terça-feira, julho 14, 2009

MOONAOMOO?

Afinal o que significa isso? MOO-NAO-MOO? MOON-AO-MOO? Pode ser, não sei, mas o que parece mesmo é que dia 25 de Julho próximo o Espaço Franklin estará mais uma vez aberto ao público para uma edição de uma festinha daquelas.

Se liga no line up: Eduardo Christoph, Mauricio Lopes, Sneak-Thief e Luke Solomon. Dei falta do Diogo Reis, onde é que ele foi parar? Está de férias? Viajou? Tá tocando em outro lugar no mesmo dia? Eu, pelo menos, gostaria de saber porque ele não vai tocar, pois gosto do cara e do som dele. Se souber, divulgo aqui depois. Se alguém souber antes, mande um comentário.

Bom, o precinho não é muito camarada, aliás, assim tomo tem sido nas últimas vezes: antecipado R$ 60 e a R$ 90 na hora. Os ingressos já estão à venda desde 11/07, só não sei onde (no site não diz). Mistério dessa vez? :)


sábado, julho 11, 2009

BACK TO THE FUTURE

Seguindo a tendência do mercado, e fazendo (na minha concepção) o que seria o caminho inverso do natural das coisas, comprei hoje um par de Pickups Technis MK2 de um amigo. Pretinhas, bem empoeiradas, pintura ainda original com alguns poucos tequinhos, mas aparentemente em bom estado geral de conservação.

A idéia agora é comprar o kit das agulhas (alguma da Ortofon, segundo indicações do meu amigo e tutor Roque Júnior), um feltro mais bonitinho e um Serato, e aprender a usar esse treco todo. Admito, já deveria ter aprendido isso antes, há muito tempo atrás, começado pelo começo, mas não foi isso que aconteceu naquela época. Desta forma, só agora depois de velho, e finalmente com dinheiro pra investir nas coisas, vou ter a oportunidade de aprender o que deveria ter aprendido antes de começar a tocar com CDJ. Vamos ver se dá certo.



terça-feira, junho 23, 2009

Alguns eventos do mês de Julho...

Ontem dei um pulo no Baixo Gávea com o intuito de tomar aquele tradicional chopp que fecha o final de semana e, como nao podia deixar de ser, tinha muita mulher de roupa curta panfletando ("hypando"? Comecei a ouvir falar muito diso de uns tempos pra cá, tô aprendendo o significado ainda) as festas que vão rolar por agora aqui no Rio de Janeiro.

Acho que recebi uns 10 flyers no total, e fui selecionando os que permaneceriam no meu bolso e os que iam pro lixo, de acordo com o meu gosto pessoal. Não necessariamente o que não foi "aprovado" é ruim, apenas não faz muito a minha cabeça. Então, dentre os pedaços de papel brilhantes que sobraram desse processo seletivo, posso citar:

Rio House Music
Data: 04/07
Local: Marina da Glória
Comentários: em primeiro lugar, gosto bastante do local do evento. Em segundo, quem abre a festa é o João Paulo (Emociona/Request DJs), que tem um set bem energético de Minimal e Techno e já tocou com uma boa galera de peso. Em seguida, Life is a Loop (3 Plus) diretamente do sul do país, e depois Tim Healey (Wild Artists), que eu tentei assistir tocando na praia da Barra da Tijuca no último reveillon, mas o cara atrasou tanto que eu não pude esperar mais - estava saindo da praia na hora em que ele estava chegando, carregando as malas (pelo visto tinha vindo direto do aeroporto). Quem sabe é dessa vez?
+Infos: www.myspace.com/riohousemusic

SKOL H.O.M.E.
Data: 10/07
Local: MAM
Comentários: apesar de eu achar o nome meio sem criatividade (H.O.M.E. significa "humanos ouvem música eletrônica" - tá legal, e os cachorros, gatos, macacos? Se eu botar pra tocar eles não ouvem? Será que não curtem?), vale aqui a referência ao evento. Vão rolar dois palcos diferentes: um se chama Level, e tem como atrações Luca de Napoli, Giovanetti (é o Beto?), Adam K (não conheço), Dimitri Nakov (já ouvi falar) e Fel vs Guk (nunca ouvi falar). Na pista High teremos Ricardo Estrella (não sei mais o estilo que ele toca, tem tempo que não o vejo se apresentar), Flow & Zeo (dispensa comentários), Renato Ratier (dono da D-EDGE e que tocou há pouco tempo na 69 - esse vai ser imperdível) e Eli Iwasa (parece ser uma japinha, pela foto, mas não conheço também).
+Infos: http://www.home.art.br/

2 YEARS THE WEEK EVENTOS
Data: 10/07
Local: The Week
Comentários: seria a minha segunda opção para o dia 10/07 (é no mesmo dia da festa citada acima), mas o que mais me chamou a atenção e me fez citar essa festa foi ter um carinha do Ministry of Sound, Michael Kutalek (apesar de também não conhecer o trabalho dele, mas deve ser legal) e também o nome do Fabio Amed (que eu ouvi tocando uma vez numa private, e achei o som dele muito maneiro - queria ouvir novamente, portanto). O resto da galera você confere nas informações, abaixo. :)
+Infos: ih! o evento não tem hotsite! :(

Obs.: perdoem-me pela talvez falta excessiva de informação e conhecimento sobre determinados artistas, mas é que o mundo é grande demais, fica difícil conhecer tudo de antemão ou mesmo ter tempo hábil pra ficar ouvindo e pesquisando sobre todos os nomes que aparecem por aí de uma hora pra outra.

domingo, junho 21, 2009

NOVA EDIÇÃO DA DISCOLAND


Fiquei sabendo da notícia na sexta-feira passada, por três fontes diferentes no mesmo dia. Pelo email, recebi a notícia da festa em torno das 10h da manhã (e a lista amiga citada obviamente já estava fechada, como de prache). De noite recebi o flyer impresso quando andava pela rua (por sinal, bem interessante, feito com um papel fininho pra ser visto contra a luz, e inspirado no Google Maps). E mais tarde, encontrei o anfitrião Diogo Reis na festa MOIST, na 69.


Pelo que me lembre essa festa já aconteceu antes, lá no Scala, talvez num dos maiores eventos organizados pela galera da MOO (pelo menos pareceu). Não estou lembrando das atrações dessa outra edição, mas foi bem legal, tirando o clima meio esquisito que pessoalmente me lembra muito a época de festas de house, funk e hip hop do tipo "uma noite na babilônia"... hahahahah... :)


Dessa vez a festa vai rolar no sábado que vem (27 de Junho) a partir da meia-noite e até o sol raiar no tradicional Espaço Franklin (antes conhecido como Casas Franklin, na Avenida Passos - Centro), onde também no verão retrasado tivemos aquela sequencia sensacional de festas também da galera da MOO chamado Projeto Fase.


