quarta-feira, agosto 10, 2011

AZARI & III - HUNGRY FOR THE POWER

Baixei essa música outro dia desses, foi dica de alguém que também não estou me lembrando agora. Ou então eu escutei no set de alguém e usei o Sound Hound pra descobrir qual era o nome da música. Vai saber? Mas a música é maneira, meio Techno, meio Deep... Na realidade meio melancólica, mas tá valendo. Vê se tu curte, mermão, Azari & III - Hungry for the power (Jamie Jones remix).

segunda-feira, julho 25, 2011

LBF NA VIDEOATAQ


Amanhã (terça-feira, dia 26/07/2011) vai rolar um evento sobre VJing no Solar de Botafogo, e na abertura teremos 2 DJs amigos, da festa Little Black is Fuck (na qual eu já toquei umas 2 ou 3 vezes como DJ convidado). Vale a pena um confere na página do evento, e também na página do evento no Facebook. Partiu?

quinta-feira, julho 21, 2011

HEADPHONE BEATS BY DRE CLONADO


Você é DJ, e tá querendo comprar o headphone da modinha, que todo mundo tá usando, pra tirar onda por aí? Quer adquirir o super foda e famoso BEATS BY DRE, mas tá sem grana na conta? 

Ahá! Seus problemas acabaram! Chegou o BEATS BAI DRÊ falsi, diretamente da China, a um precinho que você PODE pagar! Não deixe para amanhã, faça o seu pedido HOJE e receba grátis um cupon que te dá o direito que aparecer no site MNBPPF

Não seja burro de comprar o original, pois ele vai se quebrar em menos de 1 mês anyway, então compre o modelo chinês e economize CENTENAS DE DÓLARES! :))





segunda-feira, julho 18, 2011

10 MANDAMENTOS DOS DJS

Esse negocinho é antigo, mas continua fazendo sentido até hoje! :)



NAMORADA DO DJ

Ontem fui numa festa, dessas particulares, feitas dentro de uma casa de festas, onde você coloca só os seus convidados lá dentro, e o DJ está lá trabalhando exclusivamente para você. DJs que trabalham em festinhas deste tipo, e que possuem namorada, volta e meia levam as namoradas consigo para as festas. Não porque ele queira levar a namorada, ou mais ainda, porque PRECISE da presença dela pra ajudar em alguma coisa (muito pelo contrário, isso atrapalha, por vários motivos), mas normalmente porque a namorada fala que vai pra festa junto com o namorado DJ, e pronto.

Creio que as namoradas devem achar que o DJ-e-namorado vai ser paquerado/xavecado pelas mulheres da festa (como se ser o DJ fosse um graaaaaande chamariz para a mulherada... NOT), ou pior ainda, vai ficar azarando/xavecando as mulheres da festa, talvez entre uma mixagem e outra. Por isso elas vão lá, pra ficar de cães de guarda, tomando conta do namorado, para impedir que uma coisa dessas aconteça.

Não existe nenhuma outra coisa que elas possam fazer lá, nada que possam ajudar, colaborar, contribuir -- exceto por ir ao bar pegar biritas. Creio que algumas namoradas acham que podem fazer companhia ao namorado. Acho difícil, isso não funciona, pouco dá pra ficar batendo papo no momento de trabalho, pelo contrário, atrapalha. Eu, pelo menos, prefiro estar sozinho do que ter que ficar batendo papo com alguém. 

Será que elas poderiam ajudar a carregar o equipamento de som? Também acho difícil, elas não têm força pra carregar amplificador ou caixa de som com falante de 15"... Ajudar nas mixagens enquanto você vai ao banheiro dar uma mijada? Não. Atuar como promoter, distribuindo seus cartões de visita aos participantes da festa? Pode ser... Sugerir músicas para mixar na sequência? Algumas namoradas têm bom gosto, sim, pode ser. Filmar e tirar fotos do evento, das pessoas bonitas, de você tocando? POde ser!

Bem, no final das contas, elas podem contribuir muito pouco, e em áreas muito específicas (buscar birita, sugerir músicas, digamos, sertanejas, tirar fotos e fazer vídeos), fazendo com que o ônus da presença delas seja muito alto. Então, se você tiver voz ativa em casa, convença a sua namorada de que ela nada tem a contribuir com o seu trabalho. É, aquilo é um trabalho, você não está indo na festa pra curtir, beber até cair, ouvir música, conhecer pessoas, falar com a mulherada. Tem que mixar direitinho, pensar na próxima música, tem que ouvir os pedidos das pessoas que estão curtindo a festa, etc.

Resolvi escrever sobre isso porque fui numa festa no sábado em que o DJ estava com a namorada a tira-colo. Ela ficava sentadinha numa cadeira bem atrás dele, escondida pelo corpo dele. 

Reparei, inclusive, que eles discutiam por algum assunto crítico para a relaçao deles, ela toda hora voltava ao tema, entre uma mixagem e outra, e o cara tentando resolver o problema momentaneamente, e voltar ao trabalho, e ela dando pinta de que tava chorando, e o cara tentando agora resolver 2 problemas (ele poderia ter tido 1 só, tocar na festa, caso não tivesse levado a namorada chorona). 

Fiquei com pena do cara, sinceramente, porque a namorada dele realmente parecia estar triste por algum motivo (não sei se brigaram, ou foi algum evento exógeno ao sistema), e ele podia ajudar muito pouco durante aquela situação.

