Voltei do Reveillon de Búzios ontem, e resolvi gravar um set novo de DEEP HOUSE com influências do Fishbone. Aliás, essa temporada lá me lembrou muito também os sons que rolavam em Itajaí-SC, no carnaval de alguns anos atrás. Muito bom. :)
Pra quem quiser baixar a mp3, segue o link: http://www.4shared.com/mp3/zhQWadeWba/DJ_KPZ_-_Set_Mixado_39_-_DEEP_.html
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domingo, janeiro 05, 2014
sexta-feira, maio 25, 2012
AUSLANDER NA ESTAÇÃO LEOPOLDINA
Sábado agora vai rolar mais uma edição daquela festa da Auslander. Pra quem curte a MOO, é uma boa, a festa é no mesmo estilo. Seguem as informações abaixo, retiradas diretamente da página do Facebook do evento. O evento vai rolar dia 26/05 às 22h na Estação Leopoldina.
"Falta pouco a tradicional festa de encerramento do desfile da AUSLÄNDER no FASHION RIO, seguindo o embalo da nossa última festa de Halloween, este ano, na nossa festa de encerramento do desfile, vamos ter 2 pistas e muitos djs convidados, alé é claro do nosso serviço ALL INCLUSIVE DRINKs.
ALL INCLUSIVE DRINKs;
- RedBull
- Smirnoff Drinks
- Whisky JB
- BuscaVida
- Cerveja Budweiser gelada e muito mais...
LINEUP:
Pista 1:
- Auslander Crew & Convidados
- Sany Pitbull
- Jose Camarano
- Zeh Pretim
- Cix & Yasmin
- Darke Mattos & Felipe Guga
Pista 2:
- Diogo Reis (MOO)
- Badenov (Combo 69)
- DJ Nepal (D-edge Agency)
- Marcos Leta & Peirão (High Class Underground)
- Marcelo Cotrin
INGRESSOS:
(Promocionais limitados)
- R$ 80,00* [ ESGOTADOS ]
- 2º Lote: R$ 120,00
Desconto de 15% em produtos Ausländer na loja para quem comprar ingressos do lote promocional.
* Sujeito a alteração sem aviso prévio, forma de pagamento: Dinheiro.
Vendas exclusivas:
AUSLÄNDER SHOPPING LEBLON 3º PISO
Compartilhem, convidem os amigos e amigas e vamos nessa.... Breve mais informações!!"
quarta-feira, agosto 10, 2011
AZARI & III - HUNGRY FOR THE POWER
Baixei essa música outro dia desses, foi dica de alguém que também não estou me lembrando agora. Ou então eu escutei no set de alguém e usei o Sound Hound pra descobrir qual era o nome da música. Vai saber? Mas a música é maneira, meio Techno, meio Deep... Na realidade meio melancólica, mas tá valendo. Vê se tu curte, mermão, Azari & III - Hungry for the power (Jamie Jones remix).
quinta-feira, dezembro 16, 2010
RA Poll: Top DJs of 2010
Nem sabia, mas o site Resident Advisor também fez um chart TOP 100 para os DJs em 2010. E, como vocês poderão conferir, bem diferente do tradicional TOP 100 da DJ Mag...
O que me parece é que este último é feito por pessoas do mainstream, enquanto o da RA é feito por quem procura conhecer mais a fundo, e entende realmente de música eletrônica. Será?
Bem, dá um confere nos 10 primeiros aí embaixo, e também na lista completa aqui.
01. Ricardo Villalobos
02. Richie Hawtin
03. Seth Troxler
04. Loco Dice
05. Ben Klock
06. Jamie Jones
07. Dixon
08. John Digweed
09. Luciano
10. Marcel Dettmann
Nem sabia, mas o site Resident Advisor também fez um chart TOP 100 para os DJs em 2010. E, como vocês poderão conferir, bem diferente do tradicional TOP 100 da DJ Mag...
O que me parece é que este último é feito por pessoas do mainstream, enquanto o da RA é feito por quem procura conhecer mais a fundo, e entende realmente de música eletrônica. Será?
Bem, dá um confere nos 10 primeiros aí embaixo, e também na lista completa aqui.
01. Ricardo Villalobos
02. Richie Hawtin
03. Seth Troxler
04. Loco Dice
05. Ben Klock
06. Jamie Jones
07. Dixon
08. John Digweed
09. Luciano
10. Marcel Dettmann
quinta-feira, dezembro 02, 2010
FORMAT B
E parece que o FORMAT B vai vir ao Brasil agora neste final de semana, segundo o Resident Advisor. Só não sei porque a passagem vai ser por Curitiba, e não Rio e SP. Não tive essa informação, pelo menos.
E parece que o FORMAT B vai vir ao Brasil agora neste final de semana, segundo o Resident Advisor. Só não sei porque a passagem vai ser por Curitiba, e não Rio e SP. Não tive essa informação, pelo menos.
sexta-feira, novembro 12, 2010
INAUGURAÇÃO CLUB ON 11
Ontem, dia 11/11/2010, rolou a festa de inauguração de um novo club pra música eletrônica aqui no Rio de Janeiro, o Club On 11 (ou Club On11, tudo junto). Pra quem já é velho de guerra na night carioca, sabe que aquele mesmo local (ali no Arpoador, perto do Pizza Hut) já foi antes o B.A.S.E., o Sygno, e muitos outros que eu não me lembro agora. Por ali, já rolou de tudo, desde música eletrônica de qualidade, a funk / hip-hop da playboyzada da bomba. É aquele velho esquema da night aqui do Rio: inauguram o local, no início enche pra cacete, mas depois fica caído, e aí tem que mudar o nome, reformar tudo e re-abrir um tempo depois. Pois acho que foi o que aconteceu, de novo.Como toda inauguração, é um ensaio pra ver o que funciona, o que não funciona, e fazer os ajustes para a noite em que o local tem que funcionar "de verdade". Digo isso porque vi muitos pontos a melhorar, o que eu acho que faz parte do processo de startup, e espero que os donos estejam atentos a eles. Vamos às críticas construtivas, mas também destacando os pontos positivos.
Nesse evento de abertura, a birita era liberada até 1 hora da manhã. O atendimento nos bares (acho que tinha uns 3) até que estava rápido, mas os garços estavam mal informados. Um deles, por exemplo, me falou que estava sendo vendido redbull à parte, no caixa, mas o caixa não estava aberto antes de 1 hora. Aliás, o caixa estava funcionando de forma absolutamente precária, de forma totalmente manual, só aceitando pagamento em dinheiro, e com a lista de preços impressa em papel branco e impressora jato de tinta, com um ar meio improvisado :)
Tinha uma espécie de área VIP ali em cima do DJ, que fechou depois de certo horário, e só podia subir quem era amigo de não sei quem. Acho que a birita era liberada lá dentro a noite inteira. Isso foi caído porque depois de certa hora as pessoas foram indo embora (afinal, era quinta-feira, e muita gente tinha que trabalhar no dia seguinte), e portanto a pista ficou completamente vazia, mas a área VIP lotada. Os DJs do final da noite tocaram pra quase ninguém.
O som, de altíssima qualidade, com o grave bombando na pista, ensurdecendo qualquer um (no bom sentido). A iluminação, parece que foi feita por um cara da Inglaterra, e segue o estilo de boates como Hot Hot e D-EDGE, ambas em São Paulo. Achei BEM maneiro.