As atrações da festa são: Diogo Reis e Eduardo Christoph representando a MOO, Badenov da extinta Combo na 69 e os gringos Maurice Fulton e Prince Language, da DFA. Os ingressos estão custando R$ 60 antecipados (pontos de venda, endereço e outras informações aqui) e R$ 90 na bilheteria.

quinta-feira, junho 04, 2009

O que é “ser DJ”?

Tenho pensado nesta pergunta ultimamente, e então resolvi fazer este post pra tentar estruturar minhas idéias, compartilhar o resultado com outras pessoas e, eventualmente, até obter um feedback qualquer, seja sob a forma de crítica, elogio, comentário, ou o que for.

De primeira, resolvi iniciar minha pesquisa através de uma ferramenta bem democrática, como a Wikipedia. Nela, teria a certeza que encontraria uma opinião democrática e bem completa sobre o assunto – e não deu outra. E apenas para fazer uma referência, destaco também que comprei e li há alguns anos atrás o livro “Todo DJ já sambou”, que conta um pouco da trajetória dessa arte (não quero chamar de hobby ou profissão, pois cada um faz uso da arte como quiser).

Na definição mais básica possível da enciclopédia feita pelo povo, numa tradução livre de quem vos escreve, “DJ é uma pessoa que escolhe e toca música gravada para um determinado público”. Engraçado que nesse site também faz-se uma distinção entre Disk Jockey (“k” de “disk”, ou seja, LPs em vinil) e Disc Jockey (“c” de “disc”, ou seja, CDs), que eu nem sabia que existia. No caso, então, eu sou um Disc Jockey, pois sempre toco utilizando os disquinhos menores. Mas aí já vem a pergunta inicial: e quem toca direto da mp3 que vem do computador, sem nem a utilização de uma interface física (como o Serato), é o que? Não queria polemizar esse tema, mas é irresistível colocar uma pulga como essa atrás da orelha das pessoas.

E ainda na enciclopédia existem mapeadas algumas sub-espécies de DJs, aqueles que tocam nas rádios (e que normalmente não mixam as músicas umas nas outras utilizando o break), os que tocam nos clubs (que mixam as músicas e usam diferentes técnicas para trazer outras experiências à pista) e os DJs que Hip-Hop, que normalmente fazem a base para MCs mandarem seus raps. Desconsiderei a parte sobre os DJs de Reggae, pois não concordei muito com a definição que foi dada, mas enfim.

Pra mim, como em qualquer outro ramo profissional ou artístico, o que conta para o público-alvo é a sua capacidade de exceder as expectativas, impressionar, sensibilizar, deslumbrar, etc. Como DJ você pode fazer isso através de uma excelente e harmônica seleção musical (que vá de encontro ao que o público está esperando, obviamente) e da utilização de técnicas apuradas com relação aos equipamentos disponíveis para transformar essa seleção musical em uma trilha sonora contínua e energética.

Para garantir um bom desempenho durante sua performance (na seleção musical e na técnica durante a reprodução musical) o DJ precisa se atentar para diversos requisitos que precisam ser cumpridos. Muitas vezes os aspirantes a DJ não estão cientes ou preparados para este tipo de investimento, e acabam metendo os pés pelas mãos, realizando um trabalho pobre, que desaponta o público e fere sua própria auto-estima.

Alguns exemplos destes requisitos que citei, que me vêm à cabeça neste momento, são:
  1. Realizar investimentos financeiros (tanto em equipamento quanto na aquisição de música (seja no vinil importado, seja na mp3 que é comprada do Beatport, ou qualquer outra));

  2. Dedicar tempo para estudo/pesquisas (pra saber o que tem tocado em clubs, rádios, sites etc);

  3. Treinar e praticar bastante o ouvido e a melhoria da sua técnica;

  4. Ter uma boa organização pessoal (no momento de guardar/classificar suas músicas no computador ou no case, por exemplo);

  5. Focar no acúmulo de experiência em eventos de grande porte;

  6. Ter amor ao negócio, dedicação e força de vontade para vencer todos os desafios anteriores.

E essa coisa de ser DJ mudou muito de uns tempos pra cá. Antigamente pra ser um DJ era bem mais caro, difícil e penoso que hoje em dia. Apesar de terem existido modelos de equipamento no mercado que eram até razoáveis em termos financeiros (Gradiente, CCE, etc), um bom toca-discos com pitch custava uma fortuna (exemplo: Technics MK2), além do processo de importação normalmente ser mais complicado que hoje em dia, e por conseqüência a disponibilidade de opções era bem mais modesta.

Também nesta época não era possível baixar uma mp3 de graça na internet e gravar num CD de 50 centavos: os discos tinham que ser comprados (e antes disso, tinham que ser encontrados!), e depois ainda tinham que ser transportados de um lugar para o outro. Eles eram caros, mas mesmo assim estragavam com facilidade, arranhavam, ficavam velhos, obsoletos (quando a música saía de moda), precisavam ser lavados com sabão de coco, e frequentemente deveriam substituídos por outros mais novos.

Em suma, cada vez mais o desenvolvimento tecnológico permitiu um processo de miniaturização, massificação, popularização e ganho de escala, o que tornou as coisas muito mais fáceis, atraentes e baratas pra todo mundo. Não acho, sinceramente, que isso banaliza a arte como um todo. Isso depende de cada caso. Assim como meu amigo Roque, e também como tantos outros, eu sou favorável e partidário a esse processo de facilitação das coisas, mas até certo ponto. O que não pode ser jogada fora é a capacidade humana de fazer as coisas por conta própria.

O que eu quero dizer com isso? O sujeito não precisa ser obrigado a carregar toneladas de equipamento e discos de um lado para o outro ou se perder num case enorme de CDs somente para se ater à essência, mas acho que colocar o computador pra mixar pra você no modo “automático” também é o cúmulo da falta de capacidade.


Então, algumas coisas precisam ser preservadas, que justamente tornam essa atividade tão especial, como o feeling para a escolha das músicas ideais, a técnica perfeita no momento da mixagem, o seu estilo próprio que precisa ser definido, o timing para fazer as coisas acontecerem, e o carisma, a simpatia e a relação com a audiência, que também contam bastante em alguns casos.