Aconteceu uma coisa bem parecida comigo numa festa que fiz uma vez numa cobertura absurdamente THUG STRONDA na Lagoa, aqui no Rio. Estava tocando no segundo andar do apartamento, era um Duplex com  cobertura mas algumas pessoas estavam do lado de fora, na varanda, dentro da piscina, ou se entulhando umas em cimas das outras em cima do sofá. 

Algumas outras ficavam lá no andar de baixo conversando (onde o som era mais baixo), ou indo ao banheiro que tinha por la. Fato é que minha namorada, na época, me acompanhou nessa festa, e não havia muitos amigos nossos em comum por lá, e começou a beber MUITO além da conta, e começou a se sentir mal... 

Daí foi no banheiro do andar de baixo para vomitar... Vomitou a sua alma. Eu fiquei sabendo porque eu coloquei uma música no som que era meio longa, e fui acompanhando pelo meu relogio de pulso em quanto tempo eu teria que retornar ao som para colocar a proxima musica. Desci, mandei ela abrir a porta do banheiro, e lá estava ela estatelada no chão, abraçando a privada, e colocando tudo pra fora... 

Mas também tava meio chapada, meio inconsciente, eu precisava estar ali com ela segurando a cabeça dela, ajudando ela a vomitar mais, ver em que ponto ela poderia ter melhorado etc. Mas, eu tinha que tocar na festa. Então o que eu fiz foi ficar subindo e descendo na casa, do som ao banheiro, do banheiro ao som, sempre durante a reprodução das músicas, e sempre fazendo o controle do tempo da música, pra não deixar acabar, através do meu relógio de pulso. 

No caso mencionado acima, se ela nao tivesse ido na festa, ou se pelo menos tivesse levado algumas amigas prestáveis, elas poderiam fazer esse papel pra mim. Aliás, era uma coisa que eu ia comentar: a unica forma de fazer com que o valor das namoradas nas festas onde voce toca como DJ aumente é combinando com ela de levar as amigas, pois assim ela fica o tempo inteiro entretida, e ainda pode ajudar com aqueles lances de foto/filme e busca de biritas, que já mencionei. Inclusive, indo mais mulheres para a festa agrada mais o dono da festa, que vê que sua festa está florida. 

Então, se você é o DJ, procure não levar a sua namorada. Se isso for inevitável, leve então pelo menos uma amiga dela, ou se puder, mais do que uma. Deixem elas soltinhas na festa, se divertindo, etc, mas lembrando sempre de monitorar o nível da sua bebida, para o caso de necessidade de lhe trazer outra birita novinha em folha. 

Recomende a ela (na realidade, a elas) que cuide-se com relação às biritas, assim evitando passar mal, mas que se isso acabar acontecendo, pra ela pedir ajuda às próprias amigas, pois você está ocupado trabalhando, tentando fazer um trabalho sério, fazer boas mixagens, escolher boas músicas, manter a pista aquecida, a festa animada. :)

Ainda assim, o ideal é convencer a sua namorada a ficar em casa fazendo alguma outra coisa do interesse dela. É muito melhor do que ter que gastar 8 horas da vida dela à toa, sentada numa cadeira, sem falar com ninguém, entediada, com o ouvido doendo de tanto ouvir música alta, perto da caixa de som, e sem ganhar nenhum centavo por isso. Vai agregar pouco, vai gastar muito tempo, e toda essa situação pode gerar stress na relação do casal. :)

quinta-feira, julho 14, 2011

TOP 10 JUNHO


Fiz uma festa em Junho (mês passado) com os Top 40's de CLUB HOUSE da época que viajei para os EUA (Maio). Sei que tá meio tarde pra isso, mas segue aqui, na minha opinião, as 10 melhores músicas da festa. Digo, de todas que toquei, as 10 que eu mais gosto (não necessariamente as que mais bombaram). Mês que vem prometo colocar um Top 10 mais atualizado. Até lá :)

1. Martin Solveig - Hello
2. Pitbull feat. Neyo - Give me everything
3. LMFAO - Party rock anthem
4. Chris Brown - Yeah 3x
5. Tikos Groove feat Gosha - I don't know what to do
6. Taio Cruz - Higher
7. Cee-Lo Green - Fuck you
8. Taio Cruz - Dynamite
9. Britney Spears - 'till the world ends
10. The Ting Tings - DJ got us falling in love again

terça-feira, julho 12, 2011

MEGA LABOTEC -- cadê?

Alguém sabe que fim levou a loja LABOTEC? Pra quem não conhece, era uma loja muito foda de audio profissional (venda, projetos, reparos) aqui no Rio de Janeiro, que ficava na Rua do Lavradio, no centro. 

O site era esse AQUI. Já tem alguns ANOS que eu passo lá na frente da loja, de vez em quando, e está sempre fechada. Ninguém atende nos telefones que aparecem no site, ainda no ar (não sei pra que). Será que se mudaram?? Por que não deram nenhuma informação aos clientes?

Meus amigos que são profissionais do ramo sempre me indicaram essa loja e também a Thunder Light, como as duas melhores do Rio. 

Na Labotec tinha umas caixas daquelas de show/rave, bizarramente enormes e mega potentes, conhecidas como "geladeiras", de trocentas toneladas, com ganchos para serem penduradas, e com um acabamento externo impecável de lindo. Meu sonho era ver uma daquelas caixas em funcionamento numa das idas à loja.