Não fiquei até o final da festa. Saí umas 4 horas da manhã, se não me engano, quando já tinha uma mulherada meio esquisita dançando funk-style. Antes, vi passar pela cabide o João Paulo Pedroza, que dispensa comentários (mandou muito bem) e a Mary Olivetti.
Acho que o pior ponto da noite foi o esquema que fizeram pra galera que queria ir do lado de fora da casa pra fumar. O problema desse esquema é que não podia sair pela porta carregando copo com bebida, e aí tinha que deixar em cima de uma mesinha redonda do lado de dentro. O que acontece é que não existe controle nem identificação dos copos, que ficam ali à mercê da sorte. O que aconteceu, no meu caso, é que roubaram meu copo cheio até a boca de vodka com redbull (valor: R$ 32,00). Tem que dar um jeito nisso urgentemente, porque virou bagunça. Sem contar que o risco de alguém colocar alguma droga na sua bebida é muito alto.
Enfim, com clima de obra ainda inacabada, essa foi a abertura do Club On 11. Espero que realmente se faça de tudo pra manter o alto nível da música eletrônica (como era no Club 69, por exemplo, e como é em tudo quanto é lugar de SP), e não sucumbam rapidamente às pragas da playboyzada carioca como o funk, o hip-hop, e à farofada em geral.
Vídeos feito ontem (sorry pela qualidade do som, fiz no celular)
quinta-feira, junho 03, 2010
SUPER SHUFFLE NIGHTS
Pra quem curte o som da MOO, a boa desta sexta-feira vai ser a primeira edição da Super Shuffle Nights, mais um evento organizado por Bruno Guinle, Diogo Reis e Eduardo Christoph. Já soube também que contaremos novamente com a participação da super simpática Loulou Chavarry. A idéia da festa é relembrar os velhos tempos da MOO, quando era uma festa pequena e semanal.
O local da festa vai ser o Espaço JB (Rua Jardim Botanico, 129), e no line up: Diogo Reis (MOO), Eduardo Christoph (MOO), Badenov e Yugo (Os Ritmos Digitais / Ice Cream), ao precinho camarada de R$40 na hora e R$25 com nome na lista amiga (listasupershuffle@moo.com.br até 18hs de sexta).
Pra quem curte o som da MOO, a boa desta sexta-feira vai ser a primeira edição da Super Shuffle Nights, mais um evento organizado por Bruno Guinle, Diogo Reis e Eduardo Christoph. Já soube também que contaremos novamente com a participação da super simpática Loulou Chavarry. A idéia da festa é relembrar os velhos tempos da MOO, quando era uma festa pequena e semanal.
O local da festa vai ser o Espaço JB (Rua Jardim Botanico, 129), e no line up: Diogo Reis (MOO), Eduardo Christoph (MOO), Badenov e Yugo (Os Ritmos Digitais / Ice Cream), ao precinho camarada de R$40 na hora e R$25 com nome na lista amiga (listasupershuffle@moo.com.br até 18hs de sexta).
Nos vemos lá!

segunda-feira, maio 31, 2010
FUCK THE BEACH @ STUDIO LINE
Taí uma festa com um nome realmente maneiro. Eu não tenho certeza absoluta do real significado, mas presumo que seja alguma coisa do tipo "foda-se a praia" (se eu estiver falando merda, me avisem). E pelo menos a contar pelo horário majoritariamente diurno da festa (começa 5h da manhã de Domingo e termina à 1h da manhã de segunda-feira), é pra quem não curte praia, que é o meu caso. Dá pra chegar na festa no after da noitada, ou no Domingo ao acordar.
Bem, pra quem estiver na pilha de ir, os ingressos custam R$ 15 antecipado e R$ 30 na lista amiga ou com flyer. Quem não se inserir em nenhum dos dois grupos, paga R$ 50 na hora (se a lotação do Studio Line permitir). Ainda não tem local de venda oficialmente divulgado, mas quem já quiser colocar o nome na lista amiga, o endereço é ftbparty@gmail.com. O lineup está sobrecarregado, dá um confere no flyer aí embaixo, e maiores informações aqui.
Taí uma festa com um nome realmente maneiro. Eu não tenho certeza absoluta do real significado, mas presumo que seja alguma coisa do tipo "foda-se a praia" (se eu estiver falando merda, me avisem). E pelo menos a contar pelo horário majoritariamente diurno da festa (começa 5h da manhã de Domingo e termina à 1h da manhã de segunda-feira), é pra quem não curte praia, que é o meu caso. Dá pra chegar na festa no after da noitada, ou no Domingo ao acordar.
Bem, pra quem estiver na pilha de ir, os ingressos custam R$ 15 antecipado e R$ 30 na lista amiga ou com flyer. Quem não se inserir em nenhum dos dois grupos, paga R$ 50 na hora (se a lotação do Studio Line permitir). Ainda não tem local de venda oficialmente divulgado, mas quem já quiser colocar o nome na lista amiga, o endereço é ftbparty@gmail.com. O lineup está sobrecarregado, dá um confere no flyer aí embaixo, e maiores informações aqui.
segunda-feira, abril 19, 2010
D-EDGE FAZ 10 ANOS
Vai rolar em SP essa semana mais uma festa pra comemorar os 10 anos de existência da D-EDGE, que na minha opinião é um dos melhores clubs do nosso país (empatado com Warung, e talvez com Sirena e Green Valley, que só não tenho certeza porque não conheço esses dois últimos).
Vai rolar em SP essa semana mais uma festa pra comemorar os 10 anos de existência da D-EDGE, que na minha opinião é um dos melhores clubs do nosso país (empatado com Warung, e talvez com Sirena e Green Valley, que só não tenho certeza porque não conheço esses dois últimos).
Já que não consegui ir ao Skol Sensation, vou tentar dar um pulo lá pra conferir o line up, que tá bem bacana. Aguardem algumas possíveis fotinhos e vídeos das performances dos DJs. O preço continua o mesmo da outra vez que fui, há quase 2 anos atrás: R$ 50 sem nome na lista, e com nome na lista R$ 30 mulher e R$ 40 homem (listas@d-edge.com.br).
Line up:
Focka
Roots Rock Revolution
Davis
Diogo Accioly
Laurent F
Jam Session (Alê Reis vs João Lee vs China vs Silvio Conchon)
Kenzo
Mau Mau
Renato Ratier
Oscar Bueno
Glaucia ++
Thiago Zanin
Roots Rock Revolution
Davis
Diogo Accioly
Laurent F
Jam Session (Alê Reis vs João Lee vs China vs Silvio Conchon)
Kenzo
Mau Mau
Renato Ratier
Oscar Bueno
Glaucia ++
Thiago Zanin
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
RIO MUSIC CONFERENCE - SÁBADO
Ontem (domingo) foi dia de dar um confere no Rio Music Conference de 2010. Apesar do incidente de ante-ontem, quando um agente da Polícia Federal matou outro agente dentro da festa, no meio do evento, a festa transcorreu sem problemas desta vez.
Ao chegar lá, quem tocava era Renato Ratier, dono da D-EDGE, que bombou demais a pista. Logo encontrei com a dupla Dri-K e Marie Bouret, Marcio Careca, Mauricio Lopes, Serginho Careca e Loulou Chavarry (que como sempre mandou bem com o nome na lista amiga), e mais uma galera da cena eletrônica.