Em suma, acho que essa coisa toda evoluiu pra caramba, e a tendência é evoluir mais ainda no futuro, então temos que tomar todo o cuidado para não nos permitir que os computadores façam todo o trabalho pra gente. Ainda assim, não é uma questão meramente financeira e tecnológica, é preciso entender e assimilar realmente tudo o que está por trás dessa atividade para que ela seja feita da maneira como tem que ser.


domingo, maio 31, 2009

DJ MARCELO KPZ NA LBF

Meu camarada Luizinho LBF acabou de me mandar um vídeo que ele fez pra divulgar a próxima edição da festa Little Black is Fuck, neste sábado dia 06/06 no Clandestino Bar. Dá um confere no vídeo, ficou bem legal e engraçado :)

segunda-feira, maio 25, 2009

DJ + ORQUESTRA = ?

Hoje recebi por email uma propaganda da agência 3Plus dizendo que um dos seus artistas, o DJ mineiro Anderson Noise, havia tocado junto com uma orquestra sinfônica em São Paulo. Fui conferir, rapidamente, alguns vídeos disponíveis na TV Terra, e...

...Sinceramente, não achei nada demais. Pra falar a verdade achei até meio forçado, ficou pior do que a música original. Parecia até aquelas montagens da Furacão 2000 com sucessos da World Music, como a versão funk que eles fizeram da música "Your Love" do Outfield. Dá uma conferida no resultado do trabalho do Anderson Noise com a orquestra toda clicando aqui.

sábado, maio 23, 2009

NOVO ENDEREÇO?

Consegui preparar um conteúdo bem básico pro meu domínio recém-comprado, marcelokpz.com, que já tá no ar. Ainda vou decidir se vou manter o blog aqui, ou somente lá. Se eu conseguir passar todos os posts daqui pra lá, com certeza vou manter tudo por lá. Caso contrário, acho que vou ficar com os dois. Mas isso é algo que eu ainda vou decidir com calma.

Por enquanto, não deixe de visitar o blogspot, mas de vez em quando dá um pulo lá no portal pra dar um confere nas novidades do DJ Marcelo KPZ :)

ps: hoje é dia de Chemical!!!!

quinta-feira, maio 14, 2009

Revival do Hippo

Eu sou uma pessoa atenta, presto atenção nos mínimos detalhes e nas coisas ao meu redor, o dia inteiro. Inclusive uma das coisas em que estou sempre ligado são os tags (propagandas) do Google no Gmail, apesar de geralmente não ter nada de realmente significante.

Mas hoje até que me deparei com uma notícia / propaganda que me pareceu interessante: parece que vai rolar uma festa na Baronneti Club cujo objetivo é fazer um revival do extinto Hippopotamus (ou só “Hippo”, para os íntimos), club que ficava localizado exatamente onde é a Baronneti hoje em dia.

Não cheguei a freqüentar a casa assiduamente, mas fui numa festa lá pouco tempo antes de fechar definitivamente (na realidade essa foi a única vez que eu fui lá). Nessa ocasião, lembro que um amigo meu foi tomar uma cerveja num copo de plástico transparente duro e engoliu um pedaço quebrado de outro copo, que ficou preso no meio da garganta, e o cara foi parar no hospital pra arrancar o negócio de lá. Era tanta a dor que ele sentia que ele achava que tinha engolido um “cigarro aceso”. Nem processou a casa nem nada (deu mole!), e está bem hoje em dia.

Quer mais detalhes da tal festa? Dá um confere aqui: http://www.hippopotamus.com.br/

terça-feira, maio 12, 2009

Quanto tempo dura um bom Headphone?


Essa foi a pergunta que eu me fiz depois do último sábado, quando toquei numa festa e quase fiquei na mão por causa de um problema intermitente no meu headphone, um Technics RPDJ 1200A adquirido em Maio de 2005 numa daquelas lojas de DJ numa avenida na Rua Augusta.


Por sorte não foi nada que tivesse me atrapalhado completamente, mas dependendo da posição que estivesse com ele no ombro/orelha, o som era interrompido. Identificada a existência do problema, tive que, rapidamente, descobrir uma posição bem encaixada que o fizesse funcionar sem falhar, pra não detonar minhas mixagens. E consegui levar o som até o final, mas aos trancos e barrancos...


Tenho esse equipamento há exatos 4 anos, mas não usei tanto assim pra ele ter se deteriorado tão rápido (nem uso todo final de semana!), ao menos na parte dos contatos internos, que foi onde deu o problema. Quanto à parte externa, ele apresenta uns descascados na pelica na parte debaixo do aro, que toca na cabeça, e um pouquinho (mas bem pouquinho mesmo) na almofada que encosta na orelha, mas de resto está perfeito.


Já vi headphones da mesma marca e modelo, só que mais velhos, e em estado de conservação externo muito pior, mas que estavam funcionando bem, por isso achei estranho ter acontecido a falha tão precocemente, ainda mais num headphone dessa marca, e ainda por cima fabricado no Japão. Quer dizer, pelo menos é o que tá escrito nele... ou será que eu comprei falsi?


Isso é que dá ficar emprestando headphone pros outros quando se toca nas festinhas aí da vida. Se fosse parafrasear meu amigo Roque Júnior diria: "headphone é igual cueca: cada um tem o seu". E é verdade... Você emprestaria sua cueca pra alguém? Imagina entregá-la na mão de um desconhecido pra voltar toda detonada, amassada, suada. Lição aprendida, não empresto mais headphone. As pessoas nunca têm zelo pelo que não é delas.


Bem, agora vou tentar consertar o headphone em alguma loja especializada, pois não quero gastar dinheiro pra comprar um novo. E mesmo se fosse o caso, compraria um do mesmo modelo (tá custando R$ 450, em média), ou no máximo um HD-25-1 II da Sennheiser (vi por R$ 700 num site brasileiro aí da vida).


Aliás, se você souber algum lugar que conserta headphones, dá um toque! Deixa uma mensagem aí nos comentários, no serviço de utilidade pública. Valeu!

domingo, maio 03, 2009

Top 10 May 2009 (By Roque Júnior)

1) Jose Carretas feat. Dani - Taking A Little Piece Of Me (Vocal & Instrumental Mix)
House Viajante com Vocal Viajante. Ótimo pra começar uma noite.