Lá também rolava manutenção dos falantes Oversound, acho que eles eram tipo um centro autorizado de manutenção. Inclusive já reformei dois meus nessa loja, e o resultado ficou excelente. Uma pena que realmente os caras tenham sumido do mapa.
ADESIVO PARA LAPTOP

Não é de hoje que eu tô de olho nos DJs que usam laptop e colocam uns adesivos maneiros na tampa, pra dar uma enfeitada na peça. Os mais maneiros, na minha opinião, são aqueles meio urbanos, estilo grafite de rua, com um tag name maneiro.

Alguns sites americanos, e também alguns brasileiros, vendem o produto, e você mesmo aplica. Além daqueles imitando um grafite, os que eu também achei bem criativos são aqueles que se aproveitam do logotipo da Apple no desenho, como os que aparecem AQUI. Dá um confere e vê se vale a pena.

quarta-feira, junho 08, 2011

REVIEWS DE HEADPHONES

Achei na rede essa excelente reportagem do site DJ BOOTH, com review de vários headphones utilizados mundo afora. Só sou contra a utilização dos headphones Monster Beats by Dre por DJs, porque eles costumam dar problema muito cedo na haste que liga um phone ao outro (veja o vídeo abaixo). Um DJ profissional que submete o apetrecho a situações muito extremas, então... a peça tem que ser de qualidade, e feita especificamente para aquele propósito.

Link para a reportagem: clique aqui.


terça-feira, maio 31, 2011

NIGHTS NOS ESTADOS

Fiz uma viagem junto com outros amigos durante o mês de Maio pelos Estados Unidos. E, como em todas as minhas viagens, a trabalho ou para fazer turismo, não poderia deixar de conhecer as nights/baladas de cada cidade, pra depois poder comentar aqui e colocar alguns vídeos, eventualmente.

As cidades visitadas, de oeste para leste, foram San Francisco (5 dias) e Los Angeles (2 dias) no estado da California, Las Vegas (5 dias) no estado de Nevada, New York (5 dias) no estado de New York e Miami Beach (3 dias) na Florida.

Pra começar, as músicas que tocam nas nights lá são basicamente as mesmas em todos os clubs, e os caras chamam essa seleção de "TOP 40's". Não ouvi nada muito diferente do que toca no Brasil, a não ser por um ou outro lançamento que ainda não chegou por aqui, como por exemplo a música "6 Foot 7 Foot" do Lil Wayne. Mas o que me chamou mais a atenção não foi a parte musical, mas sim a infraestrutura dos clubs, que estão muitos anos-luz à frente de qualquer coisa que exista no Rio de Janeiro, São Paulo ou outra capital por aqui.

A gente descobriu um esquema muito bom pra saber quais são e ir direto aos bons locais da cidade, onde os locais também vão, e sem perder muito tempo: encontrar um VIP HOST local, ou seja, um cara que te assessora sobre qual a melhor night daquele dia, te busca no hotel com o carro dele, te coloca pra dentro do club sem fila, e te mostra como funcionam as coisas naquele local, como é a cultura da casa, o tipo de música, os spots, etc. Isso nos custou até U$ 100 por pessoa por dia (o mais caro), e somente nos dias e em locais mais disputados pelo público. Mas, posso dizer que vale muito a pena, sobretudo se você estiver num grupo grande de homens num local que tenha uma fila muito grande (1 a 2 horas de fila, com risco de não entrar...). Um dos cavalheiros que nos prestou esse serviço foi o Mr. Pink, em Las Vegas. O bom foi que ele indicou outros amigos dele que prestam o mesmo tipo de serviço nas próximas cidades que iríamos visitar.

Mas, mesmo sem o VIP HOST, ainda é possível entrar nas nights dessas grandes capitais americanas. Se você chegar na porta e falar com o/a hostess, e estiver num grupo com mais homens que mulheres, vai ser gentilmente informado de que para entrar tem que "comprar uma mesa".

Uma mesa custa de U$ 350 a U$ 500, mais ou menos, e dá direito a uma garrafa de 1 litro vodka, somente. Se quiser beber mais, tem que pagar mais -- seja na mesa, ou no bar (mais barato). 

Mas nós, Brasileiros malandros que somos, descobrimos uma outra forma de entrar sem precisar gastar os tubos... basta chegar no local da night um de cada vez, e abordar o hostess dizendo que está sozinho, e que suas "5 amigas Suecas" já entraram antes de você, e estão lá dentro te esperando. É batata: um por um, todos entrarão, com a maior calma do mundo. Mas é claro, esse esquema só faz sentido se não houver fila na porta. Caso haja fila, a melhor coisa é pagar uma mesa ou contratar um VIP HOST.

As nights que fizemos em cada cidade foram:

San Francisco

Infusion - Melhor night, melhor infraestrutura. Não se espante com a proporção absurda de chineses em relação às demais etnias do mundo. Eles chegam todos juntos de limosine, e têm 1,40m de altura, no máximo.

Redwood Bar - É um happy hour meio mistureba, tanto de pessoas quanto de músicas. É uma atração turística, pois o bar inteiro é feito da madeira de uma única árvore (redwoods são árvores colossais que existem nos EUA). Bem, me pareceu que: todo mundo sai do trabalho (de terno e gravata) e vai direto pra lá, e se mistura com umas mulheres com aspecto de prostitutas. Tem gente de todas as idades, de 20 a 60, poucos chineses, e ninguém presta atenção na música que tá rolando, por isso o DJ acaba tocando de tudo um pouco, de MINIMAL TECHNO a HIP-HOP.

