuada da casa e também integrante da Pavê Gastronomia Visual.
Logo na entrada vi umas pessoas famosas, tipo Selton Mello (do recente filme "meu nome não é Johhny") e Bruno Mazzeo (ator daquele tv show "Cilada"). Infelizmente não tinha representantes famosas femininas, tipo Luana Piovani tomando porrada na pista ou algo do tipo, então vou ficar devendo dessa vez. :)
De cara, reparei que fizeram uma mudança do lado de fora, ou seja, na parte do lounge: colocaram caixas de som, que reproduzem o que está sendo tocado na pista. Notei que a vantagem de utilizar esse tipo de equipamento é que você pode desligar quando quiser, e deixar o Lounge mais silencioso, já que existe uma separação acústica em vidro entre lá e a pista. E quando quiser estrondar, é só aumentar o volume.
Nas picapes, Cobra e José Roberto Mahr, sempre mandando uns Houses finos, Electros, etc, vindos dos clássicos e chegando até nos últimos lançamentos. Devia ter tentado gravar alguns vídeos pra ilustrar melhor, mas só o que deu pra fazer foi tirar umas fotinhos (abaixo, Mahr no comando, com uma fotinho tirada do meu celular Nokia E71, que dá pra notar que não é muito sofisticado em termos de foto). Se não me engano no site da 00 tem uma rádio online - não conferi o som, mas deve ser algo similar ao que toca por lá. Com preço de lista-amiga a R$ 20,00, acho uma das melhores opções do Rio de Janeiro em custo-benefício - por isso estou quase sempre por lá.
Aproveito também para publicar um fato engraçado: neste site tem uma reportagem sobre a festa StereoZero com a foto de um sujeito que dizem se tratar do Cobra, mas não é ele não... Onde será que arrumaram isso??

quarta-feira, abril 08, 2009
NUTH LAGOA - THE FIRST TRY
Mês passado foi o dia de conhecer a Nuth da Lagoa. Pois é, fique sabendo você, se é que não sabia, que além da “tradicional” Nuth da Barra, agora também tem Nuth Centro e Nuth Lagoa! Dizem as más línguas, inclusive, que as próximas filiais serão Nuth Tijuca e Nuth Méier. Mas enfim, vamos falar da Nuth Lagoa, que é a bola da vez.

Pra começar, posso dizer que nunca gostei muito da Nuth (a da Barra, que era a única que eu tinha tentado ir (ou ido) até então). Vou explicar o porquê. Sempre ouvi falar, e não sei até hoje se é verdade, que a Nuth, na realidade, não é uma boate aberta ao público em geral, é um clube de sócios. Pra você entrar pra essa sociedade não basta pagar. Convenhamos, se fosse assim seria fácil demais. Mas não, você tem que ser escolhido, indicado, passar por um processo de seleção, e pode ser que nunca seja aprovado - durma com isso. E como se não bastasse ter que passar pela seleção, você tem que pagar um fee anual que te dá direito a frequentar o clube com 1 convidado, exceto em eventos especiais (aí você não tem direito nenhum, e não enche o saco!).
Isso significa que pra você ter o “direito” de entrar lá você precisa ser sócio da casa, ou então pelo menos ser convidado de algum sócio (e estar acompanhado dele no momento da entrada). Caso contrário, ou seja, se você não for sócio, se você não chegar lá bem cedinho e ficar na pontinha da fila esperando (rezando pela) a sua vez de entrar, você corre o risco de fazer figuração na porta a noite inteira, por horas a fio, mesmo que esteja chovendo canivete ou nevando. É uma merda. É um saco. Mas é assim que funciona a Nuth da Barra.
Sempre achei isso muito escroto, mas até acho que eles têm razão de ser assim. Só fico revoltado de não divulgarem isso mais aberta e claramente ao público em geral. E aí o que acontece é que as pessoas vão até lá sem saber que aquilo é um clube restrito, e acabam pagando mico, se espremendo na fila que nem entrada de final de campeonato no Maracanã, muitas vezes sem conseguir entrar.
Isso, sim, é uma falta de respeito. E pior: acho que grande parte do sucesso da casa acontece em função das filas lotadas na porta – maioria composta pelos “figurantes” que estão ali bancando os palhaços em prol do lucro do dono da casa, muitas vezes sem nem saber que estão se submetendo a esse tipo de papel. Eu mesmo já fiz isso várias vezes até descobrir em que tipo de furada estava me metendo, e hoje em dia só apareço lá quando sou convidado ilustre, em eventos muito especiais de música eletrônica (ex: DJ MARKY, num dos posts mais abaixo).
Mas fora todo o meu ranço pela Nuth da Barra, foi vez de me arriscar na Nuth da Lagoa. Tipo, dar uma chance nova. Pois então, num desses finais de semana da vida resolvi orbitar por lá em torno de 1h da manhã. Tinha uma fila pra entrar, pequena, diga-se de passagem, e isso foi um bom sinal. Acho que em menos de 5 minutos eu já estava de cara com as hostess da casa e pronto para adentra-la (à boate). Aliás, eram duas mulheres bonitas e bem arrumadas ao invés de seguranças truculentos – ponto positivo pra Nuth Lagoa!
Eu tinha conseguido colocar meu nome na lista bem cedo, antes de chegar lá, então foram só R$ 70 de consumação mínima (bagatela), sem entrada. Se não me engano o preço sem nome na lista é de R$ 100 de consumação, ou algo por aí, não muito fora dos padrões das boatezinhas do mesmo nível pela cidade.
Ao entrar, dei uma percorrida pelo lugar pra fazer o reconhecimento. No primeiro andar, de cara, fica a pista de dança – já vou falar sobre ela. No segundo andar tem um lounge com mesas e cadeiras pra sentar, provavelmente jantar alguma coisa, e beber, obviamente. Também tem um balcão com um barman servido as biritas danadas. O terceiro andar estava fechado pra uma festa privada, cheia de coroas, então não pudemos ficar por lá. Provavelmente deve haver cardápios para o jantar espalhados por esses andares, mas nem cheguei a vê-los.
Pra início de conversa, não sei porque escolheram um terreno tão estreito pra construir aquele lugar. Não tenho muita noção de distância, mas deve ter uns 5 ou 6 metros de largura, no máximo, e o espaço útil fica menor ainda por conta do balcão de um lado e mesas e cadeiras do outro (que as pessoas fazem questão de empurrar para o meio da pista, para que possam ficar com mais espaço reservado ainda pra elas mesmas). E colocaram um espelho bem grande do lado direito pra dar uma maior sensação de espaço aberto, mas acho que não adiantou muito. A decoração interna, por sua vez, é muito boa.