2) Gabriel Rene feat. J. Soul - Spirit (Guy Robin & Doruk Ozlen Mixes)
Voz masculina cantando house é Raro de dar certo. Mas exceções e essa é uma delas. o Guy Robin é mais pra night, e o Doruk Ozlen é mais quebrado e lounge.

3) P'taah feat. Tiombe Lockhart - Dance Until We Die (Kenny Dope & Art of Tones Mixes)
Kenny Dope esculacha com os sintetizadores e o vocal acaba ficando no segundo plano, reaparecendo no refrão. o remix do Art of Tones tem alguma melodia como desculpa e ficou bem melhor.

4) Charles Dockins - I Gotcha Back (Groove Junkies Edit)
Groove Junkies dando o ar da graça e esquentando os riffs de pianinho.

5) Fyza - Take Me Away (Original and Instrumental Mix)
Phil Asher acertou no vocal que é muito parecido com aquele release do Valentine 4 Life.

6) Dennis Ferrer - Sinfonia Della Notte
Essa música no TOP 10 de todos os DJ's dos EUA e da Europa. Não preciso comentar nada. Tudo começou na WMC2009.

7) The Collective vs Peyton - Promised Land (Dj Meme Mixes)
DJ Memê, que um ratinho de orquestra, resolveu fazer um remix normal dessa vez. E ficou bom.

8) Christian Hornbostel & Alfred Azzetto - 84 King Street (Original Main Mix) [Promo]
Essa música é House do Clássico pra ninguém botar defeito. Vai bombar em qualquer pista.

9) Kim Davis - Valentine 4 Life (Guy Robin Mixes)
Essa música foda. Guy Robin acertou em cheio os arranjos e não distorceu o vocal. Sensacional.

10) Nathan Adams & Zepherin Saint - Circles
House viajante. Muito. Algo pra realmente ficar pro final do set... Mas não deixa de ser mto boa.

sábado, abril 25, 2009

Festa "Golden Sessions" @ Hotel Ouro Verde

Como vocês já devem saber (deveriam?), a onda do momento é fazer night em Copacabana. Pois é, o velho bairro que abriga a maior quantidade de pombos, vovós e velhinhas, puteiros, travecos, nights guerreiras bizarras (Mariuzinn), boates gays (Le Boy) e o melhor salgadinho da cidade (Fornalha) é a bola da vez.

Outro dia até saiu no jornal (não lembro exatamente qual) uma reportagem com os locais que estão bombando no internacionalmente famoso e tradicional bairro carioca. Dentre as nights que posso me recordar, estavam o Nossa Senhora (um mistério até hoje, não sei onde fica), Bar do Copa (muito bem comentado pelo nosso correspondente Roque Júnior), Atlântico (ainda tô devendo uma ida e uma resenha), Clandestino (colado ao albergue Stone of a Beach e também residência fixa do meu camarada Joca San), e o Hotel Ouro Verde, dentre outros.

Especialmente sobre o Hotel Ouro Verde, posso dizer que uma vez já fui lá com uns amigos. Nesta ocasião, cheguei muito tarde e peguei a xêpa da night, então não deu pra fazer uma avaliação justa. Sei que o DJ residente de lá é muito bom (André Luiz), apesar de uma vez ter me "esnobado" quando pedi pra botar meu nome na lista de uma das festas que ia rolar lá. Segundo ele, na época, ele era apenas o DJ da casa e não tinha como fazer nada a respeito de listas, e gentilmente me aconselhou procurar o organizador da festa. Meio esquisito, meio kaô, mas vá lá, justo. Poderia ter quebrado o galho né? Bom, enfim...

O post de hoje foi redigido por uma amiga minha de longa data (Bianca Bibz) que pintou o set por lá antes da Páscoa, numa festa chamada Golden Sessions. Antes do fechamento desta edição, andei pesquisando por aí, e parece que vai rolar a segunda edição da festa, no mesmo bat-local (confira aqui).

Ah, só para esclarecer, a Bianca é "apenas", digamos, uma cidadã frequentadora de nights, e não uma especialista em Som/DJs/etc. Pelo que sei, gosta muito de Hip-Hop e Funk (hihihih) e não se liga muito em música eletrônica em si, ok?

Dado este balizamento inicial, e com toda a isenção que se aplica a este tipo de participação terceirizada, deixo a palavra com ela, e reproduzo o texo que recebi, na íntegra, para deleite do amigo leitor.

"No sábado, véspera da Páscoa, fui conhecer a night Golden Sessions no Hotel Ouro Verde a convite do meu amigo e promoter do Rio Lounge, Emerson Piluso. Como o Kpz não pode ir, me deu a oportunidade de escrever a resenha do evento.

O aviso dos amigos era unânime: “chegue cedo”. Cheguei em Copacabana as 23:30, a fila estava gigante e permaneceu estática até meia noite, momento que o desconto acabava. Consegui entrar cerca de 00:30 pagando R$45 mulher e R$55 homem com direito a cerveja, caipirinha, água, refrigerante, salgadinhos e “jantar volante”.

O pagamento é feito logo na entrada, o que justifica a demora da fila, após o pagamento você entra em uma varandinha e passa pela primeira pista de dança, que toca house. O segundo andar é uma sequência de pequenas salas de hotel transformadas em lounge, pista de dança e bar.

Lá toca o mais atual do hiphop, dance e pop com direito a duas TVs LCD passando o clipe da música. Eu me sinto hipnotizada por videoclipes na night, mas o destaque foi para o DJ empolgadérrimo que dança como louco. (Aposto que ele fica horas treinando as coreografias na frente do espelho em casa.)

Me senti numa festa de aniversário comendo bolinha de queijo a caminho da pista. O auge da comilança foi quando um dos meus amigos bebeu caldinho de feijão, pra mim, um fato inédito e atestado de lisura da night.

Por falar nisso, o público não é dos mais bonitos e depois de 2h da matina a galera já está perdendo a linha devido às bebidas liberadas. A casa (ops, hotel!) fica lotada sendo difícil se locomover, a fila do banheiro é interminável.

Na minha segunda visita ao “ladies room” uma simpática funcionária me convidou, junto com mais duas meninas da fila, a segui-la para outro banheiro. Não hesitei e lá fui eu andando de trenzinho até atravessar a cozinha do hotel e chegar ao banheiro dos funcionários.

Como não achei a simpática garçonete na minha terceira ida ao banheiro e a fila continuava fenomenal, resolvi ir embora. Eis que no primeiro andar tocava funk, então minha ida para casa foi adiada por mais 30 minutos.

Saldo final: valeu por conhecer, não pretendo voltar mais.