Ruby Skye - Tourist trap total. Night estranha, com gente esquisita. Quantidade exagerada de pessoas com aspecto de drogadas, e o DJ era um travesti que tocava um HARD TECHNO sinistro. Assim como no Redwood, ninguém parecia estar ligando muito pra música, desde que a balinha ainda estivesse batendo forte...

Las Vegas

TAO Night Club - Segunda melhor night de Las Vegas, pelo menos das que eu fui. Fica dentro do Venetian, e quem está hospedado lá não paga nada -- basta apresentar o cartão do quarto. Foi lá que conhecemos Mr. Pink. Como toda night em Las Vegas, pode fumar à vontade lá dentro. Tinha umas mulheres contratadas pra ficar dentro de banheiras com pétalas de rosa, o que enfeita bastante o ambiente, e às vezes elas resolvem fazer massagem umas nas outras. Tem uma parte aberta que é bem legal, e o som é maneiro também.


Encore XS - Pra mim, a melhor night de Las Vegas. O club fica dentro do Encore/Wynn (ou um dos dois, não descobri direito), que é uma rede fodona de hotéis. O som é bom, o público é amigável, o local é gigante, com vários bares, vários ambientes, é fácil de pegar bebida.


Marquee - Não gostei muito porque achei o público meio mal encarado. As pessoas estavam de cara fechada, meio que esbarrando, querendo arrumar confusão. Foi uma coisa generalizada, e não um caso único isolado. Isso não aconteceu necessariamente comigo, mas vi rolar isso com outras pessoas. Ponto alto da noite foi o jato de ar GELADO que sai do teto, que algumas vezes fica ligado por várias dezenas de segundos, e que não dá pra ver nada... Doideira total, mas não recomendado pra quem tem claustrofobia.


Wet Republic - Melhor pool party. Gente maneira, clima alto astral, piscina boa, DJ animado, música boa, bar com bom atendimento, etc.


Rehab - Pool party deprimente. Não quisemos ouvir o conselho do nosso amigo Mr. Pink e fomos pra lá de qualquer jeito, ignorando os conselhos dele. Lugar esquisito, cheio de "meetheads", piscina "suja", mulheres com aspecto de prostitutas, etc. Caído, não recomendo.


New York


Kiss and Fly - Night famosa de NY, mas local extremamente disputado do lado de fora, por quem quer entrar. Parecia uma final de FLA x FLU no Maracanã. Por sorte tínhamos a companhia de um promoter local que era Brasileiro e nos ajudou de forma espetacular. O local em si é meio apertado, e quando chegamos tinha muita gente se empurrando que nem louco na pista de dança, caindo em cima das mesas de bebida, fumando maconha, etc. Ouvimos falar que era o primeiro final de semana de férias, então muita gente mais nova saiu pra night naquele dia, então pode ter sido isso.


Butter - Nightzinha no subsolo de um restaurante, clima legal, mas o espaço era meio pequeno. O som era bom também, e o atendimento do bar também. Só que, por algum motivo, a night não encheu o suficiente, e os promoters ou donos do local resolveram encerrar mais cedo, expulsando todo mundo antes das 3am. Também fiquei puto porque fui fumar um cigarro do lado de fora e deixei minha bebida com uma hostess que estava do lado de dentro, e quando voltei a bebida tinha sumido. Nem me deram satisfação.


Hudson Rooftop - Seguindo a dica de outro promoter local, fomos pra essa festa no terraço de um prédio (parece que é coisa comum em NY). Night animada, bom DJ, clima legal. Na abertura da pista o teto retrátil abriu, e pudemos ver o céu de NY. Nada a reclamar também, lugar bacana e vale a pena conhecer.


1OAK - Tinham me falado que era o local que estava bombando mais em NY, mas não achei nada demais. Chegamos num domingo às 22h, seguindo a dica de um amigo Brasileiro que já morou lá, mas o local só abria meia-noite. Fomos um dos primeiros a entrar, e pegamos uma mesa (fomos obrigados). Não achei NADA demais, não recomendo.

Miami


Tantra - Numa quarta-feira, sem ter o que fazer, fomos pra esse local. Casa bem pequena se comparada com todas que já tínhamos ido na viagem. O cardápio musical só tinha DEEP HOUSE, e o DJ era acompanhado por um baterista, que ficava só ensurdecendo o público e atrapalhando o DJ nas mixagens. Um lixo. O local também me pareceu meio improvisado e apelativo (garçonetes com aspecto de puta), e a área "normal" estava muito mais vazia que a área "VIP", só que o preço pra migrar de uma pra outra era U$ 40. Pra quem já tinha pago U$ 30 pra entrar na casa, não dava pra complementar não... Ficamos junto com a plebe.


Arkadia - Indicação de um VIP HOST local, fomos pra lá depois de fazer um happy hour num outro local que eu agora me esqueci o nome (que também era um lixo). O local ficava num hotel a uns 10 min de South Beach (Lincoln ave), e o clima e o som eram MUITO bons. Pena que chegamos quase no final da noite, mas pelo menos usamos o esquema de entrar "um por um", e acabamos não pagando NADA pra entrar desta vez.