Tambem curti o som de Luciano (nunca tinha ouvido falar, mas o cara manda bem a vera) e Loco Dice. De resto, não lembro.
O som da festa estava excelente. Não estava muito cheia, então o ambiente estava confortável e agradável. Só achei uma parada bem caída: só podia comprar birita no cartão de crédito se gastasse mais de R$ 100,00. De resto, tudo OK, parabéns pra organização da festa.
Tô querendo ir de novo hoje (segunda-feira), sobretudo pra ver o João Paulo (Request DJs), Sharam (Deep Dish) e Steve Angello - mas acho que meu fígado não aguenta! Então vou ficar em casa pra recobrar as forças para terça-feira mesmo. Vamos ver. :)
Olha o Ratier aí, ó

E a Loulou :)
Ontem (domingo) foi dia de dar um confere no Rio Music Conference de 2010. Apesar do incidente de ante-ontem, quando um agente da Polícia Federal matou outro agente dentro da festa, no meio do evento, a festa transcorreu sem problemas desta vez.
Ao chegar lá, quem tocava era Renato Ratier, dono da D-EDGE, que bombou demais a pista. Logo encontrei com a dupla Dri-K e Marie Bouret, Marcio Careca, Mauricio Lopes, Serginho Careca e Loulou Chavarry (que como sempre mandou bem com o nome na lista amiga), e mais uma galera da cena eletrônica.
Tambem curti o som de Luciano (nunca tinha ouvido falar, mas o cara manda bem a vera) e Loco Dice. De resto, não lembro.
O som da festa estava excelente. Não estava muito cheia, então o ambiente estava confortável e agradável. Só achei uma parada bem caída: só podia comprar birita no cartão de crédito se gastasse mais de R$ 100,00. De resto, tudo OK, parabéns pra organização da festa.
Tô querendo ir de novo hoje (segunda-feira), sobretudo pra ver o João Paulo (Request DJs), Sharam (Deep Dish) e Steve Angello - mas acho que meu fígado não aguenta! Então vou ficar em casa pra recobrar as forças para terça-feira mesmo. Vamos ver. :)
Olha o Ratier aí, ó
E a Loulou :)
terça-feira, dezembro 29, 2009
MOO 5 ANOS
Domingo passado rolou a edição de aniversário de 5 anos da MOO, na Varanda do MAM. A chuva não atrapalhou em nada, pelo contrário, só ajudou a diminuir o calor que estava fazendo naquele dia.
Gostei muito dos sets do Mauricio Lopes (vídeozinho abaixo), dos donos da festa: Diogo Reis e Eduardo Christoph. A festa acabou lá pelas 4 da manhã, pelo que me falaram, mas saí um pouco antes devido ao cansaço (tô velho!).
E o destaque vai novamente para a simpatia da Lou Lou, que estava fazendo as honras da casa na entrada do evento. E parabéns para a galera da MOO pelo sucesso do evento!
Domingo passado rolou a edição de aniversário de 5 anos da MOO, na Varanda do MAM. A chuva não atrapalhou em nada, pelo contrário, só ajudou a diminuir o calor que estava fazendo naquele dia.
Gostei muito dos sets do Mauricio Lopes (vídeozinho abaixo), dos donos da festa: Diogo Reis e Eduardo Christoph. A festa acabou lá pelas 4 da manhã, pelo que me falaram, mas saí um pouco antes devido ao cansaço (tô velho!).
E o destaque vai novamente para a simpatia da Lou Lou, que estava fazendo as honras da casa na entrada do evento. E parabéns para a galera da MOO pelo sucesso do evento!
quinta-feira, dezembro 03, 2009
REVEILLON CARIOCA
Já sabe onde vai passar o Reveillon? Vai viajar ou vai ficar no Rio? Se ficar no Rio, vai passar com a família ou com os amigos numa das festas da cidade? Bem, eu vou contar aqui a minha experiência dos anos passados e compartilhar minha idéia pra esse ano, bem como citar explicitamente a minha preferência.
Desde os meus 18 anos de idade até hoje, dos 12 reveillons que tive a oportunidade de curtir, 8 deles foram em Búzios, todos eles com a virada na tradicional Praia de Geribá. Nunca paguei pra entrar em nenhuma festa por lá, mas sempre arrumávamos um jeito de entrar nas festas do Fishbone ou daquele clube que fica no canto (esqueci o nome agora). É uma boa opção, sempre achei isso. Mas eu só iria pra lá de novo se fosse pra alugar uma casa com deck na areia, e com serviçais à disposição. Como não é o caso, vou ficar no Rio de Janeiro mesmo.
Dos 4 reveillons que passei aqui na cidade maravilhosa, um deles foi na festa do MAM. Nessa ocasião, tinha uns DJs tocando sei lá o que, e eu só me lembro que dentro do salão foi o DJ Marlboro. A festa foi um lixo. O ar-condicionado quebrou, a água era servida em garrafões de 20 litros, a comida era um macarrão de presidiário servido em cumbucas sem talher, a champagne só foi servida das 23h à 01h da manhã, o tapete da festa se desprendeu todo e parecia uma baleia orca encalhada no meio da pista, e não tinha banheiro suficiente pra todo mundo. Detestei.
Outro deles foi na festa de Reveillon do Jockey. Foi uma das festas que tinha a melhor relação de mulher pra homem. Nesse aspecto estava perfeito, mas foi quase só esse. A música eletrônica na parte de dentro estava legalzinha. Também lembro que foi impossível chegar perto da comida, era quase uma batalha campal. Nem consegui ver qual era o cardápio. Pra pegar birita era um inferno total, muito pior que choppada no Fundão, a galera se esbofeteava por um copinho plástico com uísque, depois de meia hora berrando pelo amor de Deus para o barman.
A única festa do Rio que eu fui que realmente me fez valer cada centavo gasto foi a do Hotel Intercontinental, chamada de Reveillon Carioca, e organizada pela galera do Emociona. Festa super alto nível, organizada, com segurança de primeira linha, atendimento médico, buffet classe A com menos de 5 min de espera na fila, sorvete Haagen-Dazs liberado, biritas com redbull a noite inteira, café da manhã, e vários DJs e atrações de peso. No primeiro ano que fui teve João Paulo Pedroza, Marcio Careca, e na outra pista show da banda Blitz, do Evandro Mesquita. No segundo ano os mesmos DJs "da casa", mais alguns outros (não lembro de cabeça) e na outra pista hip-hop ou algo assim (não curto). Ah, e na hora da virada ainda deixam você sair da festa e ir na praia ver a queima de fogos e pular 3 ondinhas, e depois voltar.
Esse ano estava cogitando o Inter novamente. Os ingressos estão no 2o. lote (até amanhã, dia 03/12), a R$ 450 masculino e R$ 350 feminino (www.reveilloncarioca.com.br). Mas infelizmente (ou felizmente) optei por fazer uma paradinha mais light, então vou tocar na festa de uns amigos numa cobertura na Barra da Tijuca. Mas, recomendo fortemente pra quem ainda não tem boa. Mas corre atrás logo porque ano passado quase não tinha ingresso sobrando, e estavam custando R$ 800. :)
Reveillon 2009
segunda-feira, novembro 30, 2009
MOO @ Vale Open Air
Sábado passado foi dia de comparecer ao Jockey Club pra conferir o Vale Open Air, que é um festival de cinema sempre acompanhado de um evento de música de alto nível após a exibição do filme do dia. E dessa vez quem fez a festa foi a galera da MOO: Diogo Reis e Eduardo Christoph, e sem convidados extras.