Bianca Bibz"

sexta-feira, abril 24, 2009

Trigésimo set na área!

A pedido de alguns amigos que anseavam por uma nova edição das minhas empreitadas musicais, com minha própria seleção musical, diretamente da Cap's Comedy Studios (ou seja, meu quarto), e em homenagem ao ano em que eu completo 30 anos de idade, preparei meu trigésimo set desde que comecei a tocar "profissionalmente".

A propósito, considero o início do período em que comecei a tocar mesmo quando comprei meu primeiro par de CDJs em 2004 (eram 2 CDJ-100s da Pioneer, comprados no Panda) e depois que tive umas "aulas inaugurais" com meu camarada Roque Júnior (agora também colaborador eventual desse blog - até a paciência dele acabar).

Bem, falando do set em si, dessa vez resolvi gravar um lance mais light, ou seja, ao invés de Minimal / Techno, catei uma seleção de farofada pra galera que gosta de ir pras nights de playboy por aí. Acho que o resultado final ficou muito bom, fiz com toda a dedicação possível. Tudo o que se faz com dedicação fica bom, né? :)

Comentários, críticas, sugestões, agradecimentos, etc também são bem-vindos!

LINK PARA DOWNLOAD: http://www.4shared.com/file/101409393/c9fde6d1/DJ_KPZ_-_SET_30_HOUSE__ELECTRO_-_23-APR-2009_-_192_kbps.html

Set list:

01. September - Cry For You (Dave Ramone Extended Mix)
02. Timbaland feat. onerepublic - Apologize (mk electro mix)
03. Kurd Maverick - Blue Monday (Vandalism)
04. Ian Carey Project - Get Shaky (Vandalism)
05. Guru Josh Project - Infinity 2008 (Klaas Vocal Mix)
06. Lady Gaga - Just Dance (TS Remix)
07. Basshunter - All I Ever Wanted (WideBoys Club)
08. Sharam feat. Daniel Bedingfield - The One (Vox Mix)

sábado, abril 18, 2009

Opções para enforcar Tiradentes

Diretamente de São Paulo, mas com informações atualizadas das boas que vão rolar na Cidade Maravilhosa, venho (tentar) listar o que vai ter por aí nesse feriado prolongado (pra quem vai enforcar Tiradentes duas vezes, uma vez na segunda e outra na terça-feira). São várias festas bem parecidas e bem diferentes ao mesmo tempo.

Pra hoje, sexta-feira, recomendo fortemente a festa Ítalo Sensations, no Lounge 69 (na Farme de Amoedo). No line up, mais uma vez, os mais que consagrados Diogo Reis (Moo), Felipe Mustache (Calzone), Gustavo MM e Badenov.

Pra sábado, duas opções. Em primeiro lugar a tradicional festa StereoZero na 00 (ao lado do Planetário da Gávea) com os DJs Cobra e José Roberto Mahr. O negócio é chegar cedo porque deve estar bem cheia, pois além da festa normal que rola todos os sábados, parece que vai ser a celebração da centésima apresentação da peça Os Difamantes, ou algo do tipo.

A segunda opção de sábado fica por conta da festa Bootleg, novamente no Lounge 69, onde o convidado é Victor Kill (ES), um dos grandes nomes da cena capixaba e residente do club The One (ES) . O lineup também conta com Leo Janeiro, Marcio Careca e João Paulo. Envie seu nome e de seus amigos para a lista amiga em: bootleg@emociona.com.br.

No Domingo, desta vez, a edição do Bailinho será realizada no Lounge 69, a partir das 20h. Com nome na lista amiga sai a R$ 30, e toda a renda será revertida ao espetáculo teatral Clandestinos (não confunda com o albergue em Copacabana!). Os DJs Rodrigo Penna, João Falcão, Galalau e Sergio Marimba comandam a diversão.

Na segunda-feira ,também duas opções. Uma é a festa 4 Clubs, também na 00, com Leo Janeiro, João Paulo, Vitor Sobrinho (de BH) e Electroholics. A entrada na hora custa R$ 40, mas com nomes na lista amiga (segunda@emociona.com.br) o preço cai pra R$ 30 homem e R$ 20 mulher, de consumação.

A outra opção de segunda-feira fica é a festa de 5 anos da caixa-de-fósforos (Fosfobox), com uma porrada de DJs no lineup, dentre eles, Leo Janeiro e João Paulo (você deve estar pensando: "caralho, de novo???"), Bernardo Campos, Pedro Mezzonato, Renato Bastos, Breno Ung, Felipe Mustache, Tatá, Kammy e Flutuance. Entrada: R$ 30 sem flyer e R$ 20 com flyer.

domingo, abril 12, 2009

Sterozero @ 00 (Zero Zero)

Ontem foi dia de visitar a festa Stereo Zero, na 00, Restaurante, Bar e Lounge, fincado ao lado do Planetário da Gávea. Chegamos em torno das 23h30 e o estacionamento já estava cheio, apesar do feriado, o que seria um bom sinal. Fomos recebidos pela sempre muito simpática Priscila Lima, hostess super-tatuada da casa e também integrante da Pavê Gastronomia Visual.

Logo na entrada vi umas pessoas famosas, tipo Selton Mello (do recente filme "meu nome não é Johhny") e Bruno Mazzeo (ator daquele tv show "Cilada"). Infelizmente não tinha representantes famosas femininas, tipo Luana Piovani tomando porrada na pista ou algo do tipo, então vou ficar devendo dessa vez. :)

De cara, reparei que fizeram uma mudança do lado de fora, ou seja, na parte do lounge: colocaram caixas de som, que reproduzem o que está sendo tocado na pista. Notei que a vantagem de utilizar esse tipo de equipamento é que você pode desligar quando quiser, e deixar o Lounge mais silencioso, já que existe uma separação acústica em vidro entre lá e a pista. E quando quiser estrondar, é só aumentar o volume.

Nas picapes, Cobra e José Roberto Mahr, sempre mandando uns Houses finos, Electros, etc, vindos dos clássicos e chegando até nos últimos lançamentos. Devia ter tentado gravar alguns vídeos pra ilustrar melhor, mas só o que deu pra fazer foi tirar umas fotinhos (abaixo, Mahr no comando, com uma fotinho tirada do meu celular Nokia E71, que dá pra notar que não é muito sofisticado em termos de foto). Se não me engano no site da 00 tem uma rádio online - não conferi o som, mas deve ser algo similar ao que toca por lá. Com preço de lista-amiga a R$ 20,00, acho uma das melhores opções do Rio de Janeiro em custo-benefício - por isso estou quase sempre por lá.