Liv - Melhor night da viagem. Esse club tem uma cúpula/domo GIGANTE com luzes cobrindo toda sua extensão, que lembravam uma nave espacial. O som era no esquema "TOP 40's", a infraestrutura era muito boa, inclusive os caras que trabalham no banheiro usam terno e gravata e falam português com nossas gírias locais. O atendimento foi muito bom também, e ainda pudemos ver, de graça, um pocket show do C-Lo Green, que estava comemorando seu aniversário naquele local, e cantou pra galera as músicas CRAZY e FUCK YOU. Simplesmente incrível!
 
Abaixo, os vídeos dos clubs LIV (Miami) e Marquee (Las Vegas).






terça-feira, abril 19, 2011

SETS MIXADOS - RESUMO


No meu espaço do 4shared (site para compartilhamento de arquivos em geral) tem meus mais recentes sets mixados pra ouvir e baixar. Eu costumo numerá-los, para facilitar a referência a eles, então aqui vai a lista do que tem em cada um.


Do 24 até o 28 eles são mais underground. O 29 e o 30 são mais comerciais, com House / Electro que toca por aí (ou tocava, na época em que eu gravei).


O 32 é pra quem gosta de rock, pois tem as versões House / Electro de vários rockzinhos famosos, incluindo U2, Coldplay, etc.


Do 33 em diante é só midback, sendo que o 33 mesmo são os Houses mais clássicos mesmo (com batida de House), incluindo Everything But The Girl, En Rage, Lulu Jopert, Jamiroquail, Robin S, etc.


34 é composto de Hits dos anos 80 e 90, com lances tipo Cece Penniston, Dee-lite, Double You, Erasure, London Beat, Sonia, Technotronic, Whigfield, etc.


Por último, o de número 35 é mais Electro-Funk (as mulheres costumam gostar mais porque tem umas músicas mais levinhas porém dançantes), e tem músicas de artistas como 2pac, Astroline, Bootie Girls, Ghost Town DJs, INOJ, Mon-A-Q, Sonique, etc.


Obs.: todos os sets foram gravados através do sinal de áudio produzido com CDJ e Serato, ou seja, como se estivesse tocando numa festa normalmente (e não "montado" no computador).

segunda-feira, abril 11, 2011

FUNKS PARA CASAMENTOS


Depois de um tempo afastado aqui do blog, novamente estou retomando as atividades. Até porque, foi aniversário do Blog há uma semana atrás, mais ou menos. Um bom motivo pra comemorar, e pra retomar os posts.


Essa semana me vi às voltas com o ritmo FUNK. É que tem um grande amigo que vai se casar, numa ilha em Paraty, e me ofereceu a oportunidade de tocar como DJ em uma parte específica da festa, aquela que os cariocas (como eu) mais entendem: a do FUNK. Ele me pediu para sugerir uma lista de músicas que fossem conhecidas pelos públicos do Rio e SP, que estarão presentes na festa, e que também levasse em conta as pessoas de diferentes faixas de idade, público eclético e heterogêneo típico de casamento.


Nessa minha análise e escolha de músicas para um set curto, pensei principalmente em escolher músicas que fossem as mais dançantes e animadas, ou seja, aquelas que fazem as mulheres "descerem até o chão". Também pensei em incluir nesse set as não tão dançantes assim, mas melódicas e emotivas. Dessa maneira, já cheguei à conclusão que eu teria dois sub-tipos de funk para escolher: os dançantes/rebolativos e os emotivos/românticos.


A idéia então seria a de tocar primeiro as músicas do primeiro grupo, e depois das músicas do segundo grupo, se sobrar tempo e a pista ainda estiver suficientemente animada. Coloquei também algumas outras músicas adicionais, de backup, para alguma eventualidade -- afinal, não vou levar meu Macbook com o Serato, e sim dois CD's de áudio gravados com as tais músicas, já tudo pronto pra mixar no CDJ que vai existir na festa. Também pensei em tentar fazer, em casa, antecipadamente, um "Mega Mix", com essas principais músicas, todas mixadas bem rápido (normalmente já depois do primeiro refrão), para poder fazer caber mais músicas diferentes no mesmo espaço de tempo que me vai ser disponibilizado. Ainda estou analisando essa segunda possibilidade, mas pode ser que seja uma opção que venha a ser de fato utilizada. Bem, seguem os grupos de músicas definidos, a priori (a sequência que vou tocá-los ainda não foi definida).


Grupo dos "Dançantes/Animados/Frenéticos"
MC Bruninha - Baile
MC Robinho da Prata - Copo de Vinho
MC Leozinho - Ela só pensa em beijar
MC Marcinho - Glamurosa
MC Marcinho - Tudo é festa
MC Marcio G. - Pernão Sarado (Bota o Tambor pra Tocar)
MC Sapão - Red Label ou Ice


Grupo dos "Românticos/Emotivos"
MCs Claudinho e Buchecha - Nosso sonho (ao vivo)
MCs Marcinho e Bob Rum - Escrito pras Princesas
MC Marcinho - Quero seu amor
MC Marcinho - Emoções e Sentimentos
MC Perlla - Tremendo Vacilão
MCs Sabrina e Buchecha - Implacável
MCs Vinicios e Andinho - Corpo Nu