O lugar estava extremamente apertado, quase não dava pra transitar de um lado pro outro. Os garçons móveis também passavam de um lado pro outro carregando coisas, e ficava difícil de ficar parado num lugar só, sem ser incomodado por alguém querendo passar.
O atendimento dos barmen do balcão foi bem rápido e ágil apesar do crowd que se formava ao redor deles. Acho que esse bom nível de serviço se deu conta à boa quantidade de funcionários nessa parte da casa, que faziam um bom serviço. Neste ponto, estão de parabéns.
A freqüência da casa é composta basicamente de patricinhas e mauricinhos, como era de se esperar para um lugar deste tipo. Quanto ao DJ que estava tocando, não sei o seu nome, mas o tipo de música estava adequada aos padrões e de acordo com o esperado – HOUSE, ELECTRO HOUSE – e o volume também. Achei a acústica boa e também os níveis balanceados de graves, médios e agudos (isso na pista, claro). O equipamento do DJ era bom, se não me engano eram CDJ-400 da Pioneer e o mixer era um DJM-800 (me corrijam se estiver falando besteira).
Quando resolvi sair para a conta e ir embora dormir, a coisa foi bem rápida, mas acho que isso só aconteceu porque a casa ainda estava bem cheia e animada no momento em que eu me pirulitei, ou seja, as pessoas não estavam querendo ir embora todas ao mesmo tempo. Nessa altura do campeonato não me lembrava mais se tinha 1 ou 2 caixas para receber os pagamentos, mas de qualquer forma tenho certeza de quem fosse tentar sair um pouco depois de mim ia passar um leve perrengue na fila.
Resumo: achei o lugar bem alto nível em termos de decoração, instalações, incluindo mobiliário, equipamentos de som, etc. O terreno, em si, poderia ter sido maior, pros sócios da casa ficarem menos encaixotados, mas agora eu acho que esse é o tipo de coisa que “já era”, só construindo tudo de novo. O atendimento das hostess, dos barmen e do caixa foram exemplares e estão de parabéns. O DJ e a qualidade do som também merecem uma boa nota. O preço é meio caro para ter que ficar com calor e apertado no meio da multidão, só isso que eu acho que conta ponto negativo. Os caras têm que colocar uma lista amiga, um flyer, algo do tipo, e também fazer uma programação mais eclética, variada nas vertendes da HOUSE MUSIC e com DJs de peso do Braisl e do mundo, assim como a matriarca Nuth Barra.
E espero, de coração, que a Nuth Lagoa não funcione no esquema de entrada restrita do tipo “clube de sócios”, para que as pessoas comuns não fiquem sofrendo na fila observando, sem poderem fazer nada, os sócios, amigos de sócios, PIMPs, gringos endinheirados, transsexuais da vida, acompanhantes, filhos de pessoas importantes e etc. penetrarem a barreira dos seguranças com o consentimento de todos os organizadores e nada ser feito a respeito. Preconceito total com as pessoas "comuns", caído.
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