Eu, atrasado do jeito que sou, obviamente não consegui chegar a tempo de ver o filme. Ao entrar no Jockey a imensa tela (parece que a maior do mundo, que foi trazida para o Brasil especialmente para o evento) já tinha sido baixada, e a MOO já tinha começado. Tinha uma fila do cacete do lado de fora, e parece que os ingressos tinham acabado. Eu cheguei a conferir na internet um pouco antes de sair de casa, e estavam esgotados no site que estava operacionalizando a venda. Por sorte encontrei um amigo na porta que me presenteou com uma cortesia. Nada mais justo, afinal, sou da imprensa né?
Em resumo, o evento foi muito maneiro. Público de altíssimo nível, bares com filas de tamanho razoável (não muito grandes), cerveja sempre gelada. Sem falar que tinha uma KONI STORE lá dentro (um dos meus maiores vícios). A única coisa meio braba era o banheiro, que estava um inferno de quente e abafado - acho que não tem ventilação alguma, bem caído.
Diogo e Eduardo fizeram sets sensacionais. Vi umas pessoinhas que pelo visto não entendiam muito do assunto, e estavam viajando na maionese ali, acho que prefeririam um psy, um electro, ou algo assim. Mas se você andasse um pouco mais pra frente do palco ia ver uns outros mais ligados no som que estava rolando.
Uma das paradas que me chamaram mais a atenção foi a iluminação do palco, que era digna de um showzão de Rock, por exemplo, e também os efeitos visuais dos lados direito e esquerdo da pista, com umas projeções feitas por canhões de forma milimetricamente sincronizada com a tela, que era composta de vários círculos de tamanhos diferentes espalhados pela parede. Não dá pra explicar direito, mas vendo os vídeos abaixo dá pra entender melhor.
Infelizmente não fiquei muito tempo porque tinha acordado muito cedo no sábado, e estava morto de cansaço. Ouvi falar que a festa iria até umas 4:30, e quando saí de lá mais ou mneos 4:00 ainda estava totalmente cheia. Parece que a coisa rendeu até tarde.
Parabéns, novamente, à galera da MOO por mais um evento de altíssimo nível!
Sábado passado foi dia de comparecer ao Jockey Club pra conferir o Vale Open Air, que é um festival de cinema sempre acompanhado de um evento de música de alto nível após a exibição do filme do dia. E dessa vez quem fez a festa foi a galera da MOO: Diogo Reis e Eduardo Christoph, e sem convidados extras.
Eu, atrasado do jeito que sou, obviamente não consegui chegar a tempo de ver o filme. Ao entrar no Jockey a imensa tela (parece que a maior do mundo, que foi trazida para o Brasil especialmente para o evento) já tinha sido baixada, e a MOO já tinha começado. Tinha uma fila do cacete do lado de fora, e parece que os ingressos tinham acabado. Eu cheguei a conferir na internet um pouco antes de sair de casa, e estavam esgotados no site que estava operacionalizando a venda. Por sorte encontrei um amigo na porta que me presenteou com uma cortesia. Nada mais justo, afinal, sou da imprensa né?
Em resumo, o evento foi muito maneiro. Público de altíssimo nível, bares com filas de tamanho razoável (não muito grandes), cerveja sempre gelada. Sem falar que tinha uma KONI STORE lá dentro (um dos meus maiores vícios). A única coisa meio braba era o banheiro, que estava um inferno de quente e abafado - acho que não tem ventilação alguma, bem caído.
Diogo e Eduardo fizeram sets sensacionais. Vi umas pessoinhas que pelo visto não entendiam muito do assunto, e estavam viajando na maionese ali, acho que prefeririam um psy, um electro, ou algo assim. Mas se você andasse um pouco mais pra frente do palco ia ver uns outros mais ligados no som que estava rolando.
Uma das paradas que me chamaram mais a atenção foi a iluminação do palco, que era digna de um showzão de Rock, por exemplo, e também os efeitos visuais dos lados direito e esquerdo da pista, com umas projeções feitas por canhões de forma milimetricamente sincronizada com a tela, que era composta de vários círculos de tamanhos diferentes espalhados pela parede. Não dá pra explicar direito, mas vendo os vídeos abaixo dá pra entender melhor.
Infelizmente não fiquei muito tempo porque tinha acordado muito cedo no sábado, e estava morto de cansaço. Ouvi falar que a festa iria até umas 4:30, e quando saí de lá mais ou mneos 4:00 ainda estava totalmente cheia. Parece que a coisa rendeu até tarde.
Parabéns, novamente, à galera da MOO por mais um evento de altíssimo nível!
sábado, setembro 05, 2009
MOO NÃO-MOO
Como todos sabem, sou entusiasta da MOO. Engraçado que a primeira vez que ouvi falar dela foi via um amigo meu que comentou que a festa era irada, sei lá o que, mas achei que fosse um evento alternativo demais para os meus padrões. Foi na época que a MOO fez um evento que durou 3 dias seguidos, em 2006 (veja aqui). Mas mesmo assim, não fui.Hoje em dia me arrependo, e vou em todas as edições, sempre que posso. A última foi aquela com o famoso set do Mauricio Lopes, demais (veja aqui). Quem foi, sabe o que eu tô falando. Também gostei da época do PROJETO FASE, quando rolou Renato Ratier (foi irado também). Outra coisa que me dá um pouco de saudade são aquelas iluminações psicodélicas, principalmente aquele negócio que chamam de TÚNEL LED.
Bem, sábado que vem vai rolar de novo! Dia 12 de Setembro, no Espaço Franklin (av Passos, 36 - Centro). As atrações ficam por conta de Eduardo Christoph (MOO), Gustavo Tatá, Osborne (Spectral) e Richard Sen (Padded Cell). Será que o Diogo Reis vai ficar só na curtição? Enfim... Os detalhes adicionais como preço, locais de venda dos ingressos etc estão em www.moonaomoo.com.br
sexta-feira, agosto 07, 2009
CELEBRIDADES E ESTRELAS
Ontem foi um dia de astros e estrelas na noite carioca... E de coincidências também! Eu explico, e por partes.
Então, ontem rolou na 69 uma festinha ai (esqueci o nome agora) com alguns DJs famosos na cena, e que eu queria ver tocando há algum tempo já. Logo que cheguei tive o prazer de apreciar o som da dupla “Sweet Beats”, DRI.K e Marie Bouret (com seu case Slappa branco, que eu comentei aqui há algum tempo atrás), mandando um som muito maneiro. Não sei especificar o que era exatamente, Tech House, Electro, Techno, mas era de altíssimo nível, muito fino mesmo.
Foi uma das poucas vezes que eu vi uma DJ mulher tocando (acabei falando pra elas que foi a primeira vez, mas acabei de me lembrar que já vi a Carol Legally (no Cais do Oriente), a Mary Zander (numa festa da Cool Magazine), a Miss Kittin (Skol Beats SP) e a ... Mary Olivetti (na Nuth) – realmente meu problema de memória ta ficando bem sério), e achei muito maneiro. Aliás, as duas são absurdamente simpáticas!