BACKUP
MC Sapão - Diretoria
Marcio e Goró - Deitados na areia
MC Marcinho - Porque te amo
MC Marcinho - Favela
MC Marcinho - Minha princesa
MCs Coiote e Raposão - Rap da Estrada da Posse
MCs Danda e Taffarel - Rap do Festival
MCs Nelio e Espiga - Rap da Lembrança
MCs William e Duda - Rap da Morena

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

DECKSAVER

Dois dos itens mais importantes que integram meu sound system são um par de pickups Technics MK2 que adquiri de um amigo meu, usadas, há alguns anos atrás. Logo que as trouxe pra casa, reparei que estavam muito empoeiradas, e os braços estava um pouco desregulados, e mandei as duas para a MegaTech, famosa loja de conserto de equipamentos de som em Copacabana. Elas voltaram pra casa em perfeito estado, e ficam aqui descansando em paz, quase sem ser incomodadas (quase não tenho tempo pra tocar com elas, mas...).

Quando as comprei, elas vieram sem a tampa de acrílico que protege contra poeira. E aqui em casa tem poeira pra caramba. Comecei a ficar meio preocupado de isso afetar o slider do pitch, por exemplo, e resolvi procurar umas tampas de acrílico originais da Technics pra comprar.

No Mercado Livre, só encontrei lixo: tampas usadas em péssimo estado de conservação, quebradas, com peças faltando, e ainda por cima, por preços exorbitantes (quase R$ 200 cada). Foi aí que consultei meu amigo Ricardo NS, e descobri um produto bem interessante na loja dele, a Sygno Music, que atende tanto MK2 quanto praticamente qualquer equipamento pra DJ: as capas protetoras de acrílico DeckSaver.

Pra quem não tem case (seja pra mixer, CDJ, MK2 ou qualquer outra coisa), e não pretende comprar um case, por questões finaneiras, ou porque não vai transportar o equipamento, mas tem problema de poeira em casa, recomendo fortemente. Me parece um produto bem interessante em termos de praticidade, além de ser visualmente bonito. Recomendo!

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

UM SÁBADO DE OPÇÕES DIVERSAS

Sábado que vem, dia 12 de Fevereiro, vão rolar 3 festas bem bacanas ao mesmo tempo. Difícil vai ser conseguir se desdobrar pra dar uma passadinha em cada uma delas, mas acho que pelo menos em duas vai dar pra ir.

Começo falando da Little Black is Fuck, produzida e musicada por Joca Vidal, Luizinho e Brant, que depois de ter várias e várias edições consumadas no Clandestino Bar, agora aterrissou na segunda pista da Casa da Matriz, junto com a consagrada Paradiso, da pista 1. Em se tratando de sábado, me parece uma excelente iniciativa do início ao meio da noitada. E pra quem se interessa pelo assunto discotecagem, Joca recentemente lançou um livro sobre o assunto, e quem quiser poderá pedir uma dedicatória especial pra ele pessoalmente por lá (é o que eu vou fazer!).

Pra quem não sabe, a LBF toca de tudo um pouco... Joca manda um som mais Black, Soul, Funk, etc. Luizinho costuma ter um espectro que vai do House, passando pelo Electro, Breakbeat, etc. Brant fica mesmo com Jungle e Drum & Bass e geralmente fecha a noite. Uma mistura bem dançante, digamos.

A segunda opção é a festa Wobble, do meu também amigo Rodrigo S, na Fosfobox. Trata-se de uma festa pra quem curte esse sonzinho, o "wobble", que é aquele efeitinho de wah-wah típico dos Drum & Bass mais pesados (clownstep), do Dubstep, etc. Vai ter uma galera tocando, deve ser bem bacana. Depois da festa, emendado, parece que tem um after com Pareto.

A terceira alternativa fica com a festa MOO/Discoland que vai rolar nesta edição de sábado do Verão do Morro, no Morro da Urca. Deve ser a mais cara das opções, e também a que vai esgotar primeiro (se é que não esgotou). Diogo Reis e Eduardo Christoph trazem, desta vez, um italiano chamado Bottin.

Minha idéia é chegar cedo na LBF, e partir pra ver a metade/final da Wobble e talvez ficar um pouco no after com Pareto. Vamos ver se dá tempo.

domingo, janeiro 30, 2011

PACHA - RIO DE JANEIRO


E consta do caderno impresso de economia do Globo de ontem que o filho do Eike Batista entrou no ramo do marketing e do entretenimento no Rio de Janeiro, e que a empresa dele vai ser a responsável por preparar e construir a Pacha Rio de Janeiro. A filial do club de Ibiza vai ser fincada no Jockey, e parece que vai ser gigante. Espero que não seja #FAIL, como tantas outras que já existiram por aqui.

sábado, janeiro 15, 2011

HOUSE ANOS 90 - PARTE 2

Seguindo a idéia inicial, gravei a segunda parte, de um total de quatro, do set de House dos anos 90, com as músicas que bombaram nessa época em clubs cariocas como Fun Club, Le Maxim's, Mikonos, Well's Fargo, Resumo da Ópera, Meio Ambiente, etc.