Aproveito também para publicar um fato engraçado: neste site tem uma reportagem sobre a festa StereoZero com a foto de um sujeito que dizem se tratar do Cobra, mas não é ele não... Onde será que arrumaram isso??

quinta-feira, abril 09, 2009

Deborah "Junglist" Colker @ Teatro João Caetano

No último domingo fui assistir ao espetáculo de dança "Cruel", da Companhia de Dança Debora Colker, em cartaz no teatro João Caetano, em temporada de preços populares (R$ 20). Acho que não ia ao teatro, pra assistir o que quer que fosse, desde a época do colégio, em que provavelmente vi Confissões de Adolescente ou Capitães de Areia.

Claro, isso se não contar as idas ao Theatro Cine Iris (que na realide é um cinema pornô), localizado bem pertinho do João Caetano, inclusive, onde fui várias vezes em meados de 2000, nas memoráveis edições da Festa LOUD! ao som de muito DnB, Jungle e Rock n Roll! uhuu!

Mas o que gostaria de comentar ligeiramente sobre o evento, além de mencionar que parece coisa de maluco (eu acho que eu não entendo nada desse tipo de arte, sinceramente), é que apreciei bastante a parte musical.

Não sei quem foi o grupo responsável pelos arranjos (não tive saco de procurar ainda), mas além de bastante ecléticos, alguns tinham uma boa pitada eletrônica. Sobretudo nas partes mais agitadas da peça, em que soaram belíssimos solos de bateria ao melhor estilo "Jungle", cheio de viradas alucinantes e estocadas de bumbo bombantes.

Eu, que estava quase-praticamente-dormindo, deitado com a buzanfa e as costas na confortável poltrona em que me encontrava, entorpecido pelas danças esquisitas que no palco rolavam, rapidamente recobrei os sentidos e me alvorocei, enquanto ouvia meu pai bradando "música eletronica! música eletronica!". Meu bom velhinho conhece meus gostos muito bem!

Pra quem eventualmente não conhece Jungle e/ou tá viajando no que eu tô querendo dizer, recomendo o vídeo abaixo, especialmente a partir de mais ou menos 7 minutos e pouco. Além, é claro, de ele ser/ter uma excelente explicação sobre a evolução das batidas de Jungle e Drum & Bass na história da música. Recomendo fortemente!

quarta-feira, abril 08, 2009

NUTH LAGOA - THE FIRST TRY


Mês passado foi o dia de conhecer a Nuth da Lagoa. Pois é, fique sabendo você, se é que não sabia, que além da “tradicional” Nuth da Barra, agora também tem Nuth Centro e Nuth Lagoa! Dizem as más línguas, inclusive, que as próximas filiais serão Nuth Tijuca e Nuth Méier. Mas enfim, vamos falar da Nuth Lagoa, que é a bola da vez.


Pra começar, posso dizer que nunca gostei muito da Nuth (a da Barra, que era a única que eu tinha tentado ir (ou ido) até então). Vou explicar o porquê. Sempre ouvi falar, e não sei até hoje se é verdade, que a Nuth, na realidade, não é uma boate aberta ao público em geral, é um clube de sócios. Pra você entrar pra essa sociedade não basta pagar. Convenhamos, se fosse assim seria fácil demais. Mas não, você tem que ser escolhido, indicado, passar por um processo de seleção, e pode ser que nunca seja aprovado - durma com isso. E como se não bastasse ter que passar pela seleção, você tem que pagar um fee anual que te dá direito a frequentar o clube com 1 convidado, exceto em eventos especiais (aí você não tem direito nenhum, e não enche o saco!).

Isso significa que pra você ter o “direito” de entrar lá você precisa ser sócio da casa, ou então pelo menos ser convidado de algum sócio (e estar acompanhado dele no momento da entrada). Caso contrário, ou seja, se você não for sócio, se você não chegar lá bem cedinho e ficar na pontinha da fila esperando (rezando pela) a sua vez de entrar, você corre o risco de fazer figuração na porta a noite inteira, por horas a fio, mesmo que esteja chovendo canivete ou nevando. É uma merda. É um saco. Mas é assim que funciona a Nuth da Barra.

Sempre achei isso muito escroto, mas até acho que eles têm razão de ser assim. Só fico revoltado de não divulgarem isso mais aberta e claramente ao público em geral. E aí o que acontece é que as pessoas vão até lá sem saber que aquilo é um clube restrito, e acabam pagando mico, se espremendo na fila que nem entrada de final de campeonato no Maracanã, muitas vezes sem conseguir entrar.

Isso, sim, é uma falta de respeito. E pior: acho que grande parte do sucesso da casa acontece em função das filas lotadas na porta – maioria composta pelos “figurantes” que estão ali bancando os palhaços em prol do lucro do dono da casa, muitas vezes sem nem saber que estão se submetendo a esse tipo de papel. Eu mesmo já fiz isso várias vezes até descobrir em que tipo de furada estava me metendo, e hoje em dia só apareço lá quando sou convidado ilustre, em eventos muito especiais de música eletrônica (ex: DJ MARKY, num dos posts mais abaixo).

Mas fora todo o meu ranço pela Nuth da Barra, foi vez de me arriscar na Nuth da Lagoa. Tipo, dar uma chance nova. Pois então, num desses finais de semana da vida resolvi orbitar por lá em torno de 1h da manhã. Tinha uma fila pra entrar, pequena, diga-se de passagem, e isso foi um bom sinal. Acho que em menos de 5 minutos eu já estava de cara com as hostess da casa e pronto para adentra-la (à boate). Aliás, eram duas mulheres bonitas e bem arrumadas ao invés de seguranças truculentos – ponto positivo pra Nuth Lagoa!

Eu tinha conseguido colocar meu nome na lista bem cedo, antes de chegar lá, então foram só R$ 70 de consumação mínima (bagatela), sem entrada. Se não me engano o preço sem nome na lista é de R$ 100 de consumação, ou algo por aí, não muito fora dos padrões das boatezinhas do mesmo nível pela cidade.

Ao entrar, dei uma percorrida pelo lugar pra fazer o reconhecimento. No primeiro andar, de cara, fica a pista de dança – já vou falar sobre ela. No segundo andar tem um lounge com mesas e cadeiras pra sentar, provavelmente jantar alguma coisa, e beber, obviamente. Também tem um balcão com um barman servido as biritas danadas. O terceiro andar estava fechado pra uma festa privada, cheia de coroas, então não pudemos ficar por lá. Provavelmente deve haver cardápios para o jantar espalhados por esses andares, mas nem cheguei a vê-los.