Fiquei reparando com atenção, e notei que elas são muito cuidadosas com os detalhes, nas mixagens, na equalização, etc. E também são parceiras, atuam em conjunto – reparei uma hora que a Marie estava mixando e a DRI.K foi e fez um ajuste na equalização pra ajudar a amiga. A sintonia é perfeita e elas se entendem muito bem, ao meu ver. Ah, uma coisa que eu lembrei agora: segundo a Marie, foi a primeira vez que ela tocou bebendo (álcool), mas sinceramente, foi tudo perfeito.
Entre uma mixagem e outra, Marie e DRI.K posaram pra várias fotos do Eduardo Llerena (quero saber onde foram postadas! Facebook?), e descobri também como esse cara consegue tirar aquelas fotos que parecem que foram tiradas à luz do dia: parece que ele coloca a mão um pouco à frente do flash, e ai a luz espalha pro ambiente inteiro ao invés de estourar em cima do objeto fotografado. Elogiei o trabalho dele e perguntei se era esse o segredo para as fotos saírem assim, mas ele falou que não tem segredo (!). Eu não sou fotógrafo, não vou roubar a idéia, só achei muito maneiro (se ele estiver lendo isso, reforço mais uma vez). Achei o cara meio “pé atrás”, vai ver achou que eu tava perturbando o trabalho dele, ou algo assim.
Outras estrelas avistadas foram Ricardo Estrella (com trocadilho) e Roger Lyra. Aliás, fui comentar com o RL sobre a questão da Montagem House Mix da Furacão 2000 (post anterior) e acho que ele ficou meio bolado. Pelo visto pensou que eu estivesse tentando tirar uma onda com a cara dele, mas não era o caso. Inclusive rebateu esse meu comentário, dizendo que na época do funk ele já tocava “há 11 anos”. Pô, esse cara deve ser velho mesmo, ou então já veio ao mundo sentado em cima de um vinil.
E quando eu perguntei porque ele não contava essa parte da carreira dele no mundo do funk no site oficial dele, e ele falou que se fosse comentar tudo o que ele já tinha feito na carreira de DJ teria que "escrever uma bíblia". :)
E a última foi perguntar se ele trabalhava numa empresa de seguros de saúde (Unimed?), mas ele falou que não, que o pai dele que tinha uma empresa nessa área (porra, por que eu perguntei isso? Não sei também).
Resumo da noite: som irado das meninas, estão de parabéns pela técnica, qualidade, simpatia, etc. Virei fã na mesma hora (na verdade já era fã desde que comecei a ouvir os sets mixados delas). E pô, neguinho ta andando (em geral) ai pela night de muito mau humor, qual será o problema?? Eu hein, fica em casa! :)
Ontem foi um dia de astros e estrelas na noite carioca... E de coincidências também! Eu explico, e por partes.
Então, ontem rolou na 69 uma festinha ai (esqueci o nome agora) com alguns DJs famosos na cena, e que eu queria ver tocando há algum tempo já. Logo que cheguei tive o prazer de apreciar o som da dupla “Sweet Beats”, DRI.K e Marie Bouret (com seu case Slappa branco, que eu comentei aqui há algum tempo atrás), mandando um som muito maneiro. Não sei especificar o que era exatamente, Tech House, Electro, Techno, mas era de altíssimo nível, muito fino mesmo.Foi uma das poucas vezes que eu vi uma DJ mulher tocando (acabei falando pra elas que foi a primeira vez, mas acabei de me lembrar que já vi a Carol Legally (no Cais do Oriente), a Mary Zander (numa festa da Cool Magazine), a Miss Kittin (Skol Beats SP) e a ... Mary Olivetti (na Nuth) – realmente meu problema de memória ta ficando bem sério), e achei muito maneiro. Aliás, as duas são absurdamente simpáticas!
Fiquei reparando com atenção, e notei que elas são muito cuidadosas com os detalhes, nas mixagens, na equalização, etc. E também são parceiras, atuam em conjunto – reparei uma hora que a Marie estava mixando e a DRI.K foi e fez um ajuste na equalização pra ajudar a amiga. A sintonia é perfeita e elas se entendem muito bem, ao meu ver. Ah, uma coisa que eu lembrei agora: segundo a Marie, foi a primeira vez que ela tocou bebendo (álcool), mas sinceramente, foi tudo perfeito.
Entre uma mixagem e outra, Marie e DRI.K posaram pra várias fotos do Eduardo Llerena (quero saber onde foram postadas! Facebook?), e descobri também como esse cara consegue tirar aquelas fotos que parecem que foram tiradas à luz do dia: parece que ele coloca a mão um pouco à frente do flash, e ai a luz espalha pro ambiente inteiro ao invés de estourar em cima do objeto fotografado. Elogiei o trabalho dele e perguntei se era esse o segredo para as fotos saírem assim, mas ele falou que não tem segredo (!). Eu não sou fotógrafo, não vou roubar a idéia, só achei muito maneiro (se ele estiver lendo isso, reforço mais uma vez). Achei o cara meio “pé atrás”, vai ver achou que eu tava perturbando o trabalho dele, ou algo assim.
Outras estrelas avistadas foram Ricardo Estrella (com trocadilho) e Roger Lyra. Aliás, fui comentar com o RL sobre a questão da Montagem House Mix da Furacão 2000 (post anterior) e acho que ele ficou meio bolado. Pelo visto pensou que eu estivesse tentando tirar uma onda com a cara dele, mas não era o caso. Inclusive rebateu esse meu comentário, dizendo que na época do funk ele já tocava “há 11 anos”. Pô, esse cara deve ser velho mesmo, ou então já veio ao mundo sentado em cima de um vinil.
E quando eu perguntei porque ele não contava essa parte da carreira dele no mundo do funk no site oficial dele, e ele falou que se fosse comentar tudo o que ele já tinha feito na carreira de DJ teria que "escrever uma bíblia". :)
E a última foi perguntar se ele trabalhava numa empresa de seguros de saúde (Unimed?), mas ele falou que não, que o pai dele que tinha uma empresa nessa área (porra, por que eu perguntei isso? Não sei também).
Resumo da noite: som irado das meninas, estão de parabéns pela técnica, qualidade, simpatia, etc. Virei fã na mesma hora (na verdade já era fã desde que comecei a ouvir os sets mixados delas). E pô, neguinho ta andando (em geral) ai pela night de muito mau humor, qual será o problema?? Eu hein, fica em casa! :)
segunda-feira, julho 27, 2009
MOO NÃO-MOO
Parece que finalmente o mistério em torno do nome da festa do último Sábado foi desvendado, e isso logo ao chegar na frente das Casas Franklin perto de 1 hora da manhã, quando comecei a escutar o som bombante que vinha de dentro e ao encontrar o notável Serginho Careca, que me explicou o porque desse nome tão esquisito (na minha opinião). Nessa hora tudo fez mais sentido.
Parece que os caras da MOO querem amarrar o estilo da festa no DISCO, deixando de lado o MINIMAL/TECHNO. Então a MOO seria uma marca/evento caracterizada predominantemente pela música DISCO, de forma então que essa última edição de agora não foi uma MOO em si, foi uma MOO que não a MOO que querem que seja (Disco), ou seja, foi uma "MOO que-não-é-a-MOO", onde o som predominante seria o MINIMAL/TECHNO ao invés do Disco. Maneiro né? Eu achei, porque eu prefiro Minimal/Techno, então assim fica melhor e mais claro para o público.