Este set foi gravado da mesma forma que todos os outros, ou seja, usando meu sound system de trabalho, composto por um par de CDJ-800 da Pioneer, um mixer DJM-400 também da Pioneer, meu Macbook Pro e Serato SL3 + Scratch Live 2.2. Segue abaixo o link pra tocar online ou fazer o download do arquivo em mp3.

quinta-feira, janeiro 13, 2011

RANE LANÇA O SERATO SL4

Engraçado que ontem mesmo de noite, antes de dormir, eu baixei o novo software Scratch Live 2.2, que é a mais recente atualização dele, cheio de melhorias com relação à versão anterior (sobretudo pra plataforma Windows).

E hoje de manhã, ao acordar, vejo que a Serato lançou o hardware SL4, que está substituindo o SL3 (que eu tenho). De todo o jeito, o software Scratch Live 2.2 funciona tanto com a placa SL3 quanto a placa SL4. Aproveitando o ensejo algumas das melhorias divulgadas no video da Serato.

Em primeiro lugar, essa nova versão vai ajudar as casas noturnas que tocam com mais de 1 DJ na mesma noite. Isso porque agora a placa de som vem com 2 saídas USB, uma pra cada DJ, o que facilita bastante a troca de um DJ para outro. Também é possível, com tal funcionalidade, fazer um back 2 back entre 2 DJs que toquem com o Serato Scratch Live. Bacana.

Outra inovação foi a adição de 2 novos inputs, totalizando 4 inputs. Ou seja, você pode tocar com 4 CDJs, ou 4 MKs, ou 2 CDJ + 2 MK2, de uma vez só.

Também notei que eles melhoraram a qualidade do som, permitindo que se utilize uma sample rate de até 96 kHz, ao invés de somente 44 kHz da SL3 (pra isso, adicionaram uma chavezinha pra alternar entre 48 kHz e 96 kHz, dependendo do gosto do freguês). Abaixo, o vídeo com esses detalhes de forma mais visual.

terça-feira, janeiro 11, 2011

DJ KPZ - SET DE HOUSE DOS ANOS 90

Estava desde Julho sem gravar nada, mas essa semana eu estava dando uma arrumada nas minhas mp3 antigas, e resolvi fazer um set de HOUSE bem melódico e dançante com a maioria das músicas sendo dos anos 90 mas que eu gosto até hoje.

São clássicos que satisfazem meu paladar pessoal, mas acho que vai agradar muita gente também. Dá um confere aí e vê se você se inclui nessa... ou não! :)

Obs.: se preferir baixar pelo 4shared, clique aqui.

DJ KPZ - SET 33 (HOUSE CLASSICO 90s) (11-01-2011) by marcelokpz
NOVA PLATAFORMA MIDI PRO SERATO ITCH

Vi hoje de manhã que a Pioneer está lançando uma controladora MIDI pro Serato ITCH (que até onde se entende, é um software que necessita de uma controladora MIDI que tenha uma placa de som (pois não possui sua própria placa de som, como o SL3)). Veja os detalhes neste link aqui.

Isso me leva a outros questionamentos para os quais ainda não obtive algumas respostas bem básicas do tipo:

- Quais são as diferenças entre o Serato Scratch Live 3 e o Serato ITCH?

- É possível migrar e/ou compartilhar sua base de mp3 entre os dois softwares (caso se queira migrar ou usar os dois simultaneamente)?

Isso acontece porque eu não conheço ninguém aqui pela minha cidade que possua uma plataforma que use o Serato ITCH, e por isso ainda não tive a oportunidade de tirar minhas dúvidas. Se você possui, deixa um comentário aí pra gente te entrevistar. :)

Nova plataforma MIDI pra controlar o Serato ITCH, da Pioneer

quarta-feira, janeiro 05, 2011

ÁREA VIP?

Há algum tempo atrás um amigo meu foi numa dessas festas de música eletrônica que volta e meia acontecem na Marina da Glória, aqui no Rio de Janeiro. Ele comprou um ingresso "comum", e não da área VIP, e ficou extremamente chateado... Isso porque a área VIP era tão extensa, que a área não-VIP ficava realmente muito longe do palco, e quase não dava pra ver quem tava tocando.

Além disso, os organizadores da festa acabaram vendendo primeiro todos os ingressos pra área VIP (devido à demanda), e quase nenhum ingresso pra área não-VIP, o que fez ele se sentir excluído da festa em si, isolado na área não-VIP junto com meia dúzia de gatos pingados... Isso porque a festa de verdade acontecia à beira do palco, marginalizando quem estava com o ingresso mais barato.


Eu também já passei por experiência semelhante, no mesmo local, sob as mesmas circunstâncias, e sei exatemente como ele se sentiu. E, recentemente, ao receber um flyer de uma festa chamada "Superstar DJs", me lembrei do referido e controverso tema, ao me deparar com o layout da pista de dança.

Veja você mesmo abaixo que, considerando que o mapa esteja em suas proporções corretas, o que seria mais do que razoável para uma propaganda não ser considerada enganosa, e que também não existe disclaimer afirmando o contrário, a mesma situação descrita acima se repetirá nessa festa, a ser realizada no Forte de Copacabana. Espero que isso não se torne recorrente, mas parece que está difícil...


A propósito, a festa vai contar com os DJs Ferry Corsten e Paul Oakenld, no próximo sábado, 08 de Janeiro. O site da festa, aqui.

quinta-feira, dezembro 16, 2010

RA Poll: Top DJs of 2010

Nem sabia, mas o site Resident Advisor também fez um chart TOP 100 para os DJs em 2010. E, como vocês poderão conferir, bem diferente do tradicional TOP 100 da DJ Mag...