Pra início de conversa, não sei porque escolheram um terreno tão estreito pra construir aquele lugar. Não tenho muita noção de distância, mas deve ter uns 5 ou 6 metros de largura, no máximo, e o espaço útil fica menor ainda por conta do balcão de um lado e mesas e cadeiras do outro (que as pessoas fazem questão de empurrar para o meio da pista, para que possam ficar com mais espaço reservado ainda pra elas mesmas). E colocaram um espelho bem grande do lado direito pra dar uma maior sensação de espaço aberto, mas acho que não adiantou muito. A decoração interna, por sua vez, é muito boa.

O lugar estava extremamente apertado, quase não dava pra transitar de um lado pro outro. Os garçons móveis também passavam de um lado pro outro carregando coisas, e ficava difícil de ficar parado num lugar só, sem ser incomodado por alguém querendo passar.

O atendimento dos barmen do balcão foi bem rápido e ágil apesar do crowd que se formava ao redor deles. Acho que esse bom nível de serviço se deu conta à boa quantidade de funcionários nessa parte da casa, que faziam um bom serviço. Neste ponto, estão de parabéns.

A freqüência da casa é composta basicamente de patricinhas e mauricinhos, como era de se esperar para um lugar deste tipo. Quanto ao DJ que estava tocando, não sei o seu nome, mas o tipo de música estava adequada aos padrões e de acordo com o esperado – HOUSE, ELECTRO HOUSE – e o volume também. Achei a acústica boa e também os níveis balanceados de graves, médios e agudos (isso na pista, claro). O equipamento do DJ era bom, se não me engano eram CDJ-400 da Pioneer e o mixer era um DJM-800 (me corrijam se estiver falando besteira).

Quando resolvi sair para a conta e ir embora dormir, a coisa foi bem rápida, mas acho que isso só aconteceu porque a casa ainda estava bem cheia e animada no momento em que eu me pirulitei, ou seja, as pessoas não estavam querendo ir embora todas ao mesmo tempo. Nessa altura do campeonato não me lembrava mais se tinha 1 ou 2 caixas para receber os pagamentos, mas de qualquer forma tenho certeza de quem fosse tentar sair um pouco depois de mim ia passar um leve perrengue na fila.

Resumo: achei o lugar bem alto nível em termos de decoração, instalações, incluindo mobiliário, equipamentos de som, etc. O terreno, em si, poderia ter sido maior, pros sócios da casa ficarem menos encaixotados, mas agora eu acho que esse é o tipo de coisa que “já era”, só construindo tudo de novo. O atendimento das hostess, dos barmen e do caixa foram exemplares e estão de parabéns. O DJ e a qualidade do som também merecem uma boa nota. O preço é meio caro para ter que ficar com calor e apertado no meio da multidão, só isso que eu acho que conta ponto negativo. Os caras têm que colocar uma lista amiga, um flyer, algo do tipo, e também fazer uma programação mais eclética, variada nas vertendes da HOUSE MUSIC e com DJs de peso do Braisl e do mundo, assim como a matriarca Nuth Barra.

E espero, de coração, que a Nuth Lagoa não funcione no esquema de entrada restrita do tipo “clube de sócios”, para que as pessoas comuns não fiquem sofrendo na fila observando, sem poderem fazer nada, os sócios, amigos de sócios, PIMPs, gringos endinheirados, transsexuais da vida, acompanhantes, filhos de pessoas importantes e etc. penetrarem a barreira dos seguranças com o consentimento de todos os organizadores e nada ser feito a respeito. Preconceito total com as pessoas "comuns", caído.

segunda-feira, março 30, 2009

DE VOLTA AOS ANOS 90

Preparamos mais uma bagunça no final de semana. Dessa vez o tema da festa era os anos 90, e o local, da forma mais inusitada possível: na suíte Millenium do Motel VIPs.



Foram algumas horinhas de festa ao som do melhor que rolou na década passada, e deixou a pessoas altamente empolgadas do início ao fim do evento. Espero que todos tenham curtido a festa assim como eu gostei de te-la feito.



Segue abaixo uma pequena amostra de como ficou a pista de dança e o clima da festa como um todo! Algumas outras fotos em http://www.facebook.com/people/Marcelo_Kpz/832083153 e http://www.flickr.com/photos/marcelokpz/...

terça-feira, março 24, 2009

Back to the 90's!

Estou ajudando a produzir (cuidando dos aspectos de repertório, som e iluminação, em parceria com a Let's Groove) uma festa de aniversário de 30 anos de um grande amigo cujo tema será "os anos 90". A idéia foi dele, admito, e já foi absoluta e extremamente apoiada por mim. De fato, chegou a hora de fazer a transição das festas que exaltam os anos 80 (que já encheram o saco) para aquelas que tratam dos anos 90, que agora começam a se transformar em algo velho, já que a maioria das pessoas do meu convívio social estão chegando, este ano, na faixa dos 30 (ou o também dito "3.0 turbinado").

Levamos alguns dias para escolher a linha-mestre da sequencia musical, mas no final a programação ficou muito boa. Para tal, nos empenhamos em lembrar os velhos clássicos de house, rock, pop, funk que rondaram os anos 90, desde a época em que começamos a frequentar o "ginásio" até mais ou menos o meio da faculdade.

Não parece, mas nesse meio tempo muita coisa aconteceu - deixamos de ser crianças para sermos adolescentes, e depois quase-adultos. Tudo isso aconteceu em uma década, marcada pelo início das transmissões da MTV em UHF (lembra do Gastão, Astrid, Thunder Bird?), da mp3, da revolução da internet, dentre outras coisas. Tenho certeza que quem apreciar nossa seleção musical certamente vai fazer um gosto passeio pelo tempo, ao som do melhor que rolou nessa década de transformações.

As inspirações começaram no rock, lembrando da moda da bandas de Seattle, dos grandes festivais como Hollywood Rock e Rock in Rio, da moda grunge deflagrada pelo Nirvana. No meio da década, lembro do início das matinês, como a Circus, e depois o início da frequencia a festas "de adulto", como Le Maxim's, Fun Club à noite, dentre outras, onde ouvia-se basicamente House. Quando os 18 anos chegaram, e daí em diante, acho que o House predominou, seguido de perto pelas músicas mais pop internacionais. Lembro também um pouco do tecknofunk, que encheu a porra do saco e graças a Deus sumiu do mapa. Então foi uma coisa tipo ROCK depois HOUSE.