Vamos ao review da festa. Em primeiro lugar, a entrada, como sempre, bem organizada. Pouca fila, maioria das pessoas entrando na fila dos ingressos antecipados, alguns poucos na fila da lista amiga e praticamente ninguém na fila pra comprar ingresso na hora (R$ 90). Vi uns cambistas circulando pela porta e anunciando seus produtos, e perguntei o preço só de curiosidade: não menos que R$ 80 (provavelmente eram os ingressos antecipados de R$ 60 ou mesmo cortesias não utilizadas), pelo menos naquele horário.
Então, já bebida aquela cervejinha pra fazer a ambientação na porta da festa, rumei pra dentro da casa. Ah, não posso deixar de citar a presença da Lou-Lou recepcionando as pessoas, como sempre e mais do que nunca extremamente simpática e amável.
Lá dentro o ambiente estava tranqüilo, nem achei muito lotado. A fila pra comprar bebida não estava muito grande, mas achei que as placas indicando a forma de pagamento poderiam ficar mais visíveis pra quem está no final da fila.
Uma coisa que eu achei esquisita: os tickets de bebida eram de R$ 2,00, mas o preço da cerveja era R$ 5,00. Ou seja, ou você compra um número par de cervejas ou vai sair ganhando/perdendo R$ 1,00. Não chega a ser um problemão, mas parece estranho. Não cheguei a questionar como eles fariam se este fosse o caso (o da cerveja), mas sei lá, ninguém pensou nisso? A fila pra pegar as biritas estava relativamente tranqüila também, andando rapidinho. Ah, tinha também cachorro quente Geneal, mas nem comi.
O sistema de segurança da festa, como sempre, estava impecável. O telão gigantesco virado para a pista com as projeções em vídeo também estava sensacional (veja os vídeos abaixo). Só senti uma falta, de leve, de alguma coisa maneira de iluminação no meio da pista ou nos mezaninos e acima, como aqueles tubos coloridos que ficavam acendendo e apagando na direção longitudinal (acho irado esse negócio). O sound system estava como aqueles das edições anteriores. Quer dizer, eu pelo menos não reparei nenhuma grande diferença, então estava ótimo, como sempre.
O set que mais curti (pelo menos o que prestei atenção) foi o do Mauricio Lopes (vídeos abaixo!), que aloprou nos Minimalescos detalhes. Preciso ver o cara tocando novamente em algum outro lugar (Ooops?). O resto da galera que tocou eu não cheguei a reparar direito. Acho que entrei na festa logo depois que Diogo Reis e/ou Eduardo Christoph tinham tocado, então perdi o set dos caras – por sinal nem os vi na festa, mas encontrei com o Nepal andando de um canto pra outro.
Ponto alto/engraçado do evento: lá pelas tantas (acho que já estava de manhã com o sol raiando do lado de fora) surgiu uma mulher muito doida (duvido que só com álcool...) com os dois peitos pra fora da blusa, andando pra lá e pra cá chacoalhando os referidos, meio sem rumo, desgovernada (porém, de pé!). Demorei pra acreditar, mas era verdade (sei lá, não tô acostumado a ver esse tipo de coisa na noitada). E o pior, tinha uma galera em volta tirando uma casquinha, dando umas buzinadas (fom fom!!) e ela NEM AÍ!! Até gravei um vídeo, mas é impublicável.
Esse foi o video do Mauricio Lopes tocando que ficou com melhor qualidade:
E abaixo, mais outros 2 vídeos que eu gravei durante o set dele, mas não ficaram com a qualidade muito boa...
Video 2: http://www.youtube.com/watch?v=pOdiX_-lPrA
Video 3: http://www.youtube.com/watch?v=j3wPMw8VTog
E... Até a próxima! Chacoalhando TUDO de novo! :)
Parece que finalmente o mistério em torno do nome da festa do último Sábado foi desvendado, e isso logo ao chegar na frente das Casas Franklin perto de 1 hora da manhã, quando comecei a escutar o som bombante que vinha de dentro e ao encontrar o notável Serginho Careca, que me explicou o porque desse nome tão esquisito (na minha opinião). Nessa hora tudo fez mais sentido.Parece que os caras da MOO querem amarrar o estilo da festa no DISCO, deixando de lado o MINIMAL/TECHNO. Então a MOO seria uma marca/evento caracterizada predominantemente pela música DISCO, de forma então que essa última edição de agora não foi uma MOO em si, foi uma MOO que não a MOO que querem que seja (Disco), ou seja, foi uma "MOO que-não-é-a-MOO", onde o som predominante seria o MINIMAL/TECHNO ao invés do Disco. Maneiro né? Eu achei, porque eu prefiro Minimal/Techno, então assim fica melhor e mais claro para o público.
Vamos ao review da festa. Em primeiro lugar, a entrada, como sempre, bem organizada. Pouca fila, maioria das pessoas entrando na fila dos ingressos antecipados, alguns poucos na fila da lista amiga e praticamente ninguém na fila pra comprar ingresso na hora (R$ 90). Vi uns cambistas circulando pela porta e anunciando seus produtos, e perguntei o preço só de curiosidade: não menos que R$ 80 (provavelmente eram os ingressos antecipados de R$ 60 ou mesmo cortesias não utilizadas), pelo menos naquele horário.
Então, já bebida aquela cervejinha pra fazer a ambientação na porta da festa, rumei pra dentro da casa. Ah, não posso deixar de citar a presença da Lou-Lou recepcionando as pessoas, como sempre e mais do que nunca extremamente simpática e amável.
Lá dentro o ambiente estava tranqüilo, nem achei muito lotado. A fila pra comprar bebida não estava muito grande, mas achei que as placas indicando a forma de pagamento poderiam ficar mais visíveis pra quem está no final da fila.
Uma coisa que eu achei esquisita: os tickets de bebida eram de R$ 2,00, mas o preço da cerveja era R$ 5,00. Ou seja, ou você compra um número par de cervejas ou vai sair ganhando/perdendo R$ 1,00. Não chega a ser um problemão, mas parece estranho. Não cheguei a questionar como eles fariam se este fosse o caso (o da cerveja), mas sei lá, ninguém pensou nisso? A fila pra pegar as biritas estava relativamente tranqüila também, andando rapidinho. Ah, tinha também cachorro quente Geneal, mas nem comi.
O sistema de segurança da festa, como sempre, estava impecável. O telão gigantesco virado para a pista com as projeções em vídeo também estava sensacional (veja os vídeos abaixo). Só senti uma falta, de leve, de alguma coisa maneira de iluminação no meio da pista ou nos mezaninos e acima, como aqueles tubos coloridos que ficavam acendendo e apagando na direção longitudinal (acho irado esse negócio). O sound system estava como aqueles das edições anteriores. Quer dizer, eu pelo menos não reparei nenhuma grande diferença, então estava ótimo, como sempre.
O set que mais curti (pelo menos o que prestei atenção) foi o do Mauricio Lopes (vídeos abaixo!), que aloprou nos Minimalescos detalhes. Preciso ver o cara tocando novamente em algum outro lugar (Ooops?). O resto da galera que tocou eu não cheguei a reparar direito. Acho que entrei na festa logo depois que Diogo Reis e/ou Eduardo Christoph tinham tocado, então perdi o set dos caras – por sinal nem os vi na festa, mas encontrei com o Nepal andando de um canto pra outro.