O que me parece é que este último é feito por pessoas do mainstream, enquanto o da RA é feito por quem procura conhecer mais a fundo, e entende realmente de música eletrônica. Será?

Bem, dá um confere nos 10 primeiros aí embaixo, e também na lista completa aqui.

01. Ricardo Villalobos
02. Richie Hawtin
03. Seth Troxler
04. Loco Dice
05. Ben Klock
06. Jamie Jones
07. Dixon
08. John Digweed
09. Luciano
10. Marcel Dettmann

quinta-feira, dezembro 02, 2010

FORMAT B

E parece que o FORMAT B vai vir ao Brasil agora neste final de semana, segundo o Resident Advisor. Só não sei porque a passagem vai ser por Curitiba, e não Rio e SP. Não tive essa informação, pelo menos.

sexta-feira, novembro 26, 2010

D-EDGE 2.0

Parece que foi inaugurada essa semana a "versão 2.0" da D-EDGE. Abaixo, um videozinho de uma pequena parte da mesma. Um dia vou lá pra fazer uns vídeos, eu mesmo. :)

quarta-feira, novembro 17, 2010

BRASILEIROS NO RANKING DA DJ MAG

Alguém postou o resultado de alguns DJs brasileiros na DJ Mag... Confere aí no vídeo abaixo.

p.s.: acho que tem algum bug na contagem, repara quando chega nas posições 20, 21... aí volta pra posição 20, depois 21 de novo. Sei lá! :)

sexta-feira, novembro 12, 2010

INAUGURAÇÃO CLUB ON 11

Ontem, dia 11/11/2010, rolou a festa de inauguração de um novo club pra música eletrônica aqui no Rio de Janeiro, o Club On 11 (ou Club On11, tudo junto). Pra quem já é velho de guerra na night carioca, sabe que aquele mesmo local (ali no Arpoador, perto do Pizza Hut) já foi antes o B.A.S.E., o Sygno, e muitos outros que eu não me lembro agora. Por ali, já rolou de tudo, desde música eletrônica de qualidade, a funk / hip-hop da playboyzada da bomba. É aquele velho esquema da night aqui do Rio: inauguram o local, no início enche pra cacete, mas depois fica caído, e aí tem que mudar o nome, reformar tudo e re-abrir um tempo depois. Pois acho que foi o que aconteceu, de novo.


Como toda inauguração, é um ensaio pra ver o que funciona, o que não funciona, e fazer os ajustes para a noite em que o local tem que funcionar "de verdade". Digo isso porque vi muitos pontos a melhorar, o que eu acho que faz parte do processo de startup, e espero que os donos estejam atentos a eles. Vamos às críticas construtivas, mas também destacando os pontos positivos.


Nesse evento de abertura, a birita era liberada até 1 hora da manhã. O atendimento nos bares (acho que tinha uns 3) até que estava rápido, mas os garços estavam mal informados. Um deles, por exemplo, me falou que estava sendo vendido redbull à parte, no caixa, mas o caixa não estava aberto antes de 1 hora. Aliás, o caixa estava funcionando de forma absolutamente precária, de forma totalmente manual, só aceitando pagamento em dinheiro, e com a lista de preços impressa em papel branco e impressora jato de tinta, com um ar meio improvisado :)


Tinha uma espécie de área VIP ali em cima do DJ, que fechou depois de certo horário, e só podia subir quem era amigo de não sei quem. Acho que a birita era liberada lá dentro a noite inteira. Isso foi caído porque depois de certa hora as pessoas foram indo embora (afinal, era quinta-feira, e muita gente tinha que trabalhar no dia seguinte), e portanto a pista ficou completamente vazia, mas a área VIP lotada. Os DJs do final da noite tocaram pra quase ninguém.


O som, de altíssima qualidade, com o grave bombando na pista, ensurdecendo qualquer um (no bom sentido). A iluminação, parece que foi feita por um cara da Inglaterra, e segue o estilo de boates como Hot Hot e D-EDGE, ambas em São Paulo. Achei BEM maneiro.


Não fiquei até o final da festa. Saí umas 4 horas da manhã, se não me engano, quando já tinha uma mulherada meio esquisita dançando funk-style. Antes, vi passar pela cabide o João Paulo Pedroza, que dispensa comentários (mandou muito bem) e a Mary Olivetti.


Acho que o pior ponto da noite foi o esquema que fizeram pra galera que queria ir do lado de fora da casa pra fumar. O problema desse esquema é que não podia sair pela porta carregando copo com bebida, e aí tinha que deixar em cima de uma mesinha redonda do lado de dentro. O que acontece é que não existe controle nem identificação dos copos, que ficam ali à mercê da sorte. O que aconteceu, no meu caso, é que roubaram meu copo cheio até a boca de vodka com redbull (valor: R$ 32,00). Tem que dar um jeito nisso urgentemente, porque virou bagunça. Sem contar que o risco de alguém colocar alguma droga na sua bebida é muito alto.


Enfim, com clima de obra ainda inacabada, essa foi a abertura do Club On 11. Espero que realmente se faça de tudo pra manter o alto nível da música eletrônica (como era no Club 69, por exemplo, e como é em tudo quanto é lugar de SP), e não sucumbam rapidamente às pragas da playboyzada carioca como o funk, o hip-hop, e à farofada em geral.


Vídeos feito ontem (sorry pela qualidade do som, fiz no celular)