E, lembrando especialmente do House, me vem à cabeça nomes de clubs como Vogue, Mikonos, Maxims, Wells Fargo, Fun Club, Babilônia, Resumo da Opera, People, Tizziano, Banana Café, Hipopotamus, Rock in Rio Café, Metropolitan, Les Artistes, Circus, Zapatta, Festa Junina do Jockey, Teresiano e Santo Agostinho, Skipper, Búzios 40 graus, Guapo Louco, Shows na Praia da Tartaruga, Shows na Praia de Ipanema, Festas de camiseta (uma noite no oriente, oh, what a night, planet dance, moon night, black & white, etc), Praia no posto 9, Ilha do Arroz, Gatto Pardo, etc.

São muitas as boas lembranças, sobretudo pra quem faz 30 anos por agora. É tanta coisa que gostaríamos relembrar, musicalmente falando, que tivemos muito trabalho pra selecionar uma quantidade de músicas aceitável para a festa, sem que ela tivesse 4 dias de duração.

Depois do final de semana postarei fotos e vídeos da mesma. Enquanto isso vamos ficar aguardando notícias direto de Miami, do Winder Music Conference, do nosso correspondente interino Roque Júnior.

sexta-feira, março 13, 2009

O FINAL DE SEMANA PROMETE NA 69

Estive dando uma olhada nos últimos emails que recebi com as boas do final de semana, e vi que vao acontecer duas festinhas que prometem ser bem legais, ambas no Lounge 69 (Farme de Amoedo, 50 - Ipanema).

A primeira delas é a Festa Combo, que vai rolar hoje. Se não me engano a edição é meio que especial, em conjunto com a produção do programa Sex Shake. Os DJs que estarão presentes serão Bass Commando, John Woo e Felipe, da SexShake, e os residentes Gustavo MM e Badenov, da Combo, além de surpresas anunciadas mas não detalhadas. As imagens gravadas na festa serão utilizadas nas edições de Abril do Sex Shake no Canal Mutishow (nunca ouvi falar, mas vou prestar atenção a partir de agora). Entrada: R$ 40 (na lista amiga é R$ 15).

Outra boa que recebi essa semana diretamente do DJ João Paulo (Emociona), é a Bootleg, amanhã (Sábado). Nessa edição, os DJs residentes João Paulo, Marcio Careca e Leo Janeiro recebem nada-mais/nada-menos que Renato Ratier, diretamente da D-EDGE (Campo Grande / São Paulo). Pelo que sei, o preço na lista amiga tá saindo a R$ 20.

PS: bem que podiam colocar uma iluminação como tem na D-EDGE em algum club aqui do Rio:


terça-feira, fevereiro 24, 2009

Última chamada do carnaval

Partindo agora pro Erick Morillo no Rio Music Conference. Vou ver se consigo algumas fotinhos e vídeos pra postar aqui depois. Por enquanto, umazinha do carnaval, no Bloco Escangalha.

terça-feira, fevereiro 10, 2009

ÚLTIMA CHAMADA!

Então, só pra confirmar, nesta sexta-feira 13 (uhuhuhuh) terei o maior prazer de tocar no aniversário de 29 anos do meu grande amigo-e-quase-irmão Thiago Lep, no Espelunca Chic de Ipanema, situado na Rua Maria Quitéria 46, na quadra da praia.

Como o público é bem heterogêneo, variado e eclético, deve rolar de tudo, sabe como é... Espero também poder contar com a presença do meu camarada DJ Jpaulo no compartilhamento das carrapetas. Sem falar no grande quase-futuro-DJ Carlos Eduardo Veloso, que tem uma incrível sequência de midback na manga pra lançar diretamente do seu ipod micro mais lá pro final da festa. Pro Funk, deixo o som a cargo do próprio Lep, que sabe o que mandar nas sequências de melody da época da matinê do TTC! :)

Com essa bagunça toda que é esperada, só espero que meu som volte inteiro pra casa :) Até lá!

sexta-feira, janeiro 30, 2009

GIG À VISTA!

A propósito, dia 13 de Fevereiro estarei no Espelunca Chic de Ipanema (Rua Maria Quitéria, na quadra da praia) tocando no aniversário de 29 anos de um grande camarada meu.

Vai rolar uma seleção musical bem eclética, com destaque pra sequência de midback que estou preparando com indicações de um grande amigo aficionado por House dos anos 80 e 90. É esperar pra ver.
Vinil?

Hoje li uma reportagem, não me lembro exatamente onde, que dizia que a última fábrica de vinis que funcionava na América Latina, e que tinha sido fechada no final do ano passado, foi comprada por um empresáriom, e que ele vai reativá-la.

Se não me engano a fábrica chamava-se Polysom e fica em Belford Roxo, e voltará a produzir vinis em 2009. Segundo a reportagem, parece que o consumo de música em vinil cresceu bastante no primeiro mundo no ano passado, e que parece ser um viés de crescimento estável. Estou até pensando em comprar uma MK2...

terça-feira, janeiro 27, 2009

Carnaval Eletrônico

Não é só na Bahia que a onda é juntar música eletrônica com ritmos brasileiros (no caso de lá, com Axé). Dessa vez o Rio de Janeiro é que vai curtir um poperô misturado com marchinas de carnaval. Desde a última "montanha-russa emocional" que tivemos há algum tempo atrás com o cancelamento do Rio Parade que se esperava um evento desta natureza.

É verdade, parece que teremos uma excelente programação eletrônica para o carnaval, a edição brasileira do WMC de Miami, denominado Rio Music Conference, a acontecer na Marina da Glória. E os organizadores não estão de bobeira não, marcaram logo o evento coladinho no evento mais popular do planeta, pra atrair a atenção da gringolândia.

Ainda bem que eu moro na Cidade Maravilhosa e ainda por cima vou passar o carnaval aqui (já ia de qualquer maneira, agora então...), então já estou com a minha presença garantida. Infelizmente não vai dar pra ir em todas as atrações porque o evento começa numa quarta-feira, e provavelmente eu estarei trabalhando durante todo o dia. Mas com certeza vai dar pra acompanhar o resto inteiro da programação.

Pelo que vi da programação até agora, o que mais me chamou a atenção foram workshops e palestras com DJ Marky, Memê e Pete Tong. Se desse tempo de chegar lá direto do trabalho, iria com certeza.