Ponto alto/engraçado do evento: lá pelas tantas (acho que já estava de manhã com o sol raiando do lado de fora) surgiu uma mulher muito doida (duvido que só com álcool...) com os dois peitos pra fora da blusa, andando pra lá e pra cá chacoalhando os referidos, meio sem rumo, desgovernada (porém, de pé!). Demorei pra acreditar, mas era verdade (sei lá, não tô acostumado a ver esse tipo de coisa na noitada). E o pior, tinha uma galera em volta tirando uma casquinha, dando umas buzinadas (fom fom!!) e ela NEM AÍ!! Até gravei um vídeo, mas é impublicável.
Esse foi o video do Mauricio Lopes tocando que ficou com melhor qualidade:
E abaixo, mais outros 2 vídeos que eu gravei durante o set dele, mas não ficaram com a qualidade muito boa...
Video 2: http://www.youtube.com/watch?v=pOdiX_-lPrA
Video 3: http://www.youtube.com/watch?v=j3wPMw8VTog
E... Até a próxima! Chacoalhando TUDO de novo! :)
terça-feira, julho 14, 2009
MOONAOMOO?
Bom, o precinho não é muito camarada, aliás, assim tomo tem sido nas últimas vezes: antecipado R$ 60 e a R$ 90 na hora. Os ingressos já estão à venda desde 11/07, só não sei onde (no site não diz). Mistério dessa vez? :)
Afinal o que significa isso? MOO-NAO-MOO? MOON-AO-MOO? Pode ser, não sei, mas o que parece mesmo é que dia 25 de Julho próximo o Espaço Franklin estará mais uma vez aberto ao público para uma edição de uma festinha daquelas.
Se liga no line up: Eduardo Christoph, Mauricio Lopes, Sneak-Thief e Luke Solomon. Dei falta do Diogo Reis, onde é que ele foi parar? Está de férias? Viajou? Tá tocando em outro lugar no mesmo dia? Eu, pelo menos, gostaria de saber porque ele não vai tocar, pois gosto do cara e do som dele. Se souber, divulgo aqui depois. Se alguém souber antes, mande um comentário.Bom, o precinho não é muito camarada, aliás, assim tomo tem sido nas últimas vezes: antecipado R$ 60 e a R$ 90 na hora. Os ingressos já estão à venda desde 11/07, só não sei onde (no site não diz). Mistério dessa vez? :)
terça-feira, junho 23, 2009
Alguns eventos do mês de Julho...
Ontem dei um pulo no Baixo Gávea com o intuito de tomar aquele tradicional chopp que fecha o final de semana e, como nao podia deixar de ser, tinha muita mulher de roupa curta panfletando ("hypando"? Comecei a ouvir falar muito diso de uns tempos pra cá, tô aprendendo o significado ainda) as festas que vão rolar por agora aqui no Rio de Janeiro.
Acho que recebi uns 10 flyers no total, e fui selecionando os que permaneceriam no meu bolso e os que iam pro lixo, de acordo com o meu gosto pessoal. Não necessariamente o que não foi "aprovado" é ruim, apenas não faz muito a minha cabeça. Então, dentre os pedaços de papel brilhantes que sobraram desse processo seletivo, posso citar:
Rio House Music
Data: 04/07
Local: Marina da Glória
Comentários: em primeiro lugar, gosto bastante do local do evento. Em segundo, quem abre a festa é o João Paulo (Emociona/Request DJs), que tem um set bem energético de Minimal e Techno e já tocou com uma boa galera de peso. Em seguida, Life is a Loop (3 Plus) diretamente do sul do país, e depois Tim Healey (Wild Artists), que eu tentei assistir tocando na praia da Barra da Tijuca no último reveillon, mas o cara atrasou tanto que eu não pude esperar mais - estava saindo da praia na hora em que ele estava chegando, carregando as malas (pelo visto tinha vindo direto do aeroporto). Quem sabe é dessa vez?
+Infos: www.myspace.com/riohousemusic
SKOL H.O.M.E.
Data: 10/07
Local: MAM
Comentários: apesar de eu achar o nome meio sem criatividade (H.O.M.E. significa "humanos ouvem música eletrônica" - tá legal, e os cachorros, gatos, macacos? Se eu botar pra tocar eles não ouvem? Será que não curtem?), vale aqui a referência ao evento. Vão rolar dois palcos diferentes: um se chama Level, e tem como atrações Luca de Napoli, Giovanetti (é o Beto?), Adam K (não conheço), Dimitri Nakov (já ouvi falar) e Fel vs Guk (nunca ouvi falar). Na pista High teremos Ricardo Estrella (não sei mais o estilo que ele toca, tem tempo que não o vejo se apresentar), Flow & Zeo (dispensa comentários), Renato Ratier (dono da D-EDGE e que tocou há pouco tempo na 69 - esse vai ser imperdível) e Eli Iwasa (parece ser uma japinha, pela foto, mas não conheço também).
+Infos: http://www.home.art.br/
2 YEARS THE WEEK EVENTOS
Data: 10/07
Local: The Week
Comentários: seria a minha segunda opção para o dia 10/07 (é no mesmo dia da festa citada acima), mas o que mais me chamou a atenção e me fez citar essa festa foi ter um carinha do Ministry of Sound, Michael Kutalek (apesar de também não conhecer o trabalho dele, mas deve ser legal) e também o nome do Fabio Amed (que eu ouvi tocando uma vez numa private, e achei o som dele muito maneiro - queria ouvir novamente, portanto). O resto da galera você confere nas informações, abaixo. :)
+Infos: ih! o evento não tem hotsite! :(
Ontem dei um pulo no Baixo Gávea com o intuito de tomar aquele tradicional chopp que fecha o final de semana e, como nao podia deixar de ser, tinha muita mulher de roupa curta panfletando ("hypando"? Comecei a ouvir falar muito diso de uns tempos pra cá, tô aprendendo o significado ainda) as festas que vão rolar por agora aqui no Rio de Janeiro.
Acho que recebi uns 10 flyers no total, e fui selecionando os que permaneceriam no meu bolso e os que iam pro lixo, de acordo com o meu gosto pessoal. Não necessariamente o que não foi "aprovado" é ruim, apenas não faz muito a minha cabeça. Então, dentre os pedaços de papel brilhantes que sobraram desse processo seletivo, posso citar:
Rio House Music
Data: 04/07
Local: Marina da GlóriaComentários: em primeiro lugar, gosto bastante do local do evento. Em segundo, quem abre a festa é o João Paulo (Emociona/Request DJs), que tem um set bem energético de Minimal e Techno e já tocou com uma boa galera de peso. Em seguida, Life is a Loop (3 Plus) diretamente do sul do país, e depois Tim Healey (Wild Artists), que eu tentei assistir tocando na praia da Barra da Tijuca no último reveillon, mas o cara atrasou tanto que eu não pude esperar mais - estava saindo da praia na hora em que ele estava chegando, carregando as malas (pelo visto tinha vindo direto do aeroporto). Quem sabe é dessa vez?
+Infos: www.myspace.com/riohousemusic
SKOL H.O.M.E.
Data: 10/07
Local: MAM
Comentários: apesar de eu achar o nome meio sem criatividade (H.O.M.E. significa "humanos ouvem música eletrônica" - tá legal, e os cachorros, gatos, macacos? Se eu botar pra tocar eles não ouvem? Será que não curtem?), vale aqui a referência ao evento. Vão rolar dois palcos diferentes: um se chama Level, e tem como atrações Luca de Napoli, Giovanetti (é o Beto?), Adam K (não conheço), Dimitri Nakov (já ouvi falar) e Fel vs Guk (nunca ouvi falar). Na pista High teremos Ricardo Estrella (não sei mais o estilo que ele toca, tem tempo que não o vejo se apresentar), Flow & Zeo (dispensa comentários), Renato Ratier (dono da D-EDGE e que tocou há pouco tempo na 69 - esse vai ser imperdível) e Eli Iwasa (parece ser uma japinha, pela foto, mas não conheço também).+Infos: http://www.home.art.br/
2 YEARS THE WEEK EVENTOS
Data: 10/07
Local: The Week
Comentários: seria a minha segunda opção para o dia 10/07 (é no mesmo dia da festa citada acima), mas o que mais me chamou a atenção e me fez citar essa festa foi ter um carinha do Ministry of Sound, Michael Kutalek (apesar de também não conhecer o trabalho dele, mas deve ser legal) e também o nome do Fabio Amed (que eu ouvi tocando uma vez numa private, e achei o som dele muito maneiro - queria ouvir novamente, portanto). O resto da galera você confere nas informações, abaixo. :)
+Infos: ih! o evento não tem hotsite! :(
Obs.: perdoem-me pela talvez falta excessiva de informação e conhecimento sobre determinados artistas, mas é que o mundo é grande demais, fica difícil conhecer tudo de antemão ou mesmo ter tempo hábil pra ficar ouvindo e pesquisando sobre todos os nomes que aparecem por aí de uma hora pra outra.
domingo, maio 31, 2009
DJ MARCELO KPZ NA LBF
Meu camarada Luizinho LBF acabou de me mandar um vídeo que ele fez pra divulgar a próxima edição da festa Little Black is Fuck, neste sábado dia 06/06 no Clandestino Bar. Dá um confere no vídeo, ficou bem legal e engraçado :)
Meu camarada Luizinho LBF acabou de me mandar um vídeo que ele fez pra divulgar a próxima edição da festa Little Black is Fuck, neste sábado dia 06/06 no Clandestino Bar. Dá um confere no vídeo, ficou bem legal e engraçado :)
sábado, abril 18, 2009
Opções para enforcar Tiradentes
Diretamente de São Paulo, mas com informações atualizadas das boas que vão rolar na Cidade Maravilhosa, venho (tentar) listar o que vai ter por aí nesse feriado prolongado (pra quem vai enforcar Tiradentes duas vezes, uma vez na segunda e outra na terça-feira). São várias festas bem parecidas e bem diferentes ao mesmo tempo.
Pra hoje, sexta-feira, recomendo fortemente a festa Ítalo Sensations, no Lounge 69 (na Farme de Amoedo). No line up, mais uma vez, os mais que consagrados Diogo Reis (Moo), Felipe Mustache (Calzone), Gustavo MM e Badenov.
Pra sábado, duas opções. Em primeiro lugar a tradicional festa StereoZero na 00 (ao lado do Planetário da Gávea) com os DJs Cobra e José Roberto Mahr. O negócio é chegar cedo porque deve estar bem cheia, pois além da festa normal que rola todos os sábados, parece que vai ser a celebração da centésima apresentação da peça Os Difamantes, ou algo do tipo.
A segunda opção de sábado fica por conta da festa Bootleg, novamente no Lounge 69, onde o convidado é Victor Kill (ES), um dos grandes nomes da cena capixaba e residente do club The One (ES) . O lineup também conta com Leo Janeiro, Marcio Careca e João Paulo. Envie seu nome e de seus amigos para a lista amiga em: bootleg@emociona.com.br.
No Domingo, desta vez, a edição do Bailinho será realizada no Lounge 69, a partir das 20h. Com nome na lista amiga sai a R$ 30, e toda a renda será revertida ao espetáculo teatral Clandestinos (não confunda com o albergue em Copacabana!). Os DJs Rodrigo Penna, João Falcão, Galalau e Sergio Marimba comandam a diversão.
Na segunda-feira ,também duas opções. Uma é a festa 4 Clubs, também na 00, com Leo Janeiro, João Paulo, Vitor Sobrinho (de BH) e Electroholics. A entrada na hora custa R$ 40, mas com nomes na lista amiga (segunda@emociona.com.br) o preço cai pra R$ 30 homem e R$ 20 mulher, de consumação.
A outra opção de segunda-feira fica é a festa de 5 anos da caixa-de-fósforos (Fosfobox), com uma porrada de DJs no lineup, dentre eles, Leo Janeiro e João Paulo (você deve estar pensando: "caralho, de novo???"), Bernardo Campos, Pedro Mezzonato, Renato Bastos, Breno Ung, Felipe Mustache, Tatá, Kammy e Flutuance. Entrada: R$ 30 sem flyer e R$ 20 com flyer.
Diretamente de São Paulo, mas com informações atualizadas das boas que vão rolar na Cidade Maravilhosa, venho (tentar) listar o que vai ter por aí nesse feriado prolongado (pra quem vai enforcar Tiradentes duas vezes, uma vez na segunda e outra na terça-feira). São várias festas bem parecidas e bem diferentes ao mesmo tempo.
Pra hoje, sexta-feira, recomendo fortemente a festa Ítalo Sensations, no Lounge 69 (na Farme de Amoedo). No line up, mais uma vez, os mais que consagrados Diogo Reis (Moo), Felipe Mustache (Calzone), Gustavo MM e Badenov.
Pra sábado, duas opções. Em primeiro lugar a tradicional festa StereoZero na 00 (ao lado do Planetário da Gávea) com os DJs Cobra e José Roberto Mahr. O negócio é chegar cedo porque deve estar bem cheia, pois além da festa normal que rola todos os sábados, parece que vai ser a celebração da centésima apresentação da peça Os Difamantes, ou algo do tipo.
A segunda opção de sábado fica por conta da festa Bootleg, novamente no Lounge 69, onde o convidado é Victor Kill (ES), um dos grandes nomes da cena capixaba e residente do club The One (ES) . O lineup também conta com Leo Janeiro, Marcio Careca e João Paulo. Envie seu nome e de seus amigos para a lista amiga em: bootleg@emociona.com.br.
No Domingo, desta vez, a edição do Bailinho será realizada no Lounge 69, a partir das 20h. Com nome na lista amiga sai a R$ 30, e toda a renda será revertida ao espetáculo teatral Clandestinos (não confunda com o albergue em Copacabana!). Os DJs Rodrigo Penna, João Falcão, Galalau e Sergio Marimba comandam a diversão.
Na segunda-feira ,também duas opções. Uma é a festa 4 Clubs, também na 00, com Leo Janeiro, João Paulo, Vitor Sobrinho (de BH) e Electroholics. A entrada na hora custa R$ 40, mas com nomes na lista amiga (segunda@emociona.com.br) o preço cai pra R$ 30 homem e R$ 20 mulher, de consumação.
A outra opção de segunda-feira fica é a festa de 5 anos da caixa-de-fósforos (Fosfobox), com uma porrada de DJs no lineup, dentre eles, Leo Janeiro e João Paulo (você deve estar pensando: "caralho, de novo???"), Bernardo Campos, Pedro Mezzonato, Renato Bastos, Breno Ung, Felipe Mustache, Tatá, Kammy e Flutuance. Entrada: R$ 30 sem flyer e R$ 20 com flyer.
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